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Conheça as novidades do novo menu da Mamma Jamma

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Novidades vão de pratos principais a sabores de pizza, totalizando quase 30 receitas.

A rede de pizzarias carioca Mamma Jamma, que tem a sua unidade em Salvador localizada no Shopping Barra (Piso L4), coloca em cartaz um novo menu cheio de personalidade. Repaginado, o cardápio traz novidades tanto entre as pizzas – assinadas pelo chef pizzaiolo Raimundo Rodrigues – quanto nas entradas e pratos principais, com receitas autorais do chef italiano Renato Ialenti.

O Novo Menu da Mamma Jamma

Carro chefe da casa, a pizza ganhou sete sabores no novo menu, sendo quatro preparados com embutidos: pepperoni, mozzarella de búfala e mel; linguiça toscana, mozzarella de búfala, molho de tomate natural e parmesão; presunto, alho poró, mozzarella e parmesão; e ainda a Mamma Pepe, com linguiça calabresa artesanal, mozzarella de búfala, Catupiry® e pimenta do reino.

Prometem surpreender ainda as combinações de gorgonzola, mozzarella e mel; cebola roxa, brócolis, mozzarella de búfala e molho de tomate natural; e cogumelos Paris, mozzarella e parmesão, finalizada com pimenta do reino.

Entradas tipicamente italianas

Servidas ao longo de todo o horário de funcionamento, as entradas incluem novidades como o Uova al Purgatorio – ovos ao forno no molho de tomate com tomate cereja, mozzarella, parmesão e basílico -, o Polpette al Sugo – almôndegas ao molho de tomate com focaccia – e duas versões de panino: o recheado com presunto, tomate seco, rúcula e Catupiry®, e o com presunto de Parma, queijo brie, rúcula e balsâmico.

Il Menu Del Pranzo

Já o menu de almoço conta com 10 receitas inéditas. Com preços entre R$ 38 e R$ 84, o cardápio é dividido em saladas, risotos, massas frescas e secas, além de uma seção dedicada às carnes. No pedido dos principais, os clientes recebem ainda uma salada e focaccia individuais, além de, nos dias de semana, uma mini sobremesa.

Entre as massas frescas, chama atenção o tagliatelle ao molho e tomate com almôndegas e fonduta de parmesão. Para os fãs de risoto, são duas novas receitas. O de brie e funghi leva além do queijo um mix de cogumelos, enquanto o Mare e Monti une camarões e cogumelos ao tomilho. Entre os pescados, o filé de atum ao leite de coco com gengibre e coentro acompanha o risoto de limão siciliano, enquanto o filé de tilápia em crosta de ervas finas é servido com legumes salteados. É possível optar ainda pelo filé de frango à milanesa com maionese de pimenta e risoto de parmesão; pelo medalhão de filé mignon com tagliatelle na fonduta de parmesão, manteiga e sálvia; e pelo filé mignon suíno ao molho de ervas finas com risoto de linguiça toscana e brócolis.

I Dolci

Para sobremesa, além do famoso brownie de Nutella da casa, agora é possível conferir o clássico Tiramisú e a Meringata servida com suspiros e morangos.

Nós adoramos as novidades do novo menu da Mamma Jamma, e você?

Novo menu Mamma Jamma: Merengata
Merengata – Foto: Rodrigo Azevedo

Serviço

Endereço: Shopping Barra – Piso L4 Leste
Funcionamento: Das 12h às 22h30, sextas e sábados até 0h, domingos das 12h30 às 22h30
Telefone: (71) 3055-4499

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Restaurante com fila: ir embora ou esperar?

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Vamos enfrentar hoje uma questão que nos atravessa praticamente sempre que saímos para ir a algum restaurante. Havendo filas, ficamos e esperamos ou vamos embora para outro lugar?

É verdade que, quando estamos de férias, estamos mais dispostos a enfrentar longas filas em locais históricos e famosos ou um restaurante com fila. Estamos sem compromisso com o tempo e tudo nos agrada, afinal estamos no modo turista.

Coisa muito diferente acontece quando não estamos passeando, mas buscando um restaurante em nossa cidade de residência. Nesse caso, a situação muda completamente. Dito isso, vamos analisar o aspecto das filas quando não estamos turistando por aí.

Afinal de contas, como conciliar fome e espera, já que no cotidiano de nossas vidas, ir a um restaurante para atender a uma demanda tão urgente quanto a fome pode retirar nossa disposição para esperar?

Enfrentar sol, calor, chuva vento e crianças irritadas até poder encontrar uma mesa para fazer uma refeição pode parecer um verdadeiro martírio e um sofrimento coletivo. No entanto, vemos cotidianamente pessoas que estão dispostas a enfrentá-lo em longas e demoradas filas, enquanto outras se recusam a permanecer em uma fila sem previsão de tempo de duração.

Diante desse cenário, resolvemos investigar mais a fundo a questão do nosso comportamento alimentar de esperas em filas de restaurantes. Por que fazemos isso, ao invés de efetuar reservas com antecedência? Eis uma questão tão comum, mas fonte de inquietação nossa.

O ponto de vista dos restaurantes

Para começar, é importante firmarmos a seguinte premissa: as filas são uma escolha de operação do restaurante, que assim decide. Ficamos nas filas porque o local decide que iremos passar por isso.

É dizer, ao iniciar a sua operação, o restaurante tem a opção de deixar todas as suas mesas disponíveis somente para reservas com antecedência, ou, ao contrário, abrir para o atendimento ao público em geral e receber todos os que lá aportarem, dando espaço para a formação das filas.

