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Confia na Bahia: nova carta do Purgatório Bar transforma o território baiano em experiência líquida

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O premiado speakeasy da Pituba apresenta 12 coquetéis inéditos que traduzem a Bahia em linguagem técnica e estética contemporânea, com ambição global e identidade profundamente local.

O Purgatório Bar, eleito um dos 500 melhores bares do mundo pelo Top 500 Bars e bicampeão de Melhor Carta de Drinks do Brasil pela Prazeres da Mesa, acaba de lançar sua nova carta de drinques. Batizada de “Confia na Bahia”, a coleção é mais do que um tema de temporada: é um manifesto criativo sobre o que a Bahia tem de mais potente para oferecer ao cenário da alta mixologia nacional e internacional.

Purgatório Bar no Top 500 Bars 2025
Purgatório Bar – Foto: Divulgação

Um manifesto em forma de drinque

A nova carta nasce de uma convicção que o Purgatório carrega desde sua fundação: a Bahia é potência criativa, estética e sensorial. E se há um lugar onde essa afirmação encontra forma concreta, é dentro de um copo.

A ideia foi traduzir a Bahia em forma de experiência líquida, trazendo ingredientes, referências culturais e sensoriais do nosso território, mas com a linguagem técnica e estética do Purgatório”, explica Jonatan Albuquerque, sócio e Diretor Criativo da casa. “No fim, é sobre equilíbrio entre história, sabor e provocação, sempre com um pé muito firme na Bahia, mas conversando com o mundo.”

São 12 coquetéis autorais inéditos, organizados em três atos narrativos que percorrem diferentes camadas de interpretação do território baiano.

jonatan albuquerque
Jonatan Albuquerque – Foto: Divulgação

Três atos, doze histórias

Sagrado abre a carta com rituais, ancestralidade e respeito ao ingrediente. Os drinques desse capítulo são mais técnicos, delicados e de construção refinada, evocando simbologia e contemplação. É o espaço do silêncio antes da festa.

Profano rompe com o equilíbrio e propõe o caos criativo. Inspirado na energia do Carnaval e da rua, os coquetéis desse ato são diretos, provocativos e divertidos. Aqui, o excesso é intenção, não acidente.

Baiano encerra a narrativa com o encontro dessas duas forças. Sabores do cotidiano, ingredientes locais e forte carga afetiva definem este capítulo, que traduz a identidade mais pura do território, sem filtro e sem afetação.

Além das 12 criações inéditas, a carta mantém seções já consolidadas da casa: uma curadoria dos clássicos mais consumidos no mundo em 2025, os chamados “clássicos esquecidos”, o espaço dedicado aos amantes de Negroni e os “clássicos do Purgatório”, drinques que marcaram as cartas anteriores e se tornaram favoritos do público.

Cadeia local como filosofia

Um dos pilares mais significativos desta nova fase é o aprofundamento do compromisso com a produção local. O Purgatório intensifica parcerias com fornecedores, artistas, artesãos e produtores da agricultura familiar da Bahia, incorporando não apenas insumos, mas histórias, técnicas e saberes que atravessam cada detalhe da experiência dentro do bar.

Não se trata de gastronomia regional como pano de fundo decorativo. É sobre posicionamento: a coquetelaria baiana tem o que dizer, tem ingrediente, tem técnica, tem narrativa, e o Purgatório quer que o mundo saiba disso.

Uma trajetória de conceitos

Quem acompanha o Purgatório sabe que cada carta é um projeto editorial em si. Na estreia, nove coquetéis autorais inspirados nos Sete Pecados Capitais. Na segunda temporada, um mergulho nos 12 Arquétipos de Jung. Na terceira, a cosmologia medieval de Dante Alighieri serviu de mapa, com drinques que percorriam as nove esferas do Paraíso da Divina Comédia.

Com “Confia na Bahia”, o bar não abandona essa vocação narrativa. Pelo contrário, a aprofunda, desta vez virando o olhar para dentro, para o próprio território que o criou, e projetando esse olhar para o cenário global da alta mixologia.

O speakeasy fica na Pituba, em Salvador. Acompanhe a programação e saiba como chegar pelo Instagram ou pelo site.


Perguntas Frequentes

O que é o Purgatório Bar em Salvador?

O Purgatório Bar é um speakeasy localizado no bairro da Pituba, em Salvador, reconhecido entre os 500 melhores bares do mundo pelo Top 500 Bars e eleito por duas vezes como Melhor Carta de Drinks do Brasil pela revista Prazeres da Mesa.

O que é a carta “Confia na Bahia” do Purgatório Bar?

É a nova carta de drinques do Purgatório Bar, composta por 12 coquetéis autorais inéditos organizados em três atos narrativos: Sagrado, Profano e Baiano. A proposta é traduzir referências culturais, ingredientes e memórias do território baiano em experiências de alta mixologia.

Como chegar ao Purgatório Bar em Salvador?

O Purgatório Bar é um speakeasy e não divulga seu endereço completo publicamente. O caminho oficial é pelo Instagram @purgatorio.bar ou pelo site www.purgatoriobar.com.br, onde é possível obter as informações de acesso e reserva.


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Bistrô Casa Tua celebra primeiro ano com novo menu que une técnica francesa e alma baiana

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O restaurante do Caminho das Árvores, comandado pelos chefs Erika Peleteiro e Helder Dantas, completa um ano com cardápio renovado e uma história que passa pelo Institut Paul Bocuse e pelas cozinhas estreladas dos Alpes franceses.

O Bistrô Casa Tua chegou ao primeiro aniversário com o que toda boa cozinha precisa ter: uma história verdadeira e um prato para contar. Instalado na Alameda das Seringueiras, no Caminho das Árvores, o restaurante fundado pelos chefs Erika Peleteiro e Helder Dantas celebra o marco com um novo menu autoral que condensa anos de formação técnica na França, afeto pelo produto baiano e a cumplicidade de um casal que se conheceu, literalmente, dentro de uma cozinha.

