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Xirê do Ayrà reúne chefs Ícaro Rosa, Ricardo Vallari e Pedro Meireles em noite de entradinhas no Rio Vermelho

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Xirê do Ayrà: Uma roda de sabores à beira-mar

O Ay­rà Bar prepara uma noite que promete celebrar a gastronomia como festa: dia 19 de setembro (sexta-feira), a partir das 19h, acontece a 2ª edição do Xirê do Ayrà, evento colaborativo que une sabor, cultura e alegria. Os anfitriões Ícaro Rosa e Elen Luz convidam os chefs Ricardo Vallari (Proa Gastrôbar & Cia do Sertão) e Pedro Meireles (executivo no Lafayette, do Grupo Soho) para criar um menu especial — exclusivamente de entradinhas — pensado para provocar olfato, olhar e paladar.

“Xirê”, palavra de origem iorubá que significa “brincar em roda” ou “dançar em roda”, dá nome ao encontro. É também sua alma: união, troca, celebração. À mesa, uma roda gastronômica onde cada chef apresenta sua personalidade, seus ingredientes e sua interpretação do que significa prazer coletivo através da comida.

Entradinhas, drinks & atmosfera

Os pratos do Xirê do Ayrà serão servidos em sequência, permitindo um passeio pelas criações dos três chefs — momentos para compartilhar, provar, comentar. E para acompanhar:

  • drinks autorais que conversam com o frescor do litoral e os temperos do sertão
  • curadoria de vinhos assinada pela sommeliere Thais Castro, em parceria com Meus Vinhos, oferecendo rótulos selecionados para harmonizar com cada garfada
  • trilha sonora sob comando do DJ Pureza, garantindo que a noite ressoe em boa música, som leve, atmosfera vibrante.
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Ayrá na Praia da Paciência, no Rio Vermelho – Foto: Divulgação

Local e como participar

O evento acontece no Ayrà Bar, no Rio Vermelho — um dos bairros mais icônicos de Salvador, com vista pro mar, calor no pôr-do-sol e vibração cultural constante. Para mais informações e reservas: (71) 99936‑5925 ou pelo perfil no Instagram.


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Negroni Week 2025: Purgatório Bar celebra o clássico com drinks exclusivos em Salvador

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Speakeasy premiado é mais uma vez a embaixada oficial da Campari na capital baiana

Escondidinho na Pituba, o Purgatório Bar volta a se destacar no cenário internacional da coquetelaria como a embaixada oficial da Negroni Week 2025 em Salvador. Entre os dias 22 e 28 de setembro, o premiado speakeasy celebra o icônico drink italiano com criações autorais e uma atmosfera que mistura sofisticação, mistério e o tempero singular da capital baiana.

O bar, comandado pelo diretor criativo Jonatan Albuquerque, é o único representante do Norte/Nordeste no prestigiado ranking Top 500 Bars. Reconhecido também com a Melhor Carta de Drinks do Brasil pela revista Prazeres da Mesa e listado entre os melhores bares do país pela Exame, o Purgatório promete uma semana de experiências sensoriais únicas.

negroni no purgatorio

Negroni Week 2025: Quatro releituras exclusivas do Negroni

Durante o evento, a carta do Purgatório será enriquecida com quatro versões exclusivas do Negroni, criadas especialmente para a ocasião. As novidades se somam às variações clássicas já presentes no menu da casa, sempre com o protagonismo do amargo italiano Campari, elemento indispensável para a alma do coquetel.

A abertura oficial da Negroni Week em Salvador acontece no dia 22 de setembro (segunda-feira), com uma festa fechada apenas para convidados. O tema da edição deste ano — “Não existe Negroni sem Campari” — reforça a autenticidade da receita e a ligação histórica do bitter com a coquetelaria de alto nível.

Salvador em clima de Negroni

Além do Purgatório Bar, a Negroni Week 2025 movimenta diversos endereços da capital baiana. Estabelecimentos como o Soho Restaurante, Ferreiro Café, La Taperia, Oxe Drinks, entre outros, entram na rota do coquetel com ativações especiais que evidenciam a versatilidade do Negroni. Com interpretações criativas e menus temáticos, a cidade oferece ao público novas formas de vivenciar esse clássico da coquetelaria, reforçando sua popularidade global e seu lugar cativo entre os mais pedidos do mundo.