No melhor dos mundos, portanto, a adoção de uma política de reservas com antecedência de 100% das mesas disponíveis é uma excelente estratégia e tem alguns benefícios inegáveis para o restaurante.

Vejamos as vantagens e desvantagens dessa opção sob o ponto de vista dos restaurantes.

Vantagens e desvantagens do sistema exclusivo de reservas

Bem, se operar somente com reservas pode trazer benefícios, quais são eles?

Para começar, ter todas as suas mesas disponíveis para reserva permite uma programação por parte do restaurante de toda a sua operação, evitando contratempos e diminuindo a possibilidade de imprevistos acontecerem. Nesse caso, é possível mensurar, com planejamento real e com dados concretos, toda a visita dos clientes, seus horários e, inclusive, ocasiões especiais que podem vir a acontecer como, por exemplo, noivados, aniversários e comemorações.

Colocar todas as mesas disponíveis somente para reserva permite, até mesmo, ao chef, inovar em preparações mais demoradas, justificando todo o investimento de tempo e trabalho em pratos de alta complexidade e abrindo a possibilidade de se fazer uma culinária de maior qualidade. Preparações que levam, por exemplo, muitas horas ou ingredientes raros ou que precisem ser servidos muito frescos, podem vir a fazer parte do menu, uma vez que o grande trabalho será recompensado pela presença certa de apreciadores.

Disponibilizar todos os espaços somente para reserva permite ainda, por exemplo, que restaurantes com vista para o mar possam destinar as mesas localizadas estrategicamente com um visual incrível para os seus clientes com esse diferencial. Do mesmo modo, reservar permite aos estabelecimentos que contam com música ao vivo, disponibilizar as mesas mais próximas ou mais afastadas dos músicos, de acordo com a preferência dos clientes.

Entretanto, como tudo tem seu lado B, ter somente mesas reservadas abre espaço para o “no-show”, que é quando as pessoas que reservaram o espaço não aparecem. Considerado como uma grande falta de consideração por parte dos clientes, o fenômeno, entretanto, não é raro. Em especial os restaurantes pequenos sofrem muito com esse comportamento, uma vez que, contando com apenas um punhado de mesas, ao deixar uma delas vazia, isso representa uma grande fatia do seu negócio.

A ocorrência de “no-show” talvez se deva à falta de prejuízo do cliente que não vai até o local. Ao contrário do que ocorre quando compramos um ingresso para um teatro ou para um show, em que iremos arcar com o prejuízo com a compra do ingresso pelo qual já pagamos com antecedência, na reserva de mesas, regra geral, isso não ocorre.

A reserva, portanto, acaba virando algo sem valor para o cliente, que nada desembolsa pelo prejuízo gerado ao restaurante. Nesse caso, como é o restaurante quem perde, dá até para entender o motivo da grande irritação por parte dos restaurantes com o “no-show” e com a falta de adesão das empresas a este modelo de atendimento somente por reservas.

Abrindo espaço para as filas

Ao jogar às favas a possibilidade de reservas, o restaurante, então, abre a oportunidade de formação de filas em sua entrada. Longas e cansativas, muitas vezes, ao ver um restaurante com fila, não vamos mentir, mas nos parece que estamos diante de um balcão, onde as pessoas passam para comprar comida para levar para casa.

Mais uma vez sob o ponto de vista do restaurante, ter filas demanda a preparação de um local específico para acomodar as pessoas, um serviço mínimo de organização deste local e preparar-se para escutar e lidar com reclamações em caso de demora excessiva.

Além disso, as filas exigem do restaurante uma operação afiada, rápida e eficiente, sem, entretanto, que o cliente em atendimento se sinta pressionado e apressado. Difícil equilíbrio. O cliente quer aproveitar seu momento no restaurante e não se sentir premido pela fila. Já os que aguardam na fila parecem viver cada cinco minutos como se fossem 30 e impacientam-se no ritmo do apetite crescente. Caras feias de fome podem arruinar toda a experiência dos que aguardam e destruir a reputação do local, que passa a ser percebido como um ambiente com atendimento lento e incompetente e uma experiência de aborrecimento e não fonte de satisfação.

Funcionar com filas também exige do restaurante flexibilidade em relação aos seus horários de funcionamento. Para atender a todos os que aguardam, o restaurante pode ter de vir a ampliar os seus horários de atendimento ou mesmo recusar novos clientes da fila, o que pode não pegar muito bem. Elastecer os horários de trabalho de colaboradores também não parece a melhor saída, uma vez que é sabido que longas horas de trabalho desgastam, cansam e exaurem as forças dos trabalhadores, diminuindo especialmente sua capacidade de bem atender.

Restaurante com fila, portanto, não parecem ser um bom negócio a longo prazo.

O ponto de vista dos clientes

Do ponto de vista do cliente, esperar em filas parece uma experiência masoquista. Afinal, por que ficar na fila então se, como clientes, podemos ir a outro lugar e sermos prontamente atendidos? Não parece ter lógica mesmo.

Poderia se dizer que enfrentamos restaurante com fila porque não gostamos de fazer reservas com antecedência.

Pensando bem, hoje em dia, ir ao restaurante não é mais um grande evento, pois já virou algo cotidiano, usual. Enquanto nas décadas antecedentes, ir jantar fora era sinônimo de um programa que demandava um planejamento prévio de alguns dias, atualmente, o evento é algo mais corriqueiro e faz parte da vida das pessoas das grandes cidades, que estão acostumadas a comer fora.

