Um mês após sua inauguração, ainda em soft opening, o Jiló Restaurante Salvador passará por mudanças no seu horário de funcionamento, buscando atender ainda melhor o soteropolitano, cujo paladar vem sendo conquistado pouco a pouco.
O menu afetuoso da casa, cheio de memórias e histórias, algumas delas ligadas diretamente ao chef Ícaro Rosa, poderá ser degustado de terça a sábado, das 19h às 23h, e agora também aos domingos, das 12h às 16h. O restaurante, que fica na Alameda Salerno, 49, na Pituba, não funcionará, por ora, às segundas-feiras.
Ao lado da esposa Elen Luz, Ícaro comanda há 7 anos outra unidade do restaurante em Itacaré, no sul da Bahia. Com opções exclusivas para Salvador no cardápio, o restaurante traz o que o chef considera uma “gastronomia mundial”, com influências de lugares diversos, do Japão à Tailândia, passando pela França e chegando ao Brasil, de onde também traz a cozinha da mãe como inspiração.
O café tem muitos papéis diferentes em todas as áreas da sociedade, incluindo o mundo dos filmes e da dramaturgia. Seja como companheiro fiel do time da produção, edição, roteiro… Ou até mesmo, como vamos mostrar hoje, como parte do elenco principal. Selecionamos algumas vezes em que o nosso amado cafezinho de cada dia foi de suma importância para o audiovisual.
Em A Origem, de Christopher Nolan, Leonardo DiCaprio e Elliot Page protagonizam a famosa “Dream World Cafe Scene”, na qual o personagem de DiCaprio explica para Paige que ele está, na verdade, sonhando, e não vivendo no mundo real. A icônica cena, considerada uma das mais importantes do filme, apresenta os dois em uma agradável cafeteria no meio da tarde, tomando um café expresso.
Já a série Friends possui o cenário, na maioria das vezes, também dentro do café Central Perk. Neste caso, o telespectador se junta a um grupo de 6 amigos na transição para os 30 anos, período em que a amizade é o tema central, estando o café sempre presente nos encontros.
Não existem dúvidas de que o café é uma das bebidas favoritas no mundo todo e, como em certos momentos a arte imita a vida, ele sempre marca presença nas telas.
Fizemos uma lista com filmes que provam como o encontro de café com cinema pode ser inesquecível:
Café em Filmes
1) O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)
Direção: Jean-Pierre Jeunet
No filme, acompanhamos os pensamentos e as ideias originais da garçonete Amélie. A personagem, uma francesa um pouco excêntrica, nos leva em um passeio por suas idiossincrasias cotidianas em seu próprio universo.
O café, onde a personagem trabalha se chama Café des Deux Moulins e é uma atração turística bastante visitada em Paris até hoje, no bairro de Montmartre.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001) – Reprodução Internet
2) Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994)
Direção: Quentin Tarantino
A cena em que Jimmy (Quentin Tarantino) serve a Vincent (John Travolta) e Jules (Samuel L. Jackson) um café na sua cozinha e os três comentam sobre a qualidade da escolha, deixou lembranças nos amantes do filme.
Jimmy comenta que compra um café gourmet, ao contrário do que a sua esposa costuma escolher, dando o tom do seu gosto sofisticado e caro da escolha.
Os amantes do filme do diretor e os apaixonados pelo verdadeiro sabor do café adoram a cena.
Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994) – Reprodução Internet
3) O Sonho de Dukale (2016)
Direção: Josh Victor Rothstein
Trata-se de um documentário que retrata a história de uma viagem para a Etiópia, berço do café. Nele, ator Hugh Jackman, conhece Dukale, um jovem fazendeiro de café que trabalha sem descanso, todos os dias, para sustentar a sua família.
A experiência foi profundamente inspiradora e isso transparece no documentário.
Nessa jornada, o ator e sua esposa, Deborra-Lee Furness, perceberam o impacto que o café Fair Trade (café de comércio justo) pode ter na vida do produtor, das comunidades, do meio ambiente e como esse tipo de café pode mudar vidas em diferentes partes do mundo.