Da Bahia para os Alpes franceses

A trajetória de Erika e Helder começa com uma improvável coincidência. Ela, advogada especializada em Direito do Trabalho, começou a preparar tortas para amigos quase como hobby. Ele, estudante de Gastronomia, era chef de partida no extinto restaurante Ferraz, em Salvador. Foi ali que os caminhos se cruzaram, quando Erika iniciou um estágio na casa e descobriu que a cozinha tinha mais a dizer do que o tribunal.

A virada definitiva veio em 2015. O casal decidiu se mudar para a França e estudar no Institut Paul Bocuse, em Lyon, uma das escolas de gastronomia mais respeitadas do mundo. Foram três anos de formação técnica e empresarial que incluíram passagens profissionais marcantes: Helder integrou a equipe do L’Auberge du Père Bise, restaurante com duas estrelas Michelin, enquanto Erika foi a única mulher na cozinha do Clos des Sens, casa com três estrelas. Entre serviços exigentes e as paisagens dos Alpes, nasceu a filha Sophie e a ideia que se tornaria o Casa Tua.

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Érika Peleteiro e Helder Dantas – Foto: Divulgação

Uma cozinha aberta no coração de um espaço de design

De volta à Bahia, os chefs encontraram no espaço de decoração Casa Tua, comandado por Chris Peleteiro, o ambiente certo para materializar o projeto. O bistrô funciona como uma extensão da loja, com peças de design disponíveis para compra e obras da Zeca Fernandes Galeria de Arte nas paredes. No centro de tudo, a cozinha aberta conecta quem cozinha a quem come, colocando o gesto culinário em evidência.

Não é um restaurante francês. É, nas palavras do próprio Helder Dantas, “uma cozinha de intuição, que respeita o produto e as escolhas que fazemos”. Essa síntese define bem o que o novo cardápio entrega.

O novo menu Bistrô Casa Tua: técnica francesa, ingredientes baianos

O cardápio renovado reúne pratos que conquistaram clientes ao longo do primeiro ano e novidades que traduzem o repertório trazido da França, sempre com atenção ao que a Bahia produz.

Nas entradas, a cozinha equilibra referências clássicas e identidade local. O tartare de boeuf convive com a coxinha de siri servida com ketchup de tamarindo, e o brie em massa folhada chega à mesa acompanhado de mel baiano Meldoyá. Há ainda croquete de cupim, burrata, bao de pulled pork e saladas frescas para compor a abertura da refeição.

Nos pratos principais, o diálogo entre técnica e terroir fica ainda mais evidente. O risoto de camarão é preparado com açafrão em base safranée e finalizado com crocante de alho-poró. O robalo aparece com nhoque grelhado, ratatouille e caldo de carne. A picanha é servida com beignet de batata, técnica francesa de massa frita leve, e o polvo grelhado chega à mesa com batata ao murro e piperade de pimentões.

As sobremesas fecham a refeição com o mesmo espírito: tiramisù, profiteroles, pavlova de morango e menta, banoffee, cheesecake, mousse de chocolate e um petit gâteau de pistache com framboesa. A carta de vinhos, pequena e precisa, foi elaborada com consultoria de Alexandre Takei e Carol Souzah, com rótulos selecionados para dialogar com a proposta da cozinha.

Para encerrar com sabor local, a casa serve café do ei, café?, produzido em Piatã, na Chapada Diamantina, e o licor artesanal de leite de cabra da Alto da Chapada.

Um ano construído com os clientes

Para Erika Peleteiro, o primeiro aniversário confirma que a proposta do bistrô encontrou o público certo. “O Casa Tua nasceu do desejo de cozinhar com verdade e proximidade. Esse novo menu reúne pratos que marcaram nossa história até aqui e outros que traduzem as referências que trouxemos da França, sempre com muito respeito ao que a Bahia produz”, afirma a chef.

O Bistrô Casa Tua é o tipo de lugar que Salvador precisava ter: uma cozinha com formação de alto nível, enraizada no que a Bahia tem de melhor, sem afetação e sem atalhos.


Perguntas Frequentes

O que é o Bistrô Casa Tua em Salvador?

O Bistrô Casa Tua é um restaurante de cozinha autoral localizado no Caminho das Árvores, em Salvador. Comandado pelos chefs Erika Peleteiro e Helder Dantas, formados no Institut Paul Bocuse, na França, o bistrô combina técnica francesa com ingredientes e referências baianas em um ambiente que integra design e arte.

Onde fica e qual o horário de funcionamento do Bistrô Casa Tua?

O Bistrô Casa Tua fica na Alameda das Seringueiras, nº 42, no Caminho das Árvores, Salvador. Funciona de terça a sábado, das 12h às 14h30 e das 19h às 21h30.

Quais são os chefs do Bistrô Casa Tua?

O bistrô é comandado pelos chefs Erika Peleteiro e Helder Dantas. O casal estudou no Institut Paul Bocuse, em Lyon, e passou por cozinhas com estrelas Michelin na França antes de retornar a Salvador para abrir o restaurante.


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3 Vinhos Brancos que Parecem Caros (e Muitas Vezes Não São)

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A sommelière Carol Souzah revela os estilos de vinhos brancos que entregam mais do que prometem, e por que a textura é o segredo que poucos percebem.

A sommelier Carol Souzah tem uma forma muito específica de escolher vinho branco: pela sensação que ele deixa na boca, não pelo rótulo. Nesta coluna, ela apresenta três uvas e estilos que, segundo sua experiência de taça, cruzam uma fronteira curiosa: chegam com uma elegância que faz as pessoas imaginarem um preço mais alto. E é justamente essa capacidade de surpreender que os torna indicações certas, sem medo e sem hesitação.