No ritmo desse comportamento cotidiano, hoje reservar uma mesa não demanda grandes esforços. Atualmente, é possível fazer uma reserva diretamente pelo próprio WhatsApp ou Instagram e voilà, rapidamente a questão está resolvida, com o uso somente dos dedos das mãos e um smartphone.

De outro lado, tudo indica que, ao efetuar uma reserva, o cliente se torna mais exigente, automaticamente. Em razão de ter efetuado o planejamento, espera encontrar, ao chegar no horário reservado, um ambiente especialmente preparado para o receber, com atendimento atencioso disponível, afinal de contas, o restaurante, imagina-se, prepara-se para o recepcionar com antecedência. Expectativas são criadas.

Além de ser mais exigente, o cliente que faz o agendamento também acredita que um restaurante que opera exclusivamente com reservas é mais exclusivo e, portanto, esse cliente está mais disposto a desembolsar valores maiores pela experiência que começa no momento em que efetua o agendamento. O local ganha o selo de sofisticado e acaba se transformando em um local para ver e ser visto, em uma espécie de validação social. Reservas são, portanto, a melhor opção também para os clientes que buscam essa experiência de exclusividade e dão o tom do local.

O cliente que reserva, portanto, é muito mais exigente e rigoroso com o restaurante.

De outro lado, o cliente que espera na fila é menos meticuloso. Em geral, diante de um restaurante com fila, o cliente fica com a impressão de que aquele estabelecimento tem um atendimento mais democrático e popular e recebe a todos os que ali chegam a qualquer momento, mesmo quando próximo do horário de fechamento.

Esse cliente provavelmente acredita também que, além de possivelmente possuir diversas opções para agradar a muitas pessoas diferentes, o local conta com valores acessíveis em seu menu. Junto a isso, quem está na fila pode ter a impressão de que o cardápio será tão diverso a ponto de agradar a gregos e troianos. Ai do restaurante que não atender a essa expectativa depois de submeter um cliente a uma espera e depois não ter nada do seu agrado para a tão aguardada refeição.

Ainda sob o ponto de vista dos consumidores, é inegável que vivemos em uma época cujos hábitos alimentares são profundamente influenciados pelas redes sociais. Na esteira desse comportamento, os restaurantes atualmente investem pesado nessa forma de atração de clientes, de modo que quando um restaurante fica muito comentado e famoso na rede social, já se pode ter certeza que toda essa atenção resultará em longas filas de espera.

No mesmo sentido, as filas dão ao cliente a falsa impressão de que aquele restaurante está bombando. Uma vez mais, o restaurante tem essa noção de que as filas irão ocorrer como resultado de um marketing eficiente. Assim, sugestionados pelas rede sociais, os clientes correm todos para o mesmo local, ao mesmo tempo, em um comportamento de manada, agindo todos da mesma forma, mesmo sem combinar previamente isso. Filas começam virtualmente e depois se formam presencialmente. Essas mesmas filas vão dar a impressão de que o local vale a pena ser visitado, afinal todo mundo está lá, despertando o senso de pertencimento de quem quer fazer parte.

Entretanto, o resultado trágico das filas longas é que essas deixam todo mundo chocho e capenga de fome.

Bem, se você acha que precisa passar por isso, temos uma boa notícia para você: não precisa.

Quer um conselho? Caia fora!

Diante de tudo isso, temos uma nova perspectiva acerca das filas: elas são criadas pelos restaurantes e não geram outra coisa além de altas expectativas posteriormente frustradas e tormentos nos clientes.

Por aqui, acreditamos que esperar em filas é um sofrimento totalmente desnecessário e evitável.

Afinal, por que esperar em filas, diante de tantas boas opções de locais para atender bem e servir refeições deliciosas e fartas? Há sempre algum outro local para conhecer e que te receberá de forma muito mais confortável e sem sofrença.

No mesmo sentido, também existe sempre a possibilidade de rapidamente, pelo celular, efetuar uma reserva com uma antecedência pequena nos locais que aceitam o agendamento. Não é preciso muito.

Além disso, o suplício da espera, podemos garantir, raramente compensa com uma refeição à altura, especialmente quando a espera nos irrita e exaure. Comer de mau humor retira todo o prazer residual que poderia restar nos clientes esfomeados por terem de aguardar. Vai por mim, esperar é um dissabor que vai amargar o que virá depois.

Enfim, nada justifica uma fila de mais de 10 minutos, tempo máximo de espera a nosso sentir, pelo que, a não ser que você seja um elefante, deixe de lado o efeito manada e procure outro local para fazer a sua refeição.

Acredite, nenhum restaurante vale o aborrecimento. Vá embora e seja mais feliz.

Fonte: Pourquoi fait-on la queue deux heures pour manger une pizza?

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Morro de São Paulo recebe festival gastronômico com 28 restaurantes, shows e mostra de cinema em outubro

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A segunda edição do evento traz roteiro de atividades em 15 dias com expectativa de injetar R$ 30 milhões na economia local.

Considerado um paraíso por suas praias, o município de Cairu é o terceiro destino mais procurado na Bahia e uma das cinco cidades classificadas na categoria A no Mapa do Turismo Brasileiro 2022, do Ministério do Turismo (MTur). Aproveitando esses atrativos, a ACEC – Associação Comercial e Empresarial do município realiza a segunda edição do Festival Morro de São Paulo para atrair turistas e moradores e aquecer a movimentação no arquipélago da Ilha de Tinharé, que está às vésperas da alta temporada.