Após a viagem, impactado pela experiência, o ator criou uma fundação e uma linha de grãos de café para ajudar no desenvolvimento dessas comunidades e outros projetos ao redor do mundo.
O Sonho de Dukale (2016) – Reprodução Internet
4) Entre Dois Amores (1986)
Direção: Sydney Pollack
Em um romance dramático, a obra traz a história de Karen Blixen, interpretada pela sempre fantástica Meryl Streep.
Uma dinamarquesa se muda para uma fazenda de café no Quênia e se casa com um barão, se tornando administradora da propriedade.
Tudo muda e se transforma com a chegada de Denys Finch Hatton (Robert Redford), um aventureiro aristocrata inglês.
Entre Dois Amores (1986) – Reprodução Internet
5) Café com Canela (2018)
Direção: Ary Rosa e Glenda Nicácio
A obra nacional é a prova de que o hábito brasileiro de tomar um bom café da tarde pode até mesmo salvar vidas.
Após a perda do seu filho, Margarida (Valvinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Certo dia, sua ex-aluna, Violeta (Aline Brunne) faz uma visita para um cafezinho e acaba trazendo um pouco de luz para a pessoa que foi tão importante em sua jornada.
Uma tradição viva até hoje da Itália, o Caffè Sospeso traz a tradição de deixar o café já pago para ser apreciado por uma outra pessoa anônima, em um momento posterior.
Passando por cidades como Buenos Aires, Nova York e Napoli, a jornada observa a socialização que pode resultar do simples ato de tirar um tempinho para um café, como uma desculpa para um encontro ou uma conversa.
O documentário apresenta relações espontâneas e pessoas comuns, como clientes, baristas e donos de cafeterias.
Caffè Sospeso (2017) – Reprodução Internet
Gostou de ver o café em filmes? Então para encerrar essa nossa lista da sétima arte e também para inspirar os corações, deixamos essa linda poesia de Caio Fernando Abreu:
“Um café e um amor… Quentes, por favor! Sem excessos de doçura ou amargura. Forte Doce… Que ambos façam meu coração acelerar. Que me mantenham vivo.
Um café e um amor… Quentes, por favor! E que de nenhum deles eu sofra de vício, Mas que de ambos, Eu possa me dar ao luxo do hábito
Um café e um amor… Quentes por favor! Pra ter calma nos dias frios. Pra dar colo Quando as coisas estiverem por um fio.
E que eles nunca tenham gosto de ontem Nem anseiem pelo amanhã Que me façam feliz nesse agora, Que me abracem pela manhã.”
Resgatando um pouco da sua memória, a chef Karine Poggio vai servir o Caruru de Setembro para Cosme e Damião ao longo do mês de setembro, no Bistrô das Artes, no Santo Antônio Além do Carmo.
O tradicional da cultura baiana, o nosso “Caruru de Setembro” será servido no bistrô da chef como um prato individual ao valor de R$ 59,90, e estará no menu do almoço, de quarta a sábado, até o dia 30 de setembro.
Menu do Caruru de Setembro
O caruru tradicional é acompanhado de vatapá, arroz branco, feijão fradinho, xinxim de galinha, rapadura, pipoca e rolete de cana e ainda ganha um toque especial.
Querendo caruru em setembro? Já estamos na metade do mês, se você até agora não recebeu um convite… Ta aí uma deliciosa oportunidade, e de ainda ganha uma vista sensacional de “brinde”. #ficadica
“Eu quis acrescentar uma recordação de minha infância, o feijão de leite, que era servido com o caruru na casa de minha avó”
O caruru e a comida afetiva são quase sinônimos e tudo isso é sempre representado no mês de setembro onde, para além do afeto, envolve fé, cultura e ancestralidade.
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A chegada da empresa à cidade de Salvador no início de 2023 marca sua presença em oito estados brasileiros com quase 200 lojas em todo o país.