Tradição global, sabor com identidade local

Criada em 2013, a Negroni Week é uma celebração internacional de um dos coquetéis mais emblemáticos do mundo. Ao longo de uma semana, bares ao redor do planeta apresentam suas versões criativas da bebida, em uma mistura de tradição, técnica e personalidade.

Em Salvador, o Purgatório Bar vai além do copo: propõe uma vivência completa, onde cada drink conta uma história, cada gole revela uma nuance, e cada noite é um convite ao deleite. Para os apaixonados por mixologia e cultura, é um evento imperdível.

purgatorio 2025
Purgatório Bar – Foto: Divulgação

As reservas para o Negroni Week 2025, de 22 a 28 de setembro, já estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial: www.purgatoriobar.com.br.


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Forneria Di Liana chega com pizzas artesanais e corte à tesoura

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Comandada pelos netos da fundadora, nova Forneria Di Liana une tradição familiar, inovação e sabores clássicos italianos

Em Salvador, tradição e inovação se encontram em um só forno. O restaurante Di Liana, ícone da gastronomia italiana na cidade há mais de quatro décadas, inaugura no próximo dia 7 de setembro a Forneria Di Liana, um espaço intimista dentro do próprio restaurante em Ondina, dedicado à autêntica pizza napolitana com direito a um detalhe que promete encantar: o uso da tradicional tesoura italiana para o corte da pizza.

A iniciativa tem sabor de memória afetiva. Guiada por Lara e Guido Allegro, netos da lendária Dona Liana, que aos 96 anos ainda participa ativamente das decisões do restaurante, a nova forneria nasce da vontade de inovar sem abrir mão do legado familiar. “Queríamos criar algo novo, mas sem perder a essência da nossa família. A pizza é uma paixão italiana e tem tudo a ver com o Di Liana”, explica Guido.

Forneria Di Liana
Dona Liana, Lara e Guido Allegro – Foto: Divulgação

Pizzas com DNA da casa e fermentação artesanal

Na Forneria Di Liana, cada pizza é uma homenagem à tradição e ao sabor. Com massa de longa fermentação, leve e crocante, feita a partir de um blend especial de três farinhas da prestigiada marca italiana Caputo, o cardápio combina sabores clássicos com criações autorais inspiradas em pratos consagrados do restaurante.

Entre os destaques, a Puttanesca traz molho com azeitonas preta e verde, alcaparras e pimenta calabresa, enquanto a 4 Queijos surpreende com base de molho branco artesanal e um quarteto de queijos: muçarela, requeijão, parmesão e gorgonzola. Já a sofisticada Funghi al Tartufo Bianco combina cogumelos shitake e shimeji, azeite trufado e lascas de amêndoa sobre molho de tomate e queijo.

As clássicas italianas também marcam presença: Napoletana, Marguerita, Calabresa e Portuguesa completam o menu e prometem agradar puristas e curiosos.

A tesoura que corta a pizza — e conquista o cliente

Um dos detalhes mais charmosos da nova forneria está no modo de servir: as pizzas chegam à mesa acompanhadas de uma tesoura especial para o corte, uma prática comum em diversas regiões da Itália. Mais do que um adereço, o utensílio ajuda a preservar a textura da massa, mantém o recheio no lugar e transforma a experiência em algo lúdico e memorável.

“Pode parecer um detalhe, mas faz toda a diferença. Não só preserva a borda e o recheio, mas deixa o momento mais divertido”, comenta Lara Allegro.

E para os amantes da boa pizza que preferem o conforto de casa, a tesoura também pode ser adquirida junto ao pedido pelo delivery.

Horários e funcionamento

A Forneria Di Liana funciona no segundo andar do restaurante Di Liana, aos domingos, a partir das 19h, por ordem de chegada. O serviço de delivery está disponível de terça a quinta, das 17h30 às 22h, e sextas, sábados e domingos, das 17h30 às 23h, com pedidos exclusivamente pelo site.

Com a força de suas raízes e o olhar atento às tendências, a nova Forneria Di Liana reforça o que já se sabia: a tradição italiana segue viva e deliciosa em Salvador.