O evento acontecerá entre os dias 15 e 30/10 com uma programação de shows, palestras, mostra de cinema e cozinha show. A edição 2022 traz Roteiro Gastronômico envolvendo 28 restaurantes com pratos exclusivos e curadoria assinada pelo renomado chef baiano Vini Figueira.

Para o segundo ano do Festival Gastronômico & Cultural de Morro de São Paulo “a expectativa é injetar mais de R$ 30 milhões na economia local e um aumento nas vendas em torno de 20% nos quinze dias de festival, sobretudo nas áreas de alimentação e hospedagem”, pontua Juan Troitino, presidente da entidade. Em Morro de São Paulo a média de visitantes é de 200 mil pessoas, segundo dados da Secretaria de Turismo da Bahia. Número que deverá crescer neste próximo período.

Mostra de Arte & Cultura

Uma das novidades será a Mostra de Arte & Cultura, nos dias 22 e 23/10 comandada por Flávia Barbalho Paulino, produtora e diretora audiovisual responsável pelo Festival de Cinema de Trancoso e a Mostra de Cinema de Caraíva. Serão exibidos seis filmes entre curtas e longas-metragens nas categorias adultas e infantis.

Cozinha Show

A programação deste ano também apresenta o Cozinha Show, dia 16/10, onde o chef Vini Figueira convidará o chef Kaywa Hilton e as marisqueiras de Cairu.

Dentro desta programação, palestras e oficinas gastronômicas já estão sendo realizadas pelo Sebrae, Senac, chef Mia Carazoli e o mixologista Junior Queiroz.

Oficina Gratuita para as crianças

Uma oficina gratuita de culinária infantil vai reunir dois grandes chefs no festival: a gastrônoma e chef executiva da rede Mariposa, Mia Carazoli, e o chef do restaurante da Pousada Vila dos Orixás, Ulle Matos.

Eles comandam uma Cozinha Show especial dentro da programação da 2ª edição do festival, dia 16 de outubro, na Fortaleza de Morro de SP, às 12 horas, com inscrições no local.

Reunindo criatividade e saudabilidade, a idéia é apresentar receitas fáceis e funcionais para ampliar o gosto dos pequenos: “A gente está industrializando muito o paladar das crianças. Tudo muito no pacote e saquinho. As minhas oficinas são sempre tentando levar a descoberta, a questão sensorial, de cheirar, olhar os alimentos”, declara a chef Mia Carazoli.

A chef já apontou alguns ingredientes que não vão faltar nos pratos da criançada. “Na dinâmica eles vão colocar a mão na massa, faremos até um docinho saudável, no formato de brigadeiro, e entre os insumos estão alimentos saudáveis como banana, ameixa, passas, coco e chia”.

Show na Fortaleza de Morro de São Paulo

A programação do festival terá um show de abertura exclusivo, dia 15/10, às 16h, na Fortaleza de Morro de São Paulo.A cantora Margareth Menezes apresenta o Eletroacústico com uma seleção eclética de canções que marcam a trajetória da cantora e compositora para apenas 500 pessoas. A noite será completa com a família musical OnLive Bahia, que desde 1987 encanta o público com a violinista Hosana Ibarra.

Os ingressos já podem ser adquiridos pelo aplicativo Viva Cairu. A plataforma, disponível para smartphones, também traz informações turísticas sobre a ilha e rendeu o reconhecimento de pioneirismo por parte do projeto Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) do Ministério do Turismo. Mais informações sobre o Festival estarão disponíveis no Instagram @festivaldemorro.

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Salvador Restaurant Week celebra 20 edições, com mais de 70 restaurantes participantes: confira

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O maior e mais democrático festival gastronômico do país acontece em Salvador até 6 de novembro com o tema Gastronomia e Música.

Desde que desembarcou em Salvador, em agosto de 2011, com o objetivo de democratizar a boa gastronomia, o Salvador Restaurant Week se tornou um dos principais acontecimentos da cena gastronômica soteropolitana, movimentando restaurantes, valorizando chefs e proporcionando ao público experiências nos melhores estabelecimentos da cidade a preços especiais.

Com essa receita de sucesso, a Salvador Restaurant Week chega a sua 20ª edição repleta de motivos para celebrar. Mais de 70 restaurantes confirmaram participação e o tema escolhido não poderia ser outro: “Música e Gastronomia”.

Neste período, a música vai estar presente de diversas formas, seja como inspiração na elaboração dos menus, para ouvir no ambiente, numa playlist especial ou “ao vivo”, como no show de abertura do evento com a Confraria da Música, que acontecerá nesta quinta, 06/10, a partir das 19h, no Espaço Gourmet do Salvador Shopping, aberto ao público em geral.

“Boa música e comida de qualidade são duas coisas que todo baiano ama, vamos unir essas duas paixões e fazer uma Restaurant Week ainda mais especial”

Licia Fabio

Como como funcionará essa edição do Salvador Restaurant Week

Os mais de 70 restaurantes espalhados pela capital baiana, com seus chefs e artistas da culinária mais cantada do mundo, vão oferecer menus completos com entrada, prato principal e sobremesa a um preço fixo. Mais uma vez, seguindo o padrão nacional, serão oferecidas três categorias de valores:

Valores do Salvador Restaurant Week

O Menu Week Convencional sai ao custo fixo de: R$ 54,90 no almoço; e R$ 69,90 no jantar.