Vinhos brancos
Foto: Rinat Shakirov / Unsplash

3 Vinhos Brancos que Parecem Caros (e Muitas Vezes Não São)

Hoje eu quero falar de três vinhos brancos que parecem caros, mas nem sempre são.

Na verdade, três uvas e estilos que costumam entregar mais do que prometem. Aqueles vinhos que chegam na taça com uma certa elegância, despertam curiosidade, e fazem alguém perguntar o preço já imaginando algo mais alto.

Com o tempo, eu fui entendendo que essa sensação não está só na uva ou na origem. Está, principalmente, na textura. No jeito que o vinho se comporta na boca, na acidez, no equilíbrio, na forma como ele se sustenta depois do gole.

E é a partir disso que eu escolhi esses três caminhos.

Chardonnay: o estilo que faz minha alma vibrar (e não é o mais óbvio)

Existe um estilo muito conhecido, bastante buscado, que é o Chardonnay com passagem por barrica. A madeira traz notas de baunilha, manteiga, tostado, além de mais corpo e volume. É um perfil associado à elegância, justamente por essa construção mais intensa.

É um estilo com proposta mais estruturada, tem seu público e, aqui em Salvador, agrada bastante.

Quem me conhece e já dividiu algumas taças comigo sabe: não é o Chardonnay que faz minha alma vibrar.

Salvo raras exceções, quando a madeira aparece mais integrada e o vinho foge daquele padrão mais óbvio, especialmente o estilo clássico californiano, como os da Robert Mondavi Winery, que para mim acabam sendo um desprazer. Eu prefiro quando o Chardonnay segue por outro caminho.

Os que me encantam são mais frescos, com acidez vibrante, pouca ou nenhuma madeira e uma pegada mineral mais evidente. A textura aqui muda completamente. Fica mais crocante, mais tensa, quase elétrica. É um vinho que não pesa, não cansa, e justamente por isso transmite uma sofisticação mais sutil.

E muitas vezes é essa precisão que faz ele parecer mais caro.

Alvarinho: elegância que o tempo só melhora

A segunda indicação é a Alvarinho, especialmente em Portugal.

É uma uva que consegue ser aromática sem exagero. Tem fruta, tem frescor, às vezes um toque floral, mas sempre com uma acidez firme que sustenta tudo. Na boca, costuma ter uma textura muito elegante, ocupa espaço com delicadeza, sem pesar.

E tem um detalhe que eu gosto muito de trazer: o Alvarinho pode envelhecer, se forem feitos pra isso, é claro.

Enquanto muitos vinhos verdes são feitos para serem consumidos jovens, mais leves e imediatos, o Alvarinho, principalmente os de Monção e Melgaço, vai na direção oposta. Com o tempo, ganha corpo, complexidade, profundidade, sem perder totalmente a acidez que dá vida ao vinho.

Isso muda a percepção. Ele deixa de ser só fresco e passa a ser interessante.

Chenin Blanc sul-africano: a maior surpresa em custo-benefício

A terceira indicação é a Chenin Blanc da África do Sul.

Essa, para mim, é uma das maiores surpresas quando a gente fala em custo-benefício. A acidez é alta, vibrante, e isso define tudo.

Na boca, muitos têm aquela textura crocante, quase como morder uma maçã verde. Faz salivar, limpa o paladar, dá vontade de continuar bebendo. Ao mesmo tempo, alguns conseguem trazer um pouco mais de volume, sem perder essa energia.

Esse equilíbrio entre frescor e estrutura cria uma sensação de profundidade que engana fácil. Parece mais caro do que é.

O que conecta os três

No fim, o que conecta esses três estilos de vinho branco não é a uva ou o país.

É a sensação. A crocância da acidez, a salinidade da mineralidade, a precisão de um vinho que está no lugar certo. Nada sobra, nada pesa.

Só pra constar, vinho branco é minha preferência, eu bebo muito vinho branco, de diversas uvas. Essas que trouxe hoje como indicação são apenas 3 das escolhas que fazem parte da minha rotina, do que eu peço, do que eu indico e do que eu gosto de dividir à mesa.

São uvas mais fáceis de encontrar, de bom custo-benefício, e justamente por isso fazem tanto sentido. Nem sempre a gente precisa buscar o diferente, às vezes o que está mais perto já entrega tudo. Boas escolhas e bons brindes.

Carol Souzah sommèliere e jornalista

Sobre Linha Editorial e a Carol Souzah

Carol Souzah é sommelière, jornalista e nova colunista do Muito Gourmet.

A sommelière abordará inovações no mundo dos vinhos, curiosidades, harmonizações, aspectos socioeconômicos, sustentabilidade, ética na produção e muitas dicas.


Casa Iryna Celebra Um Ano com Jantar Colaborativo

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Restauratrice Iryna Podusovska reúne chefs para um menu italiano em quatro etapas no dia 14 de abril, na Pituba

O Casa Iryna chega ao seu primeiro aniversário como um dos endereços mais singulares da gastronomia italiana em Salvador. E a data não poderia ser celebrada de forma mais coerente com o espírito da casa: reunindo mulheres, compartilhando mesas e construindo juntas um jantar que é, ao mesmo tempo, marco e manifesto.

Na próxima terça-feira, 14 de abril, às 19h, o restaurante da Pituba, na Pituba, recebe um jantar colaborativo especial com quatro assinaturas: a da própria casa e com as participações de Maria dos Santos (Casa di Vina), Lara Allegro (Di Liana) e Luiza Vilhena, ex-participante do MasterChef e responsável pelas criações da confeitaria do Casa Iryna.