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Dia da Cachaça: O Brasil que Escorre Pelo Copo

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No Dia da Cachaça, um brinde à bebida que carrega a alma do Brasil em cada dose

Dia da Cachaça, o dia 13 de setembro é mais do que uma data simbólica, é o dia em que o Brasil celebra sua bebida mais autêntica. E nesta coluna especial, o sommelier Raimundo Freire vai além da taça para mostrar que a cachaça não é apenas um destilado: é um espelho líquido da nossa identidade cultural, social, espiritual e afetiva.

De símbolo de resistência a musa de artistas, de ingrediente culinário a oferenda sagrada, a cachaça atravessa séculos de história brasileira com sabor, dor e poesia. Neste manifesto lírico e afiado, cada gole é uma página viva da nossa trajetória. Feliz Dia da Cachaça — e o Brasil que ela revela.


Cachaça: o Brasil que escorre pelo copo

Você já parou pra pensar que, ao levantar um copo de cachaça, está também erguendo séculos de história, resistência e identidade?

Não é exagero. É socioantropologia.

A cachaça não é só uma bebida. Ela é um arquivo líquido da cultura brasileira. E entender sua trajetória é como folhear um livro que mistura samba, suor, açúcar, dor e festa — tudo junto, sem censura.

Ela canta!

Está no samba de raiz, no forró pé de serra, nas modas de viola. A cachaça é musa de compositores e companheira de boêmios. “Se você pensa que cachaça é água…” — já dizia o refrão que virou hino popular. Na música, ela é alegria, desabafo e identidade.

Ela alimenta!

Na cozinha, a cachaça é alquimia. Flamba carnes, perfuma doces, dá vida a molhos. É ingrediente de receitas que carregam saberes ancestrais — da roça ao restaurante estrelado. Cada prato com cachaça é uma celebração da terra e da memória.

Ela cura!

Na medicina popular, a cachaça é xarope, garrafada, ritual. Misturada com mel, limão, ervas e fé, ela trata desde resfriado até dor de alma. Não é só química — é crença, é cuidado, é tradição.

Ela inspira!

Pintores, escultores, cineastas e poetas já beberam dela — literal ou metaforicamente. A cachaça aparece em quadros, filmes, versos e instalações como símbolo de brasilidade, contradição e beleza.

Ela sustenta!

Durante o ciclo do ouro, a cachaça era moeda. Servia de consolo aos escravizados nas minas e de lucro aos senhores. Hoje, cachaçarias com nomes como “Ciclo do Ouro” resgatam essa memória — com respeito e crítica.

Ela denuncia!

Foi produzida com mão de obra escravizada. Usada como moeda no tráfico negreiro. A cachaça carrega marcas de dor — e por isso, também é símbolo de resistência.

Ela nasce do açúcar!

Filha dos engenhos coloniais, irmã do melaço, neta da cana. A cachaça é fruto do ciclo do açúcar, da economia que moldou o Brasil. E hoje, ela volta às raízes com produtores artesanais que honram o passado.

Ela se revolta!

Em 1660, o povo se levantou contra o imposto da cachaça. Foi a Revolta da Cachaça — um dos primeiros gritos de autonomia brasileira. Hoje, ela é protegida por lei e celebrada como patrimônio cultural.

Ela escreve!

Na literatura, a cachaça é metáfora. Mário de Andrade dizia: “Meu verso é minha cachaça.” Ela aparece em contos, crônicas e romances como símbolo de introspecção, boemia e crítica social.

Ela resiste à censura!

Durante a Inquisição, a cachaça foi alvo de proibições. Considerada herética, perigosa, profana. Mas ela resistiu — como tudo que é do povo.

Ela é sagrada!

Nos terreiros de Candomblé e Umbanda, a cachaça é oferenda. É conexão com o divino, com os ancestrais, com a força invisível que nos guia. É respeito, é ritual, é fé.

Ela é o povo!

A cachaça é espelho da sociedade brasileira. Foi marginalizada, depois gourmetizada. Hoje, ela transita entre o boteco e o bar de luxo — sem perder sua essência.

E por que isso importa?

Porque entender a cachaça é entender o Brasil. É reconhecer que nossas bebidas contam histórias. É valorizar o que é nosso; com afeto, com crítica, com orgulho.

Então da próxima vez que você brindar com uma dose de cachaça, lembre-se: Você não está apenas bebendo. Você está participando de uma história que começou há séculos — e que continua sendo escrita, gota por gota.