Já o Menu Week Plus fica pelo valor fixo de: R$ 64,90 no almoço; e R$ 79,90 no jantar. E o cliente ainda pode optar pelo Menu Week Premium, que fica ao custo fixo de: R$ 79,00 no almoço; e R$ 109,00 no jantar.

Solidariedade: toda refeição é uma doação

O valor de R$ 1,00 por menu, será doado ao Instituto dos Cegos da Bahia, instituição beneficiada pela ação social promovida pela Salvador Restaurant Week.

“A criação das categorias na Restaurant Week é uma forma de agregar, dentro de uma mesma edição, estabelecimentos com padrões variados, ampliando as opções para o público consumidor”

Fernando Reis, sócio da Brasil Restaurant Week

Participantes da 20ª edição do Salvador Restaurant Week 2022

33 SteakhouseFigueira da VillaO Porco
705 Bar & RestauranteForneria BottinoOriental Prime
A Cafeteria BotânicaGattai RestauranteOxe Drinks – Barra
Al Mare SalvadorGuiné RestauranteOxe Drinks – Pituba
Alfredo’ RoIsola dei SaporiParaíso Tropical
Almacen PepeJabú Restô & BarParis 6
Amada LisboaKaiyô Sushi BarPepo Restaurante
Arabesque EmpórioLa Pasta Gialla – PitubaPortogaia
Atoa Lounge & BeerLa Pulperia – BrotasProseccheria Bar e Restaurante
Azougue – Salvador ShoppingLa Pulperia – PaseoRed Restaurante
BarbacoaLafayetteRegalo Pizzeria
BarraventoLe Vin EmporioRestaurante OMI
Bella NapoliLôro – Bahia MarinaRestaurante Casa de Farinha
Boteco PortuguêsLucius RestauranteRistorante Il Filetto
Bottino Ristorante ItalianoMacelleria QuitériaSalvador Dali
CantoMaria de São PedroSantiago Culinária Ibérica
Cedro RestauranteMaria Mata MouroSOHO – Marina
Cervejaria ArtmalteMariposa – Salvador ShoppingSOHO – Paseo
Cien Fuegos MexicanoMartim PescadorTorre de Pizza – Parque Shop
Confraria das OstrasMissôVeleiro
Cremonini RistoranteMirante Farol da BarraYan Ping
Di LianaMistura – ItapuãYoko Sushi
El CarreiroMondo PaneZafferano
Ferreiro CaféNank Gastrobar 
Na segunda edição de 2022, restaurantes participantes do Salvador Restaurant Week 2022

Serviço:

Evento – 20ª edição da Salvador Restaurant Week.
Período – 07 de outubro a 06 de novembro.

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Coffeetown faz Circuito de Degustações de Café em outubro

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Em torno do Dia Internacional do Café, que abriu o mês de outubro, no último sábado (1º), a Coffeetown Salvador realiza, nesta quinta-feira, 6 de outubro, às 18h30, o Circuito de Degustações na unidade da Pituba, na Villa San Luigi.

O Circuito de Degustações de Café da Coffeetown será aberto aos clientes interessados, com apresentação de opções dos cafés orgânicos da Colheita das Alegrias, produzido em Barra do Choça, na Microrregião do Planalto de Vitória da Conquista, no interior baiano.

O evento conta com a parceria também da 30ml, marca de camisetas e acessórios conectados ao universo do café, que apresentará alguns de seus produtos ao público.

Até o final do mês, mais duas sessões do Circuito de Degustações de Café estão previstas para o dia 19 de outubro, desta vez na unidade do Corredor da Vitória, em dois horários, às 15h e às 19h.

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Latitude 13 Cafés Especiais ganha Troféu Lojista ‘Inovação’ 2022

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O Espaço Conceito Latitude 13 Cafés Especiais ganha um prêmio em reconhecimento ao seu trabalho com cafés especiais, o Troféu Lojista do ano de 2022.

Uma das melhores cafeterias de Salvador, o Latitude 13 Cafés Especiais foi eleito pela CDL Salvador como empresa destaque na categoria ‘Inovação’. O prêmio, que existe desde 1963, reúne os mais expressivos e relevantes segmentos empresariais da cidade.

A honraria concedida veio após uma votação popular, que contava com 3 concorrentes, previamente selecionados pela Câmara de Dirigentes Lojistas.

A marca de cafés de alta qualidade, comandada por Juleilda Allegro, barista e sócia, junta esse troféu ao destaque como melhor cafeteria do Brasil, reconhecimento que veio através da Revista Prazeres da Mesa 2019/2020. Só motivos para comemorar!

A homenagem será recebida em cerimônia do evento Lojistas do Ano 2022, que vai acontecer nesta sexta-feira, dia 7 de outubro de 2023, no Cerimonial Cunha Guedes.

Leia também: Espaço Conceito Latitude 13 anuncia exposição Filtro de Café com 17 artistas participantes.

Um brinde ao Latitude 13!

Serviço

Espaço Conceito – Latitude 13
Endereço: Rua Dr. João Pondé, 378 – Barra, Salvador – BA.