Uma casa nascida de história e afeto

Por trás do nome Casa Iryna está uma trajetória de vida bem improvável. Iryna Podusovska nasceu na Ucrânia, morou na Rússia e se mudou para a Itália aos nove anos. Foram anos formando palato, referências e uma relação profunda com a cozinha italiana, que ela trouxe consigo quando decidiu abrir seu próprio espaço em Salvador.

Inaugurado em abril de 2024, o restaurante leva não só o nome da fundadora, mas sua história inteira. O projeto do arquiteto Pedro Chezzi traduziu essa ideia em um ambiente de simplicidade refinada. Entre os detalhes que chamam atenção, um em particular virou atração: a primeira fonte de Aperol da América Latina, chancelada pela própria Campari. A carta de drinques tem curadoria do bartender Jonatan Albuquerque, do Purgatório.

Um ano depois, o endereço se consolidou como um espaço que vai além da cozinha italiana. É um lugar de afeto declarado e de troca real.

Aniversário Casa Iryna: O jantar em 4 etapas

O menu do aniversário foi composto em quatro etapas, cada uma assinada por uma das participantes. Lara Allegro e a equipe do Di Liana ficaram com a entrada. Maria dos Santos, do Casa di Vina, assina o primo piatto. O secondo piatto é da cozinha do Casa Iryna. E a sobremesa especial da noite leva a assinatura de Luiza Vilhena. O menu será harmonizado com vinhos italianos.

A proposta não é apenas a de um evento comemorativo, mas de um encontro de cozinheiras que vêm moldando a cena gastronômica de Salvador com trabalhos consistentes e identidade própria.

“Completar um ano é muito significativo para nós. O Casa Iryna nasceu como um espaço de afeto, de troca e de valorização da cozinha italiana com identidade própria. Trazer a Maria, a Lara e a Luiza para esse momento é celebrar mulheres que admiro, que têm trabalhos consistentes e que, assim como nós, ajudam a construir uma cena gastronômica mais colaborativa e potente em Salvador”, afirma Iryna.

Iryna Podusovska, proprietária do Casa Iryna
Iryna Podusovska – Foto: Guiga Motta

Colaboração como princípio

Se há um fio condutor na trajetória do Casa Iryna, é a convicção de que a cozinha cresce quando é feita em conjunto. O jantar de aniversário não é exceção. É extensão.

“Esses convites vêm de uma vontade genuína de compartilhar. Acredito que a cozinha cresce quando é feita em conjunto, quando abrimos espaço para outras mãos e outras histórias. Esse jantar é um brinde ao nosso primeiro ano, mas também ao que ainda queremos construir daqui para frente”, completa Iryna.

Com um primeiro ano marcado por escolhas editoriais precisas, presença no mapa gastronômico da cidade e uma fonte de Aperol que já é um capítulo à parte na história dos bares de Salvador, o Casa Iryna entra no segundo ano com o mesmo olhar que o fundou: aberto, autoral e do seu próprio jeito.

Serviço

Casa Iryna
Local: Rua Alexandre Herculano, 57, Pituba, Salvador
Valor: R$ 240 por pessoa (menu em quatro etapas com harmonização de vinhos italianos)
Reservas para o jantar de aniversário (14/04): (71) 98167-2568
Mais informações: @casa.iryna.


Perguntas Frequentes

O que é o Casa Iryna em Salvador?

O Casa Iryna é um restaurante de inspiração italiana localizado na Rua Alexandre Herculano, 57, na Pituba, Salvador. Fundado pela empresária Iryna Podusovska, o espaço é conhecido pela cozinha italiana autoral, pela primeira fonte de Aperol da América Latina e por uma proposta que mistura sofisticação e acolhimento.

Quem são as chefs do jantar colaborativo do aniversário do Casa Iryna?

O jantar reúne quatro assinaturas: Lara Allegro (Di Liana), na entrada; Maria dos Santos (Casa di Vina), no primo piatto; a equipe do Casa Iryna, no secondo piatto; e Luiza Vilhena, ex-MasterChef, na sobremesa. O menu é harmonizado com vinhos italianos.

Como fazer reserva para o jantar de aniversário do Casa Iryna?

As reservas para o jantar colaborativo do dia 14 de abril podem ser feitas pelo WhatsApp ou telefone (71) 98167-2568. O valor é de R$ 240 por pessoa, com menu em quatro etapas e harmonização de vinhos italianos.


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Mistura Itapuã: Menu Executivo Todos os Dias, no Almoço e no Jantar

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Restaurante italiano referência em Salvador amplia acesso à sua cozinha de frutos do mar com proposta disponível de terça a domingo no almoço e todos os dias no jantar

O Mistura Itapuã passa a oferecer seu Menu Executivo todos os dias da semana, tanto no almoço quanto no jantar. A novidade rompe com uma lógica comum na gastronomia soteropolitana: a de que menus executivos são privilégio dos dias úteis e do horário comercial.

Em Salvador, onde o ritmo da cidade nem sempre cabe entre segunda e sexta, a proposta chega como uma alternativa concreta para quem quer viver uma experiência gastronômica completa sem depender do calendário.

Os valores são R$ 105 no almoço e R$ 124 no jantar, com composições distintas para cada turno.

Uma Cozinha com Raízes Italianas e Sotaque Baiano

Fundado há mais de 30 anos pelo italiano Paolo Alfonsi, o Mistura Itapuã construiu sua identidade em torno de uma proposta que poucos restaurantes em Salvador sustentam com tanta consistência: a cozinha italiana ancorada nos frutos do mar locais. Não é fusão por tendência. É um diálogo que Alfonsi cultiva desde que chegou ao Brasil, aprendendo a reconhecer nos ingredientes da Bahia a mesma generosidade do mar Mediterrâneo.