A SouthRock – operadora licenciada da Starbucks no Brasil – anunciou hoje a expansão da marca para o estado da Bahia, com a primeira loja localizada no Shopping da Bahia, em Salvador, de inauguração prevista para o primeiro trimestre de 2023. A loja marcará a presença da Starbucks em oito estados do Brasil e deverá gerar mais de 30 empregos diretos.
“É com grande prazer que anunciamos a chegada da Starbucks na região nordeste do Brasil. Estamos muito felizes e ansiosos em iniciar essa jornada por Salvador na Bahia, compartilhando nossa paixão pelo café com a população local. Levar a Experiência Starbucks para os clientes da Bahia, região produtora de café tão importante e, ao mesmo tempo, criar oportunidades de trabalho na cidade de Salvador é motivo de grande orgulho para nós”
Claudia Malaguerra, diretora geral da Starbucks no Brasil.
A primeira loja baiana da Starbucks em Salvador será localizada no Shopping da Bahia, um dos mais importantes da região. Com esta loja, a Starbucks Brasil busca oferecer aos clientes um espaço onde possam se reunir e se conectar com familiares e amigos através do café. Além disso, a SouthRock e a Starbucks estão avaliando ativamente outros locais potenciais para mais lojas na cidade.
A nova loja contará com um ambiente aconchegante e confortável para os clientes desfrutarem de cafés arábica de alta qualidade, do Brasil e do mundo, além de bebidas artesanais preparadas pelos baristas. As opções do menu vão desde o Starbucks® Brasil Blend – um café exclusivo feito com grãos 100% brasileiros das regiões de Minas Gerais, São Paulo e Bahia – até outras ofertas de relevância local, como o Starbucks Brigadeiro Frappuccino® e uma receita exclusiva do tradicional Pão de Queijo, um dos itens mais vendidos, oferecidos apenas pela Starbucks no Brasil. Os clientes também terão acesso ao programa de fidelidade Starbucks Rewards™, que oferece benefícios e recompensas exclusivas para seus membros.
Foto: Divulgação/Starbucks BrasilFoto: Divulgação/Starbucks BrasilFoto: Divulgação/Starbucks Brasil
Circuito gastronômico tem cardápios especiais e campanha promocional em parceria com a Stella Artois
O Shopping Paralela realiza a 4ª edição do Paralela Gastrô – Um mundo para saborear. O circuito gastronômico acontece até o dia 25 deste mês de setembro, envolvendo restaurantes comcardápios especiais e campanha promocional em parceria com a Stella Artois. Na compra de dois menus mais R$15,00, o cliente leva para casa um kit Stella, com cálice exclusivo e cerveja de 330ml. A promoção é limitada a três kits por CPF e o Balcão de troca de notas fiscais fica no piso L2, ao lado da loja N’Black.
Participam do Paralela Gastrô: James Stackhouse, Five, Pereira Café, Cazolla, Baby Beef, Sal & Brasa, Meu Chapa, Cia do Churrasco, Spoleto, Sal e Brasa, Divino Fogão, Parmaggio, Formaggio, Oriente Fast, Carambola, Cazolla, B-Burguer, Bobs, Subway, Vila Açaí Havanna, Kopenhagen, Abias Café, Seven Café, Croasonho, Cacau Show, Sr. Brownie, Mr. Pretzel, Contém Curros, Okaberry.
Boas notícias pra quem gosta de degustar um menu completo a um preço fixo especial.
Os restaurantes Mistura resolveram atender aos pedidos dos clientes lançando um menu executivo de três etapas, disponível em ambos não só no almoço, mas também no jantar na unidade de Itapuã.
Com direito a entrada, prato principal e sobremesa, o menu tem valor fixo durante a semana e excelentes opções disponíveis, com criações de base italiana e também de comidas típicas, sempre com técnicas e produtos diferenciados, de forma original e contemporânea.
Apesar de o Menu ter opções fixas, o cliente pode montar seu próprio menu individual, fazendo a combinação que mais gostar dentre as opções oferecidas para entrada, prato principal e sobremesa.