Latitude 13 Cafés Especiais
Espaço Conceito Latitude 13 Cafés Especiais – Foto: Divulgação

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5 dicas na hora de escolher um hotel pet friendly

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O turismo pet friendly já é uma realidade entre os viajantes do mundo inteiro. As pessoas estão, a cada dia que passa, considerando a ideia de levar seus cães para viver aventuras e se divertir em um roteiro de férias.

E no Brasil não poderia ser diferente, afinal de contas os pets fazem parte da família e também querem curtir um passeio por aí. Segundo uma pesquisa realizada pela Booking, 46% dos viajantes brasileiros levam em consideração os locais “amigos dos animais” na hora de reservar uma hospedagem. Todos parecem aderir à tendência de levar o pequeno integrante da família para que ele não fique de fora sentindo saudades.

Porém, receber pets em locais públicos, compartilhados com outras pessoas, ainda é algo muito novo no Brasil e no mundo e requer alguns cuidados para que estabelecimentos e clientes consigam conviver amigavelmente e todos possam curtir, inclusive o bichinho.

Para quem está pensando em cair na estrada com seu cachorrinho nas próximas férias, separamos algumas dicas para se levar em consideração na hora de viajar com seu animal e se hospedar em um hotel pet friendly. Veja:

1) Verifique se o porte do seu animal é aceito

É importante checar a política do hotel em relação aos pets.

Isso porque alguns locais só aceitam animais de pequeno porte, por exemplo. Nesse caso, pode haver limitação de peso máximo do animalzinho ou mesmo limitações para algumas raças.

Outros locais cobram uma taxa à parte para a estadia deles.

Diante disso, vale conferir esses detalhes na hora da reserva para evitar qualquer surpresa no check-in!

2) Serviços oferecidos pelo hotel

É preciso observar se o local realmente oferece serviços especiais pensados para o turispet.

Dessa forma, a dica aqui é optar por hotéis e pousadas que oferecem algum tipo de serviço pensado para o cachorrinho e seu bem estar.

Nesse sentido, há empreendimentos que disponibilizam kits com produtos de higiene, comedouros, bebedouros e caminhas, até aqueles que vão além e incluem recreação. Afinal, todos estarão de férias! Rs

3) Convivência nas áreas comuns

Alguns empreendimentos hoteleiros se intitulam pet friendly, porém aceitam pets apenas na acomodação, restringindo seu acesso às áreas comuns.

Assim, vale a pena checar o quanto da estrutura do hotel está realmente liberada para o cãozinho e o quanto ela estará preparada para atendê-lo de forma adequada.

Há pousadas que vão além e oferecem até piscina e circuitos de diversão exclusivos para os pets!

Pergunte e se informe para não ter surpresas desagradáveis quando for passear com seu melhor amigo pelo local.

4) Segurança

A segurança é um fator essencial a se ter em mente na hora de escolher um hotel ou pousada pet friendly.

Aqui é preciso saber se o espaço onde o pet circulará é fechado, evitando assim o risco de que o mascote fuja, caia de alturas ou saia para ruas e avenidas.

No mesmo sentido, vale avaliar a estrutura de isolamento de piscina ou lago em caso de pousadas com mais acesso à natureza.

5) Destino turístico pet friendly

Na hora de escolher um hotel para uma viagem com pet, vale também a pena avaliar a localidade que será visitada sob esse ponto de vista.

Afinal, mesmo quem faz uma viagem de relaxamento, sai vez ou outra para uma refeição ou passeio. Nessa hora, é preciso programar também o que o seu pet ficará fazendo. Há cidades em que há parques e praias destinados exclusivamente para o entretenimento dos bichinhos.

Assim, nossa dica aqui é buscar opções de destinos que também tenham atrativos pet friendly para garantir um roteiro completo com o seu animalzinho e para não deixá-lo em um quarto sozinho e desconhecido para ele.

Fonte: VaiComPet / BPFP.

cachorro em hotel pet friendly
“Tô pronto para viajar”! Foto: Elements

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Dark Kitchen: O que é, vantagens, desvantagens e o que isso influencia na sua vida

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A Dark Kitchen, também chamada de ghost kitchen, é um restaurante inteiramente dedicado à preparação de alimentação pronta para entrega em domicílio, o famoso delivery.

Esse modelo de negócio, que já vinha tendo um crescimento considerável ao longo da última década, ganhou um impulso exponencial durante a pandemia, em que as entregas se tornaram mais numerosas, popularizando a comida delivery e consolidando o modelo no mercado.

O que é Dark Kitchen?

Apesar do nome esquisito, as dark kitchens não são cozinhas escuras onde trabalham zumbis de aventais cortando legumes à Julienne.

A bem da verdade é muito mais fácil definir a Dark Kitchen pelo que elas não possuem. Ao contrário dos demais restaurantes, elas não possuem mesas, não recebem os clientes, não possui salão e decoração ou serviço de garçom.

Na fachada, geralmente não há letreiros indicando o local, nem manobristas à espera de clientes, que jamais frequentam esses locais. São como restaurantes invisíveis. No mais das vezes, em sua frente, o que se vê é uma legião de entregadores motorizados à espera de pedidos.

Usualmente instalados próximos a grandes centros de negócios e pontos escolhidos estrategicamente, os restaurantes consagrados a este modelo se reúnem em regiões onde há uma grande uma quantidade de pessoas que precisam de comida pronta, entregue de forma rápida, em resposta ao ritmo acelerado de vida e trabalho nesses ambientes. Nas grandes cidades, portanto, se instalam o mais próximo possível do centro comercial e financeiro e operam principalmente na hora do almoço.