“Queríamos oferecer ao cliente a possibilidade de viver essa experiência completa a qualquer momento, seja no almoço ou no jantar, todos os dias. É uma forma de democratizar a boa gastronomia, mantendo nossa essência italiana, mas sempre dialogando com os sabores e ingredientes de Salvador”, afirma o fundador.

O Que Está no Menu Executivo do Mistura Itapuã

Almoço (R$ 105)

No almoço, o menu reúne pratos que equilibram conforto e técnica. O Risotto Al Salto con Gamberetti Al Fumetto, risoto salteado com camarões e bisque, é um dos destaques: cremoso, com profundidade de sabor e o camarão local como protagonista. A Berinjela à Parmegiana aparece como opção clássica, com a leveza que o preparo italiano exige.

Risotto Al Salto con Gamberetti Al Fumetto
Risotto Al Salto con Gamberetti Al Fumetto – Foto: Divulgação

Jantar (R$ 124)

À noite, o menu ganha amplitude. As entradas dão o tom: Totani Ripieni, uma lula recheada à portuguesa, e a Pinsa Romana, servida em versões de mozzarella com pomodoro ou calabresa com cebola.

Nos pratos principais, dois se destacam com força: o Agnolotti Ripieni di Filetto con Fonduta di Parmigiano, uma massa fresca recheada de filé mignon com fonduta de parmesão, e o Branzino in Crosta di Frutta Secca con Gnocchi di Zucca, robalinho em crosta de frutas secas acompanhado de nhoque de abóbora. A sobremesa fecha com a Mimosa ao Limoncello, combinando pão de ló e creme de limão numa leveza caracteristicamente italiana.

Pizzas Napolitanas e Delivery

De terça a domingo, a partir das 17h, o Mistura Itapuã também oferece um menu especial de pizzas napolitanas, disponíveis para consumo no local ou por delivery.

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O Mistura Itapuã agora tem uma Trattoria Moderna e Pizzeria – Foto: Divulgação

Funcionamento

O restaurante funciona de terça a domingo, do almoço ao jantar, sem intervalo. Às segundas, abre apenas para o jantar, a partir das 17h.

Reservas e informações: @mistura.restaurantes


Perguntas Frequentes

O Menu Executivo do Mistura Itapuã está disponível todos os dias?

Sim. O Menu Executivo é servido de terça a domingo no almoço e no jantar. Às segundas, o restaurante abre apenas para o jantar, a partir das 17h, e o menu executivo também está disponível nesse período.

Qual o valor do Menu Executivo do Mistura Itapuã?

O menu custa R$ 105 no almoço e R$ 124 no jantar, com composições diferentes para cada turno.

O Mistura Itapuã faz delivery?

Sim. O restaurante oferece delivery de pizzas napolitanas de terça a domingo, a partir das 17h, além do atendimento presencial.


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Comida di Buteco 2026 chega à 17ª edição em Salvador com 63 bares e o desafio das verduras

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De Nova Brasília ao Rio Vermelho, o maior concurso de butecos do Brasil atravessa 38 bairros com petiscos a R$ 40 e cerveja gelada do dia 10 de abril ao dia 10 de maio.

O Comida di Buteco 2026 já tem data, tema e endereço. Entre 10 de abril e 10 de maio, Salvador e Lauro de Freitas entram no ritmo do maior concurso de butecos do Brasil, com 63 estabelecimentos disputando o título da edição por meio de petiscos criados a partir do tema “Verduras”. São 21 estreantes e 42 veteranos espalhados por mais de 38 bairros, com petiscos a valor fixo de R$ 40 e cervejas Eisenbahn para acompanhar.

Verduras no comando: o tema que desafia e surpreende

Verdura em buteco soa, à primeira vista, como provocação. E é exatamente isso. O Comida di Buteco 2026 escolheu o tema para testar a criatividade dos bares participantes, obrigando cada um a encontrar o ponto de equilíbrio entre o raiz e o inventivo — entre o refogado de vó e o tempurá com dendê.

O resultado é uma seleção que vai do brócolis crocante ao agrião virado em pesto, da couve-flor transformada em massa de quibe à alho-poró abraçando polvo e carne de sol. Verdura aqui não é guarnição: é protagonista.

Estreantes para ficar de olho

Dos 21 butecos que entram pela primeira vez na competição, alguns já chegam com propostas que chamam atenção.

O Posto 12 Bar e Restaurante, em Itapuã, apresenta o “Baianinho Amostradinho”: aipim com alho-poró, carne de sol, banana-da-terra, queijo coalho e melaço, finalizado com vinagrete. É o Nordeste inteiro numa travessa.

O Quintal da Esquina, na Pituba, aposta no “Lá Ele Desfiado” — rabada com agrião desfiada sobre torrada de chimichurri. Uma combinação que soa ousada e faz todo o sentido.

No Subúrbio, o Boteco Casquinha de Siri, em Paripe, chega com o “Made In Bahia”: casquinha de siri com camarão e couve, acompanhada de farofa de cebola e vinagrete. Frutos do mar e horta numa casquinha só.

Na Barra, o Boteco do Gavazza tem missão clara: convencer o público de que polvo com alho-poró sobre torradas é tudo o que faltava na vida. O prato se chama “Polvo & Porô” e já divide opiniões antes mesmo de ser provado — o que, em buteco, é sempre bom sinal.

O Bistrô Negreiros, no bairro da Saúde, fecha o grupo dos destaques estreantes com o “Tempurá Baiana”: legumes, camarão e brócolis em tempurá crocante, acompanhados de molho de pimenta rubra gelado “à moda baiana”. O contraste entre o quente da fritura e o frio do molho é a aposta da casa.

Os veteranos e a defesa do título

O Forças Bar, campeão da edição 2025, chega para defender o título com o “Sabor & Harmonia”: purê de aipim e abóbora com carne de sol, salada de feijão-fradinho com queijo coalho e molho pesto de agrião e manjericão. Uma composição madura, de bar que sabe o que está fazendo.