Viva a cachaça!
Beba menos, beba melhor.
Feliz Dia da Cachaça!


Raimundo Freire, sommelier de Cachaça

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Guia de Bares Brahma em Salvador: cerveja gelada e pratos clássicos se encontram

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O Guia de Bares é uma imersão boêmia nas ruas de Salvador

Entre 15 de setembro e 15 de outubro, Salvador vai se deixar seduzir pela combinação perfeita entre gastronomia e cultura boêmia. O trajeto inédito chamado “Guia de Bares Brahma”, idealizado pela Ambev em parceria com a Academia da Cerveja, revela mais de uma dezena de endereços icônicos onde chopes gelados se harmonizam com os pratos mais emblemáticos da cidade. Um convite para brindar com história e sabor.

Sabores locais em sintonia com a cevada dourada

Cada estabelecimento participante — como Pirambeira, Mimi Churrasco, Astro e Confraria do França — propõe uma experiência autêntica, que combina o tempero singular da culinária baiana com a refrescância da cerveja Brahma, na versão tradicional ou zero. Imagina só: acarajés, moquecas, carnes na brasa e petiscos generosos, cada um potencializado pelo brinde que só uma cevada bem gelada pode oferecer.

Cultura e encontros: a alma do boteco

“A cerveja ocupa um lugar de conexão” diz Anna Paula Alves, Diretora de Categoria Cervejeira da Ambev — e não se trata apenas de sabor, mas de sentimento. É sobre mesas compartilhadas, causos entre amigos, trilha sonora da vida boêmia. A rota valoriza espaços carregados de afetividade, referências culturais e brasilidade, onde cada gole é uma história engatilhada.

Diversidade com responsabilidade

Outro diferencial: a presença crescente das versões zero da Brahma, que permitem prolongar a celebração sem abrir mão do sabor. Uma proposta que combina com a leveza esperada em encontros que duram a noite inteira — sempre com responsabilidade.

Guia de Bares Brahma 2025 - Foto: Guiga Motta
Guia de Bares Brahma 2025 – Foto: Guiga Motta

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Primavera 2025: ROTA RV antecipa a estação com circuito gastronômico no Rio Vermelho

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Inspirada nas “rutas de tapas” espanholas, a experiência percorre quatro restaurantes ícones de Salvador

A primavera ainda não chegou oficialmente, mas a ROTA RV já promete florescer sabores e encontros nas ruas do Rio Vermelho. No dia 17 de setembro, uma quarta-feira, a partir das 19h, o circuito gastronômico mais charmoso de Salvador retorna com uma nova edição que celebra a estação das cores com um roteiro de experiências sensoriais.

Inspirada nas tradicionais “rutas de tapas” da Espanha, a proposta convida o público a circular livremente por quatro restaurantes do bairro — Ayrà Bar, La Taperia, Manga e Silva Cozinha — em uma noite que mistura alta gastronomia, drinks autorais e clima de celebração à beira-mar.

ROTA RV
Ícaro Rosa, Elen Luz, Dante Bassi, Kafe Bassi, Ricardo Silva, Luciana Mastique, Juli Holler e José Morchon – Foto: Gabriel Brawne

Passaporte da Edição de Primavera

Com o Muito Gourmet entre os organizadores, o evento adota um formato já consagrado — e com histórico de ingressos esgotados em tempo recorde. Cada participante recebe um passaporte que garante uma entrada harmonizada com uma taça (de vinho ou drink especial) em cada um dos quatro restaurantes do circuito. Sem ordem fixa de visita, o roteiro estimula a descoberta espontânea de cada casa e valoriza a circulação pelo bairro.

A ideia é valorizar a cena gastronômica local e criar uma experiência única, onde cada chef prepara uma criação especial para a noite — os menus harmonizados serão divulgados em breve.

Circuito gourmet em clima de primavera

Mais do que um evento, a ROTA RV se consolida como um movimento cultural que celebra a gastronomia baiana com sofisticação, criatividade e um toque internacional. O Rio Vermelho, bairro boêmio por excelência, vira palco de um roteiro que conecta chefs renomados, receitas autorais e o público apaixonado por novas experiências.