A Chef Andréa Ribeiro, criadora dos menus em ambos os restaurantes, junto com o seu sócio e restaurateur Paolo Alfonsi, que há quase três décadas valorizam ao máximo a matéria-prima em toda a sua essência e combinações, explorou os sabores mediterrâneos e suas raízes nordestinas nas composições, demonstrando a sua delicadeza e talento nas suas criações.
Agora é possível conferir algumas delas em menus temporários.
Mistura Contorno
No Mistura Contorno, o Menu Executivo é uma boa pedida para o almoço e sai por R$ 99,00.
De entrada, é possível escolher entre Carpaccio de Scampi com Frutas Cítricas, Azeitona Preta e Erva Doce ou Casquinha de Caranguejo com Palmito e Pupunha.
Como prato principal as sugestões são Chitarrine Trafilate com Espinafre, Rúcula, Lula Frangiata e Pesto de Castanha do Pará ou Raviolini de Lagosta ao Molho Bisque com Verduras ou ainda Prime Rib Red Pork Duroc com Dobradinha.
Encerrando a refeição, estão disponíveis uma Cocada ao Forno com Sorvete de Canela ou Mil Folhas de Amendoim com Ganache de Cacau.
Um almoço perfeito com vista para o mar da Baía de Todos os Santos é o que te espera.
Vale lembrar que o restaurante não abre às terças-feiras.
Mistura Itapuã
Já no Mistura Itapuã, o Menu executivo fica disponível no almoço e também no jantar, de terça-feira a domingo, por R$ 82,00.
Pra começar, Croquete de Bacalhau ou Carpaccio de Filé Mignon ou Tartar de Atum.
Como prato principal, as opções são Robalo ao Forno com Legumes Aromatizados ou Prime Rib Red Pork Duroc com Dobradinha ou Rigatoni ao Salmão;
De sobremesa, Brownie com Frutas Secas e Açaí ou Pudim com Calda de Gengibre ou Cocada ao Forno com Sorvete de Canela.
É sempre bom recordar que o Mistura Itapuã fecha às segundas-feiras.
Apresentação, texturas, sabores e aromas com qualidade e padrão de excelência que só as delícias do Mistura têm agora estão disponíveis no Menu Executivo em 3 etapas. Um charme.
Chitarrine trafilate com espinafre, rúcula, lula frangiata e pesto de castanha do ParáPrime Rib Red Pork Duroc com dobradinhaCocada ao forno com sorvete de canelaRaviolini de lagosta ao molho bisque com verduras
Documentário sobre Baianas de Acarajé estreia neste domingo, 11 de setembro, no canal Travel Box Brazil.
Patrimônio Cultural do Brasil, os tabuleiros e as baianas de acarajé de Salvador guardam mais do que sabores ancestrais. Por trás de cada um, há histórias de vida de mulheres que encontram no ofício o sustento de suas famílias e a identidade que só quem preserva uma tradição é capaz de conquistar.
No programa especial “Baiana Não Nasce, estreia!”, que vai ao ar a partir do dia 11 de setembro no canal Travel Box Brazil, vamos conhecer essas histórias de vida e os desafios das mulheres que, além de liderarem suas casas e tabuleiros, lutam para preservar uma das tradições mais importantes da capital da Bahia.
Apresentado por Rosa Espinheira, o documentário traz depoimentos de transeuntes, baianos ou não, que revelam suas experiências e impressões sobre o mundo mágico e genuíno das Baianas de Acarajé. Há ainda participações especiais dos artistas Zé Brito e Letícia Novaes, mais conhecida do público brasileiro como Letrux.
Shows Instrumentais, Circuito nos Restaurantes, Cozinha Show, Espaço do Vinho, Stands de Comidinhas, Mercado do Passeio e Espaço Infantil deram o tom do evento.
Organizadores e restaurantes participantes do festival Tempero Bahia fazem balanço do evento e confirmam próxima edição para 2023. Durante onze dias, 31 restaurantes da capital baiana, de Vilas do Atlântico ao Centro Histórico de Salvador consagraram a edição 2022 do Tempero Bahia.