O Bar Sushili, campeão em 2023, retorna com o “Dragão com Dendê” — tempurá de repolho e camarão com toque de dendê, acompanhado de molho de coco com coentro. A foto do prato já circula entre os frequentadores do circuito como uma das mais bonitas da edição: a tigela dourada, a canequinha com “Dendê Ouro da Bahia” gravado no esmalte e o molho verde no centro compõem uma cena de buteco com alma.

O Bar Xique Xique, nos Barris, apresenta o “Q, bão do tabaréu”: bolinho no formato de quibe, com massa de couve-flor, recheado de charque e banana-da-terra, servido com geleia de maçã e pimenta-biquinho. É o tipo de receita que parece loucura no papel e faz todo o sentido na boca.

Comida Di Buteco 2026: Um circuito que é um mapa da cidade

Mais do que uma competição gastronômica, o Comida di Buteco 2026 é um exercício de cartografia soteropolitana. O circuito desta edição atravessa bairros que raramente aparecem no mesmo roteiro: Cajazeiras IV e Graça, Paripe e Rio Vermelho, Nova Brasília e Santo Antônio. São territórios com códigos, públicos e sabores muito diferentes — e todos convergem para a mesma mesa de buteco, o mesmo petisco a R$ 40, o mesmo prazo de 30 dias.

Algumas paradas merecem nota especial pelo endereço. O Língua de Siri e o Solar Boteco ficam no Solar do Unhão — com o Museu de Arte Moderna como vizinho e a Baía de Todos-os-Santos como cenário. O Vibes Solar está praticamente ao lado do MAM, no mesmo complexo. Já o Pasteco Gourmet, em Nova Brasília, e o Point do Gigante, em Cajazeiras IV, levam o concurso para regiões que o circuito gastronômico oficial de Salvador raramente alcança — e isso, por si só, já é motivo de celebração.

O Mercadão da Bahia também integra o circuito, com o Bistrô9 posicionado na Baixa dos Sapateiros, num box que mistura feirante e bistrô numa mesma proposta.

Comida Di Buteco 2026: Como funciona e onde ir

Todos os petiscos participantes do Comida Di Buteco Salvador custam R$ 40 e são servidos durante o período do concurso, de 10 de abril a 10 de maio de 2026. A votação é feita pelo público, que avalia cada petisco no aplicativo ou site oficial do Comida di Buteco. No final, os campeões por cidade e o grande campeão nacional são revelados em cerimônia própria.

Abaixo, a lista completa dos 63 bares participantes do Comida di Buteco Salvador 2026:

  1. Abará da Vovó — R. Direita de Santo Antônio, 16 – Santo Antônio
  2. Bar D’Gente — R. Thomaz Gonzaga, 144 – Pernambués
  3. Bar das Meninas — Av. Iemanjá, 211 – Boca do Rio
  4. Bar do Bonito — R. Palame, 9 – Itapuã
  5. Bar do Chico — R. Artur de Azevedo Machado, 65 – STIEP
  6. Bar Xique Xique — R. Rockefeller, 39 – Barris
  7. Biritódromo Bar de Praia — R. Souza Uzel, 4 – Federação
  8. Bistrô Negreiros — R. do Alvo, 10 – Saúde
  9. Bistrô9 — Av. José Joaquim Seabra, 151 – Baixa dos Sapateiros
  10. Botecar Bar e Petiscaria — R. Andaraí, 723 – Resgate
  11. Boteco Casquinha de Siri — R. Eduardo Dotto, 337 – Paripe
  12. Boteco da Sereia — Beco da Sereia, 7 – Saúde
  13. Boteco Delícia de Pirão — Estr. Ilha do Mocambo, 8 – Trobogy
  14. Boteco do Araújo — R. José Mariz Pinto, 60 – Baixa de Quintas
  15. Boteco do Cheff — R. Haeckel José de Almeida, 177 – Shopping Jaguaribe
  16. Boteco do Gavazza — R. Greenfield, 174 – Barra
  17. Boteco do Vale — Vila São Roque, 413 – Campinas de Brotas
  18. Cabana da Sônia — Ladeira do Abaeté, 18 – Itapuã
  19. Cantina dos Artistas — Av. Oceano Pacífico, 4 – São Marcos
  20. Casa Amarela Bar — Ladeira do Carmo, 14 – Santo Antônio
  21. Casa da Carmem — R. Visconde de Mauá, 174 – Dois de Julho
  22. Casa da Renatinha — R. da Gratidão, 5 – Piatã
  23. Cia do Sertão — R. das Hortências, 288 – Pituba
  24. Com Dendê — R. Maria Felipa, 23 – Engenho Velho de Brotas
  25. Crisana — R. Artêmio Castro Valente, 295 – Canabrava
  26. Escritório da Gadhega — R. Góes Calmon, 33 – Saúde
  27. Forças Bar — Av. Antônio Carlos Magalhães, 54 – Capelinha
  28. Jota Gastronomia — R. da Paciência – Santo Antônio
  29. Kitanda Gastrobar — Av. Oceânica, 297 – Barra
  30. La Barca Restaurante e Petiscaria — R. Mário Covas, 1430 – Trobogy
  31. Lar em Casa — Ladeira da Fonte, 44 – Campo Grande
  32. Língua de Siri — R. Desembargador Castelo Branco, 7 – Solar do Unhão
  33. Margarida Bar e Restaurante — R. Osvaldo Cruz, 66 – Rio Vermelho
  34. Meat Salvador — R. Santa Rita de Cássia, 40 – Graça
  35. Mocambinho Bar e Restaurante — R. da Faísca, 12 – Dois de Julho
  36. O Boteco do Bocca — 1ª Travessa Luiz Tarquínio Pontes, 223 – Lauro de Freitas
  37. Oh Pirão — R. Almiro Mário de Almeida, 34 – Cabula
  38. Ôshalé Delícias do Interior — R. José Mariz Pinto, 18 – Baixa de Quintas
  39. Outbecko Comida Bruta — R. Território do Rio Branco, 125 – Pituba
  40. Oxente Bar e Petiscaria — R. Silveira Martins, 445 – Cabula
  41. Panela de Barro — R. Tamoio, s/n – Plataforma
  42. Pasteco Gourmet — Av. Aliomar Baleeiro, 6078 – Nova Brasília
  43. Petiscaria Carnavalle — Al. Campinas de Pirajá, 88 – Cajazeiras
  44. Point do Gigante — R. Álvaro da Franca Rocha, 5 – Cajazeiras IV
  45. Porto Caymmi Bar e Restaurante — R. do Meio, 237 – Rio Vermelho
  46. Posto 12 Bar e Restaurante — R. Aristides Milton, 33 – Itapuã
  47. Quintal da Esquina — R. das Esperas, 18 – Pituba
  48. Quiosque do Mirante — Ladeira do Abaeté, s/n – Itapuã
  49. RCanto do Pascoal — R. Direita de Santo Antônio, 1 – Santo Antônio
  50. Recanto do Moura — R. Resende de Jesus, 6 – São Caetano
  51. Rei do Crepe Francês — R. Oswaldo Sá Menezes, 8 – Fazenda Grande I
  52. Restaurante Aconchego da Zuzu — R. Quintino Bocayuva, 18 – Garcia
  53. Restaurante Encantos da Maré — R. Teodósio Rodrigues de Faria, 27 – Bonfim
  54. Restaurante Tia Lú — R. Pedro Gama, 118 – Federação
  55. Rita da Lambreta — Av. Iemanjá, 92 – Boca do Rio
  56. Sabor Nordestino Barra — R. Dias D’Ávila, 110 – Barra
  57. Sabores & Dendê — R. Numa Pompílio Bittencourt, 395 – Pernambués
  58. São Vicente Bar e Restaurante — Praça Gen. Inocêncio Galvão, 13 – Dois de Julho
  59. Solar Boteco — R. Desembargador Castelo Branco de Baixo, 1 – Solar do Unhão
  60. Sushili — R. Alexandre de Gusmão, 50-B – Rio Vermelho
  61. Taiobha — R. das Angélicas, 131 – Pituba
  62. Toka do TG — Travessa Góes Calmon, 42 – Saúde
  63. Vibes Solar — R. Desembargador Castelo Branco, s/n – Solar do Unhão