Os ingressos já estão à venda por R$ 225 na plataforma Sympla, pelo site oficial e o evento acontece das 19h às 23h. Uma dica? Garanta o seu passaporte antes que esgote.


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Guest Bartender celebra o Dia Nacional da Cachaça em Salvador com coquetéis autorais

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A capital baiana celebra o Dia Nacional da Cachaça mais genuína com elegância e sabor

Salvador se prepara para brindar em grande estilo o Dia Nacional da Cachaça, em uma noite de celebração, arte líquida e pura brasilidade. No dia 13 de setembro de 2025, às 18h30, o histórico Hotel da Bahia by Wish será palco de um evento exclusivo: o Guest Bartender. A programação reserva coquetéis icônicos assinados por sete nomes de destaque da coquetelaria soteropolitana — Beta Figueiredo, Josenilton, Lu Lemos, Ives Sullivan, Ruddy Fedullo, Marcus Andrade e Raimundo Freire — que prometem reinventar a experiência da cachaça com criatividade e técnica refinada.

Cachaças artesanais que inspiram

Para este encontro sensorial, foram selecionadas sete cachaças que representam a excelência dos alambiques brasileiros: Cordel Feliz, Matriarca, Paramirim, Supremacia, Kiricó, Amada e Valiosa. Cada uma delas conta sua própria história e perfil — do aroma ao sabor — e se transforma em coquetéis memoráveis sob as mãos atentas dos bartenders.

Ingredientes que elevam o sabor

A experiência vai além da bebida fonte. Ingredientes valiosos e parceiros renomados elevam o padrão dos drinks:

  • Monin, com sua linha de xaropes artesanais;
  • Seivah, oferecendo mel de cacau gourmet;
  • Ice Boss, contribuindo com gelo translúcido de luxo, que realça a estética e preserva o sabor;
  • Preshh, responsável pela explosão equilibrada de gásão nos coquetéis com gaseificação.

Uma celebração para ficar na memória

O evento também marca o lançamento da primeira confraria de cachaças de Salvador, um espaço para unir apaixonados pela bebida, fomentar debates e descobrir novos rótulos. Música convidativa, ambiente acolhedor e o prestígio de brindes cuidadosamente elaborados compõem o cenário ideal para brindar à tradição e à inovação da cachaça brasileira — tudo emoldurado pela atmosfera singular da capital baiana.

Raimundo Freire, idealizador do projeto e colunista do Muito Gourmet, é um entusiasta que vem impulsionando a cultura da cachaça na Bahia. Seus esforços incluem promover produtores artesanais e incentivar a coquetelaria criativa, conectando Salvador à riqueza da bebida nacional. Sua visão é clara: cachaça como experiência cultural, sofisticada e contemporânea.


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Adeus à flute: quando a taça deixa de servir ao vinho

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Todo mundo já brindou com uma flute. Alta, fina, elegante… Um símbolo máximo de celebrações.

Mas se ela é bonita para a foto, será que realmente valoriza o vinho? Essa é a provocação da sommelière Carol Souzah na nova coluna para o Muito Gourmet.

Do Champagne maduro ao Pet Nat vibrante, Carol mostra por que a flute não dá conta da complexidade dos espumantes e revela como sommeliers e consultores vêm substituindo tradição por taças que libertam aromas, texturas e experiências.

Um convite a repensar a taça que escolhemos na hora de brindar.


O declínio da taça flute: por que ela não faz mais sentido no mundo do vinho

Sempre chega a hora de encarar a verdade: a taça flute é mais estética que funcional. Resistiu como símbolo de celebração, alta, fina, elegante, sempre presente nos brindes de réveillon. Mas ícones também envelhecem.

O que a flute entrega é puro espetáculo visual: bolhas alinhadas, subindo em fila, um encanto para os olhos. Mas e o que realmente importa? Os aromas, as camadas, a complexidade que um bom espumante guarda. E é nesse ponto que a flute falha. Seu formato estreito sufoca o vinho, impede a oxigenação mínima e bloqueia a expansão aromática. Beber um Champagne maduro nela é como tentar ouvir uma orquestra inteira através de um canudinho.