Operando somente com plataformas online e aplicativos de entrega, esses restaurantes, em geral, se utilizam dessa forma como única conexão com os clientes. Acessíveis somente por celular e computador, as cozinhas virtuais possuem uma força de trabalho enxuta e concentrada na preparação de alimentos e baseiam a sua eficiência logística inteiramente em aplicativos de entrega online.

Dark Kitchen Motoboy
Entregador de Aplicativo – Foto: Elements

Tipos de Dark Kitchen

Como algo novo e em constante evolução, pode ser que apareçam novos modelos e novos nomes mas aqui estão 5 tipos de Dark Kitchen:

Dark Kitchen Própria

São cozinhas separadas, destinadas apenas para delivery. Elas podem ser montadas e operadas por restaurantes que já possuem uma operação com salão, mas que decidem montar uma estrutura própria e nova somente destinada às entregas.

No mesmo sentido, uma dark kitchen própria pode ser montada para atuar somente em entregas, sendo o negócio concebido desde a sua origem para operar nesse modelo.

Restaurante tradicional que transforma sua cozinha em uma Dark Kitchen

Aqui são restaurantes que possuem uma capacidade ociosa na sua cozinha, em determinados períodos do dia, e acabam por optar por inserir uma nova marca, destinada apenas para o delivery.

Assim, a cozinha principal já existente passa a operar como uma Dark Kitchen para essa nova operação.

Cloud Kitchen

As cloud kitchens são resultado da economia de compartilhamento.

Nelas, em um mesmo espaço físico, operam ao mesmo tempo várias marcas da mesma empresa.

Esse formato abre a oportunidade de testar diferentes marcas e marcas sazonais.

Dark Kitchen cloud Kitchen
Foto: Elements

Coworking de Cozinha

Aqui, o que ocorre é que o responsável pela estrutura, recebe pela manutenção e aluguel da cozinha, pagas pelo dono do restaurante e este, por sua vez, se preocupa somente com a operação do próprio negócio.

Kitchen As A Service

Outro modelo em expansão no país é o de kitchen as a service, ou cozinhas como serviço. Nesse, operadores especializados em delivery que possuem cloud kitchens em várias localidades. Aqui, esses operadores fazem todo o processo, desde o treinamento, logística e até embalagens e pagam pelo uso da marca, franqueada ou licenciada.

Vantagens e desvantagens de uma Dark Kitchen

Vantagens de uma Dark Kitchen

Do ponto de vista do investimento inicial para a montagem de uma dark kitchen, quando comparada a um restaurantes tradicional, esse aporte é considerado pequeno. Isso ocorre pois as cozinhas virtuais não precisam de uma série de elementos indispensáveis para um restaurante, a começar pelo salão decorado, passando por louças, talheres, até a manutenção de uma equipe de atendimento treinada e afiada.

Os custos de manutenção dos restaurantes invisíveis, nesse mesmo sentido, também são menores, já que os mesmos operam com uma estrutura mais enxuta, atendendo por demanda, com preparações just in time e menores estoques. A estrutura menor permite ainda tornar a operação mais eficiente e rápida, uma vez que o tempo de preparação dos alimentos precisa ser de apenas alguns minutos.

Com vistas a obter sucesso na empreitada, o restaurante precisa estar conectado com os hábitos alimentares da sua clientela que precisa ser bem conhecida. Conhecer os gostos do seu público alvo permite ao restaurante virtual se antecipar nas preparações e diminuir o tempo de entrega das refeições, questão chave nesse tipo de operação. Um negócio afiado com as novas tendências de cozinha tem muito mais chances de prosperar e obter maiores margens de lucro.

É uma excelente opção para se criar um MVP (Minimum Viable Product) , para testar a aceitação do público, validar o conceito da marca e expandir futuramente para outro modelo de negócio.

Desvantagens de uma Dark Kitchen

Entretanto, também há desvantagens. Os restaurantes invisíveis são, em geral, desconhecidos e, para que possam chegar ao seu público, precisam investir muito em marketing, publicidade e propaganda.

Além disso, por estar acessível somente por aplicativos, termina que a popularidade do restaurante vai depender da popularidade do próprio aplicativo de entrega. Não é por outro motivo que os aplicativos de entrega também precisam investir muito para se tornarem conhecidos e utilizados.

Junto a isso, operar com aplicativos de entrega implica em dizer que estes irão ficar com uma grande fatia dos lucros das dark kitchens. Operando na parte logística, os apps vão ser verdadeiros sócios de fato daquele restaurante. Da mesma forma, pode ser bem difícil para pequenos restaurantes negociar com as plataformas, grandes empresas, a fatia do lucro que caberá a cada um.

Outra grande desvantagem desse negócio é a imensa concorrência já existente e a numerosa quantidade de novos restaurantes que surgem a todo momento. Todos os dias novos restaurantes aparecem e se cadastram nas plataformas, aumentando a oferta para os clientes e a concorrência entre eles.

Por fim, há uma desvantagem do ponto de vista social já percebido em grandes centros. Problemas normalmente ligados ao sistema de exaustão que incomoda a vizinhança, filas de motos estacionadas na calçada e coisas parecidas.

Conclusão

Ao que tudo indica, a dark kitchen já é uma tendência de modelo de negócio que atende à demanda por comida pronta e entregue rapidamente em grandes cidades. Entretanto, esses restaurantes parecem funcionar melhor somente nessas grandes cidades, somente durante o dia e dependem muito de grandes investimentos em marketing para que se tornem conhecidos. O mercado possui grande concorrência e o restaurante terá de conhecer muito bem seus clientes e seus hábitos alimentares para se firmar como lucrativo e se provar no tempo.