Perguntas Frequentes

O que é o Comida di Buteco e como participar em Salvador?

O Comida di Buteco é o maior concurso de butecos do Brasil. Em Salvador, a edição 2026 acontece de 10 de abril a 10 de maio, com 63 bares participantes em mais de 38 bairros. Para participar, basta visitar os bares do circuito, pedir o petisco oficial (R$ 40) e votar pelo aplicativo ou site do concurso.

Quanto custa o petisco do Comida di Buteco 2026 em Salvador?

Todos os petiscos participantes têm valor fixo de R$ 40, independente do bar ou do bairro. A cerveja oficial da edição é a Eisenbahn.

Quais são os bares favoritos no Comida di Buteco Salvador 2026?

O Forças Bar chega como campeão defensor do título conquistado em 2025. O Bar Sushili, campeão em 2023, também retorna ao circuito. Entre os estreantes, Posto 12, Quintal da Esquina e Boteco do Gavazza são nomes que já despertam expectativa com suas propostas.


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Da Cabruca ao Café: Chocolate e Café Especial São a Expressão Sensorial da Bahia

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Brenda Matos traça paralelo entre o cacau do Sul da Bahia e os cafés especiais do estado em reflexão de Páscoa

A Páscoa é, antes de tudo, uma celebração de origens. E quando o assunto é a Bahia, poucas origens são tão profundas quanto a do cacau cultivado sob as copas da Mata Atlântica e a do café colhido nos planaltos do interior.

Nesta edição especial da coluna de Brenda Matos, especialista de café e colunista do Muito Gourmet, a reflexão parte de memórias afetivas de Itabuna, atravessa o sistema agroflorestal da cabruca e desemboca em uma provocação certeira: chocolate bean to bar e café especial compartilham processos quase idênticos, e a Bahia é protagonista nas duas histórias.

Uma leitura para quem quer entender por que valorizar a rastreabilidade é, também, uma forma de celebrar a Páscoa.

da cabruca ao café
Foto: Rodrigo Wanderley

Da Cabruca ao Café

Talvez muitos leitores desconheçam essa informação, mas a colunista que vos fala não é soteropolitana. Nasci em Itabuna e morei lá até os 24 anos. Vivia no bairro da Conceição, na última casa da rua e no último andar de um prédio de família. Se fechar bem os olhos, ainda lembro como se fosse hoje do cheiro de chocolate que invadia as noites da cidade.

Nos meus devaneios mais poéticos, eu pensava que uma cidade que cheira a chocolate nas madrugadas só poderia ser abençoada; tinha um “quê” de especial. Depois, os adultos me contaram que de místico não tinha muita coisa: aquele perfume se espalhava porque as fábricas de chocolate da região estavam a pleno vapor.

O fato é que, desde cedo, o cacau orbita a minha vida. Seja pelo peso histórico do Sul da Bahia, pelas madrugadas achocolatadas ou pelo tempo em que estudei na UESC, cujo campus fica em Ilhéus e, sem coincidência nenhuma, em uma área de Cabruca: sistema onde o cacaueiro cresce à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica.

Presenciar tão de perto a cultura do cacau me ensinou que o que vem da terra carrega uma identidade profunda. Aprendi que a qualidade de um fruto é indissociável da preservação e do respeito ao tempo da natureza.