Sommeliers do mundo todo já decretaram: a flute é um equívoco técnico. A evolução da enologia nos mostra que grandes espumantes não são só borbulhas festivas, são vinhos complexos, que exigem respeito. Um Champagne Blanc de Blancs com anos sobre as borras, um Cava de longa guarda… nenhum deles cabe dentro de uma pequena flute. E se ampliarmos ainda mais o olhar para os vinhos naturais, pensemos nos Pet Nats: vivos, pulsantes, cheios de personalidade. Servi-los em flute é limitar sua espontaneidade, é como querer enquadrar um rio em uma garrafa.

A tendência atual é clara: substituir a flute por taças maiores, tipo tulipa ou até mesmo Bordeaux, que permitem a abertura dos aromas e a experiência completa. Porque vinho não é objeto decorativo, não é acessório de foto em festa. Reduzir isso a um filete de vidro com bolhas é abrir mão da essência do vinho.

Tenho vivido essa conversa intensamente aqui em Salvador, seja em degustações ou aulas, na criação de cartas de vinho e nas consultorias que venho fazendo em restaurantes. O tema da flute sempre surge: será que o cliente aceita outra taça? É preciso ter flute? A resposta é sempre um desafio. Porque, por mais que nós, profissionais, saibamos que a flute está em desuso, a maioria dos consumidores ainda vê nessa taça um ícone de elegância, o símbolo máximo do momento de brindar.

Lembro que na época do meu bar de vinhos, esse era um desafio diário. Explicar ao cliente que o espumante ficaria melhor em uma taça de vinho branco ou até mesmo em uma taça Bordeaux era uma tarefa de paciência, mas que valia a pena. Preferia entregar a ele uma experiência mais ampla de aromas, de textura, de presença em boca, do que manter a tradição de um objeto que não fazia jus ao vinho. E acredite: bastava provar para que o cliente entendesse na prática.

Esse é o ponto: não se trata de desdenhar do público, mas de educar o olhar e o paladar. A flute tem sua história, seu lugar na memória afetiva das celebrações, e não podemos ignorar isso. Mas como sommeliers e consultores, nosso papel é justamente informar que o vinho pode ser muito mais quando servido em uma taça adequada.

Se queremos falar sério sobre vinho, precisamos dizer sem medo: a flute já não é suficiente. O futuro dos espumantes, dos clássicos envelhecidos aos Pet Nats descomplicados e vibrantes, está nas taças que libertam e ampliam a experiência. Persistir nela é insistir em reduzir o vinho a um acessório de brinde.

Essa é a encruzilhada: equilibrar a tradição cultural com a evolução da degustação. Mas é nesse embate que o vinho ganha força, e nós também.

flute orquestra
“Beber um Champagne maduro nela é como tentar ouvir uma orquestra inteira através de um canudinho”

Carol Souzah sommèliere e jornalista

Sobre Linha Editorial e a Carol Souzah

Carol Souzah é sommelière, jornalista e nova colunista do Muito Gourmet.

A sommelière abordará inovações no mundo dos vinhos, curiosidades, harmonizações, aspectos socioeconômicos, sustentabilidade, ética na produção e muitas dicas.


Festival do Porco Inteiro promete experiência gastronômica imersiva com open chopp em Salvador

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O Porco Steakhouse realiza 6ª edição do evento com carne suína do focinho ao rabo e chope à vontade

No próximo sábado, dia 06 de setembro, Salvador vai receber um dos eventos gastronômicos mais suculentos do ano: o Festival do Porco Inteiro, realizado pelo restaurante O Porco Steakhouse.

Em sua 6ª edição, o festival convida os amantes da boa mesa para uma verdadeira imersão carnívora, com carne suína servida em sua totalidade — do focinho ao rabo — e chopp liberado durante todo o evento.

Das 12h às 16h, os participantes poderão se deliciar com um open food que exalta a versatilidade e a riqueza dos cortes suínos. Nada de esconder os detalhes: aqui, a proposta é celebrar cada parte do animal com respeito à técnica e à tradição, em preparos que valorizam sabor, textura e criatividade.

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Festival do Porco Inteiro – Foto: Divulgação

Festival do Porco Inteiro: Uma ode à carne suína

O Porco Steakhouse, casa especializada em carnes suínas, vem conquistando o público soteropolitano ao derrubar mitos e preconceitos em torno desse tipo de proteína. Comandado pelo chef Sandro Borges, um apaixonado pela arte do fogo, o restaurante se propõe a ensinar na prática as diferenças entre os cortes do porco.