Acima de tudo, os restaurantes virtuais precisam sobreviver com a participação em seus lucros das empresas de tecnologia que oferecem a logística de entrega e ficam com uma fatia considerável dos lucros.

Não é uma cozinha zumbi, mas, diante de tanta concorrência e com parte dos lucros destinados aos sistemas de informática do qual dependem, uma canibalização entre os diferentes restaurantes virtuais parece um cenário muito provável de vir a ocorrer.

Só o tempo dirá, se será ao estilo The Walking Dead, rs!

Fontes: Eholine.eu / Abrasel

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Oktober Festival no Salvador Shopping com comidinhas, cerveja e muita música

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No segundo sábado de outubro, com inspiração na cultura alemã, vai acontecer o Oktober Festival em Salvador.

Inspirado no Festival original, que ocorre em Munique, na Alemanha, aqui, o Oktober Festival no Salvador Shopping vai ganhar personalidade e toques baianos, sem deixar de lado as tradições germânicas.

Previsto para ser realizado em uma mega tenda montada no Salvador Shopping , o evento terá muita cerveja Eisenbahn gelada, decoração inspirada na cultura alemã, muita música e o melhor: muita animação!

Comidinhas Alemãs

Vamos ao que interessa, afinal de contas, além de muita cerveja, não podem faltar deliciosas comidas típicas para petiscar, não é verdade?

No cardápio, que será assinado pelo Box do Alemão, entre uma cervejinha e outra, vai ser possível saborear um Sanduíche com Salsicha Viena, servido no pão baguete; o Croquete Alemão, que é um bolinho com carne eisben, de joelho de porco, típico da culinária alemã; e Salsicha Alemã com uma defumação especial e aroma das salsichas Frankfurt. 

Programação Músical

Além de cerveja gelada e comidinhas gostosas, o evento também vai ter muita música para animar.

Se apresentam no palco da festa o cantor e compositor Márcio Mello, o cantor Lutte, a Doctor Soul e a banda Radiomotor. 

Oktober Festival no Salvador Shopping

O Oktober Festival acontece no dia 08 de outubro, a partir das 16 horas, em um espaço totalmente coberto, pensado para receber o público da melhor forma, com conforto e segurança, banheiros climatizados e amplo estacionamento.

Ah, não esqueça de levar a sua caneca para brindar e dizer, como fazem os alemães: Prost!

Serviço

Evento: Oktober Festival
Data:
08/10/2022 – 16 Horas
Local: Salvador Shopping 
Atrações: Márcio Mello + Lutte + Doctor Soul + Radiomotor
Vendas: 
TicketMaker e na Loja da Diva, no piso L1 do Salvador Shopping
Informações: (71) 98136-7184

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Purgatório Bar reforça conceito “speakeasy” em Salvador, focado em altíssima coquetelaria

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O que você verá na matéria:

Reproduzindo aspectos de bares clandestinos do período da Lei Seca nos Estados Unidos, quando era proibida a comercialização de bebidas alcóolicas, o Purgatório Bar, na Pituba, será inaugurado no dia 8 de outubro, em soft opening, reforçando o conceito “speakeasy” em Salvador, com foco na altíssima coquetelaria.

Seguindo uma tendência que se espalha por diversos países, inclusive com acesso por senha, o Purgatório chega com a intenção de “condenar toda e qualquer monotonia”, propondo um menu provocativo em 4 etapas, oferecendo mais de 300 possibilidades de drinks.

Projeto dos sócios Pedro Magalhães, Edno Alves e Jonatan Albuquerque, este último mixologista, que já trabalha com o conceito speakeasy em Aracaju (SE), no Hidden, o bar traz 9 drinks autorais baseados nos 7 Pecados Capitais, com dois bônus, batizados de “Redenção” e “Danação”. A ideia é que o cliente não tenha acesso à descrição do drink, estimulando o paladar e a experiência baseada no pecado escolhido. Na prática, você escolhe o seu pecado e arca com as consequências, rs!

O bartender segue o menu com uma etapa de best sellers, resgatando clássicos contemporâneos; uma etapa apenas com versões do Negroni; e uma última, que resgata os clássicos esquecidos.

O que significa “Speakeasy”?

Nos Estados Unidos, a termo surgiu na década de 1880 e já aparecia em dicionários de gírias britânicos alguns anos antes. Speakeasies eram assim chamados por causa da prática de falar baixinho sobre tal lugar em público, ou quando dentro dele, para não alertar a polícia ou vizinhos.

Apesar de não levar em conta o uso anterior fora dos EUA, uma história americana comum traça o termo para a proprietária do saloon Kate Hester, que administrava um bar sem licença na década de 1880 em McKeesport, supostamente dizendo a seus clientes barulhentos para “falar fácil” para evitar a atenção das autoridades.

Muitos anos depois, na América da era da Lei Seca, o “speakeasy” tornou-se um nome comum para descrever um lugar para obter uma bebida ilícita.

A proibição da venda de bebidas alcoólicas nos EUA veio anos mais tarde, em 1920 (e durou até 1933), e propiciou o surgimento de figuras históricas como Al Capone, que na clandestinidade, foi o principal distribuidor de bebidas alcoólicas de sua época.

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