O evento, terminou neste último domingo, dia 4 de setembro, com gostinho de quero mais e teve como saldo um número expressivo de movimento e venda de pratos, que brilharam na proposta a partir do tema ‘Vinhos Brasileiros’.
Que venha o Tempero Bahia 2023
De acordo com a empresária, produtora e organizadora do Festival, Djanira Dias, “O Tempero Bahia cumpriu mais uma vez seu objetivo que é valorizar a cena gastronômica, impulsionando a economia criativa e oferecendo arte, cultura e entretenimento para baianos e turistas”.
Os chefs que participaram também avaliaram positivamente o evento: “Esta edição para o Bella Bistrot foi ótima e positiva, a cada ano vendemos mais e já confirmamos presença no próximo Tempero”, revela a chef Ana Robéria.
Outro chef que ficou bastante feliz com o resultado foi Sandro Borges do Varanda Gourmet. “A saída do meu prato, a Bochecha de Porco foi surpreendente. Aceitação total. Neste ano superamos a última edição. Tivemos clientes daqui e de fora que voltaram mais de uma vez para a casa. Temos uma história de sucesso com o Tempero”, vibra Borges.
O evento, consolidado na Bahia e no Brasil, apresentou um cardápio multicultural e gastronômico, gratuito e acessível, logo no primeiro final de semana do Festival. No Passeio Público de Salvador, rolaram shows instrumentais das bandas Quinteto da Bahia, New Orleans Street Jazz Band (SP), Live 7 e Peu Baiano.
As 9 aulas da Cozinha Show, com grandes nomes da gastronomia baiana e do Brasil tiveram lotação completa. Chefs como Lomanto Oliveira (Fasano Salvador), Elíbia Portela, Chef Twry (Aldeia Barra Velha – Porto Seguro/BA) da Tribo Pataxó, a enóloga e sommelier Nathália Paz (RS) – Nova Aliança, o sommelier baiano Marcelo Freitas, Chefs do Senac Bahia e a poetisa Rose White (PA) brilharam em suas participacoes mais do que especiais.
Chamou a atenção o Mercado do Passeio, com expositores de moda, arte e artesanato. Já os Stands de Comidinhas caíram no gosto do público, o que não poderia deixar de ser, afinal, estiveram presentes o Solar, Casa de Tereza, Paraíso Tropical, Mundi Portugal, Figueira da Vila, Gastrô 360º e 4Rodas Burguer e suas melhores preparações.
Alguns dos expositores se surpreenderam com a saída rápida dos pratos já no primeiro dia e esgotaram os estoques de tudo que levaram. Como se diz por aqui, não deu pra quem quis.
Chef Twry – Foto: AssessoriaElíbia Portela – Foto: Assessoria
Com forte “DNA italiano” em sua produção, a Gelato Borelli chega a Salvador no próximo dia 14 de setembro, com uma megaloja na Avenida Paulo VI, na Pituba. Com 162 m² de área construída, o novo espaço apresenta ao público baiano os gelatos da marca, que vem em plena expansão e ao longo dos últimos 9 anos, abriu 74 unidades em 15 estados, além do Distrito Federal.
A loja da Gelato Borelli em Salvador
O ambiente da Gelato Borelli em Salvador é amplo e traz duas áreas, a interna e a externa, com uma varanda e espaço para pets e traz em sua essência o acolhimento singular que remete aos melhores pontos turísticos da Itália. Além dos gelatos com 80% da matéria-prima de fabricação própria, sem conservantes e sem adição de coberturas que roubem o sabor original, a loja ainda terá cafés e cremes de alta qualidade.
No cardápio, opções clássicas e exclusivas compõem o mix da rede, com destaque para os sabores de Pistache, Doce de Leite, Gianduia e Chocolate Belga. A marca conta ainda com sabores zero lactose e sem glúten.
Outra característica da marca são os “cascões”, que também são produzidos artesanalmente todos os dias e podem ser recheados com cremes feitos de pistache e chocolate branco (o Borellito), de creme de avelã com cacau (a Borella) ou de creme de avelã com chocolate branco (o Nocciollito). Assim fica difícil escolher, rs!