Durante o Festival do Porco Inteiro, essa filosofia ganha forma em um banquete sem cerimônia, onde a carne é estrela e o chopp, coadjuvante generoso. A combinação promete conquistar tanto carnívoros convictos quanto curiosos em busca de novas experiências.

Gastronomia, cultura e celebração

Mais do que uma refeição, o Festival do Porco Inteiro é um convite ao convívio, à troca de sabores e histórias. O ambiente descontraído do steakhouse, somado ao clima festivo do evento, cria o cenário ideal para um sábado memorável em Salvador.

Com ingressos a R$180 por pessoa (crianças até 10 anos pagam meia), o festival oferece uma experiência gastronômica de alto nível, acessível e repleta de autenticidade. Uma excelente pedida para quem deseja explorar a gastronomia local com profundidade e com muito sabor.
Informações e reservas através do WhatsApp.


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Três grandes chefs do Brasil cozinham em Salvador em jantar especial no Origem

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Jefferson Rueda, Ian Baiocchi e Kaywa Hilton se unem a Fabrício Lemos e Lisiane Arouca para celebrar São Cosme e Damião com menu exclusivo no Origem Convida

Na noite de 25 de setembro, Salvador será palco de um encontro gastronômico de tirar o fôlego. Em mais uma edição do projeto Origem Convida, o casal de chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca recebe três grandes nomes da culinária brasileira para um jantar colaborativo que homenageia os santos gêmeos Cosme e Damião, celebrados com alegria na Bahia.

Quem chega à cozinha do Origem são Jefferson Rueda, chef do premiado A Casa do Porco (SP), Ian Baiocchi, do sofisticado Grupo Íz (GO), e o baiano Kaywa Hilton, do criativo Boia Restaurante. Juntos, eles elaboram um menu degustação de oito etapas que promete passear pelas tradições brasileiras com sofisticação, técnica e afeto.

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Fabrício Lemos e Lisiane Arouca – Foto: Leonardo Freire

Sabores do Brasil em harmonia

A cada edição, o Origem Convida reafirma seu propósito de reunir cozinheiros com trajetórias singulares em uma celebração da diversidade gastronômica. Desta vez, o evento abraça a simbologia dos santos protetores das crianças e da fartura, com uma proposta sensorial rica em memórias e brasilidades.

Jefferson Rueda traz de São Paulo sua cozinha caipira de excelência, onde o porco é tratado com reverência e criatividade. Seu restaurante figura entre os melhores do mundo, segundo o The World’s 50 Best, Latin America’s 50 Best e o exigente ranking francês La Liste.

Ian Baiocchi, de Goiânia, imprime sofisticação à cozinha do cerrado brasileiro. À frente de seis casas, é um dos maiores nomes da gastronomia do Centro-Oeste, reconhecido por sua habilidade em criar ecossistemas de hospitalidade e conexão com a comunidade.

De volta à casa, o soteropolitano Kaywa Hilton celebra os pescados e ingredientes baianos com a elegância da técnica francesa. Formado em restaurantes estrelados, Kaywa hoje imprime uma identidade própria no Boia e no Maré, exaltando os sabores do litoral baiano.

Mais que um jantar: uma imersão cultural

Além do banquete, os chefs convidados participam de uma imersão na cultura e gastronomia local. Fabrício e Lisiane promovem visitas guiadas e encontros com produtores parceiros, em experiências que extrapolam o salão do restaurante.

O destaque vai para a apresentação do trabalho do Instituto Ori, coletivo idealizado pelo casal anfitrião, que acredita na transformação social por meio do alimento.

Como manda a tradição do projeto, Lisiane Arouca assume a criação das sobremesas do jantar — sempre aclamadas por sua delicadeza e inventividade. O menu inclui snacks, entradas, pratos principais e sobremesas, com opção de harmonização com vinhos.

Serviço

Origem Convida: Jefferson Rueda, Ian Baiocchi e Kaywa Hilton
Data: 25 de setembro, às 19h
Local: Restaurante Origem — Alameda das Algarobas 74, Caminho das Árvores
Valor do menu: R$ 420 | Harmonizado: R$ 800
Reservas: (71) 99202-4587


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