Essa franchising não escolheu Salvador à toa para a próxima unidade. “Recebemos muitas propostas de aplicação de franquias da Borelli, mas o nosso principal ponto de avaliação parte da paixão e comprometimento com a essência da marca. Em Salvador, enxergamos que houve o entendimento do que significa ofertar um gelato Borelli, que é oferecer felicidade através do sabor”, comenta Ivan Oliveira, head de expansão da Gelato Borelli.
Na capital baiana, a franquia é fruto da união de três empresários, Thiago Studart, Antonio Studart e Hugo Copello. Este último conheceu a marca enquanto morava em Piracicaba, no interior de São Paulo. “Quando ele voltou a morar em Salvador, disse que não tinha como viver sem os gelatos da Borelli”, brinca Thiago, que ao ser convidado a conhecer o produto, se apaixonou e se encantou com a oportunidade. “Nós três decidimos, então, investir e está chegando a hora da inauguração”, celebra.
Thiago Studart, Antonio Studart, Hugo Copello e Renata Mello – Foto: Assessoria
Além de independência de Dom Pedro I, momentos menos celebrados foram fundamentais para que o país se separasse de Portugal.
Em 1823, às margens plácidas da Baía de Todos os Santos, uma mulher negra ergue seu braço e brada “Independência ou morte!”, decretando, de uma vez por todas, que o Brasil é um país livre, e não mais uma colônia de Portugal. Embora a história oficial contada nos livros não seja exatamente essa, a luta de mulheres e homens escravizados na Bahia e em outros cantos do país foi fundamental para que o “brado retumbante” de Dom Pedro I, às margens do Ipiranga, em São Paulo, tivesse efeito prático na vida dos brasileiros.
Colônia portuguesa desde a chegada de Pedro Álvares Cabral àquela mesma Bahia, em 1500, o Brasil era, na verdade, um apanhado de províncias que pouco tinham em comum entre si. O que as unia era, sobretudo, a geração de riquezas por meio da escravidão. “As duas questões estão intimamente ligadas, na verdade. Quando falamos em independência, falamos também de um processo político que envolvia fortemente as discussões sobre a manutenção da escravidão nessas terras”, explica o professor de História e coordenador do Núcleo de Evolução de Conteúdo do Sistema Positivo de Ensino, Norton Frehse Nicolazzi Jr.
Enquanto, no papel, Portugal e Brasil travavam uma disputa política acirrada, mas pacífica, pelos direitos sobre o território do lado de cá do Atlântico, na vida real o cenário era bem mais sangrento. Muitas pessoas que faziam parte justamente da multidão de escravizados africanos enfrentaram as tropas portuguesas com as armas que tinham à mão. As marisqueiras da ilha de Itaparica, na Bahia, foram algumas dessas pessoas. Uma delas, Maria Felipa de Oliveira, teria sido a líder de um grupo de mulheres que incendiou muitas embarcações portuguesas no início de 1823, contribuindo fortemente para a expulsão dos militares portugueses do Brasil.
Além dela, ainda na Bahia, as figuras de Maria Quitéria, que se disfarçou de homem para poder lutar contra os portugueses, e da abadessa Joana Angélica, morta no Convento da Lapa, em Salvador, são celebradas até hoje pelos feitos no processo de independência do Brasil. Na terra e no mar baianos, o grito de independência não se limitou ao 7 de setembro de 1822; a batalha durou de 19 de fevereiro de 1822 a 2 de julho de 1823. A data final é, ainda hoje, dia de comemoração.
Além disso, houve ainda guerras muito importantes pela independência no Piauí, Pernambuco, Pará, Maranhão e até mesmo no Uruguai, que, na época, era território brasileiro. “Ouvimos falar muito sobre José Bonifácio, Dona Leopoldina, Dom Pedro I e outros nomes, que também são importantes. Mas o Brasil só se tornou um país independente de fato porque muitos brasileiros comuns, entre eles, muitos a quem o próprio Brasil negou e continua negando reconhecimento e dignidade, lutaram bravamente contra o domínio português”, finaliza Nicolazzi.