O Valor do que é Nosso

A Páscoa é uma celebração de renovação. E nada é mais renovador para o nosso mercado do que valorizar a rastreabilidade. Assim como no café especial, o chocolate de qualidade nos exige conhecer o caminho do quem-como-de-onde.

É fascinante perceber hoje, trabalhando com café, como ele e o chocolate Bean to Bar (do grão à barra) compartilham jornadas quase idênticas. Ambos são frutos que dependem de um terroir específico, de processos de fermentação e secagem controlados, de uma torra precisa e, acima de tudo, de mãos que conhecem a história por trás de cada semente.

Sair de Itabuna e percorrer o caminho até o universo dos cafés especiais me ensinou que a excelência pode até ser uma linguagem universal, mas é o que é local que faz a vida ganhar sabor de forma única.

Quando harmonizamos um chocolate de origem Sul-Baiana com um café especial da Chapada Diamantina ou do Planalto Baiano, não estamos falando apenas de sensorial, estamos falando da mais alta qualidade e alquimia entre territórios. É a Bahia manifestando sua pluralidade sensorial em dois dos produtos mais complexos do mundo.

Que o seu domingo seja assim: com aroma de café fresquinho e o gosto inconfundível do nosso chocolate de origem.

Feliz Páscoa!

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Da Cabruca ao Café: Chocolate e Café Especial São a Expressão Sensorial da Bahia

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Além do Copo: O Processo Criativo de um Coquetel que Nasceu em Forma de Som

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O gastrônomo e bartender baiano revela como identidade, cultura e território se traduzem em líquido, numa coluna que estreia no Muito Gourmet com a força de quem tem muito a dizer.

Um coquetel pode começar com uma fruta, um destilado, uma técnica. Pode começar com uma memória afetiva ou uma referência clássica. Mas, às vezes, ele começa com uma música.

É assim que Dan Morais, gastrônomo, mixologista e sommelier de cerveja soteropolitano, pensa coquetelaria: não como uma receita a ser montada, mas como uma experiência a ser construída. Uma linguagem. Uma forma de dizer de onde você vem, o que você carrega e o que quer comunicar antes mesmo de alguém tocar no copo.

Nesta coluna de estreia no Muito Gourmet, Dan abre o processo criativo por trás do drink que levou à segunda fase da Campari Bartender Competition 2026, as Jornadas Latinas, e entrega algo mais do que uma receita: entrega um método, uma visão de mundo e um manifesto sobre o que a coquetelaria baiana pode ser quando levada a sério.

O Que Vai Além do Copo

Quando falamos sobre coquetel, o famoso drink, geralmente pensamos naquela clássica cena: o bartender entregando a você um copo no balcão com um líquido bonito, uma decoração “fancy”, e que você bebe esperando um ótimo sabor.

Mas será que é só isso mesmo?

Me peguei divagando: o que vai além do copo? O que está por trás do líquido?

Por trás daquele copinho bonito com a guarnição legal, há muito mais: tem história, identidade, paixão e técnica.

Seja num bar, em eventos ou competições, a estrutura deve fazer sentido e os ingredientes devem apoiá-la.

Começo minha primeira coluna trazendo um exemplo de como é o processo criativo de um coquetel.

No meu caso, a resposta veio antes mesmo do primeiro ingrediente. Veio em forma de som.

Para a segunda fase da Campari Bartender Competition 2026 – Jornadas Latinas, eu não comecei pensando em receita. Comecei pensando em atmosfera. Em energia. Em algo que traduzisse o que eu queria dizer antes mesmo de alguém provar o drink. E foi assim que nasceu a música.

Logo veio à cabeça: o que melhor representa a identidade do povo baiano que está nas ruas é pagode baiano. Ele deveria vir não como trilha de fundo, mas como parte estrutural do projeto. Porque o conceito não era apenas criar um coquetel, era construir uma experiência. E, na América Latina, poucas coisas conectam tanto quanto música e futebol.

A partir daí, o caminho ficou claro: o drink precisava falar sobre o Bahia.

Não só o clube, mas tudo o que ele representa. O pré-jogo sob o sol de Salvador. A Fonte Nova pulsando. A rua, a resenha, o calor humano. O Bahia como símbolo de pertencimento. Como identidade. Como esse lugar onde muita gente se reconhece.

Então, junto com Havok (sim, o dono desse querido site pelo qual vos escrevo essa coluna), comecei o processo de composição da música que viria a ser homônima ao coquetel.

“COURO. TERRA. SANGUE.” surgiu da camisa do esquadrão homenageando o tetracampeonato do Nordestão, representando os bons momentos, a resiliência, a raça e o amor.

Não havia outra opção a não ser beber da fonte das versões internacionais em pagode, mais precisamente do que estava em voga no momento e fazia sentido: DtMF de Bad Bunny, que ganhou o mundo pela representatividade latina e virou um brado de resistência, tudo o que se encaixava na nossa história.

Os Ingredientes como Elos de Cultura e Território

Com esse universo definido, vieram os ingredientes.

Cada escolha foi pensada como um elo entre cultura, território e narrativa. Nada ali é decorativo.

Tudo comunica. O drink nasce dessa necessidade.

Não como uma receita pensada a partir de ingredientes, mas como uma tradução dessa experiência em outra linguagem.

Se a música organiza pelo som, o drink precisa organizar pelo paladar.

E aí entra o processo criativo de verdade.

O primeiro passo não foi escolher fruta, destilado ou técnica. Foi entender o que sustenta essa sensação. O que é estrutura ali dentro. O que é pulso, o que é base, o que é movimento.

O Campari aparece como eixo. Ele não entra só pela cor, embora ela carregue um simbolismo forte, mas principalmente pelo comportamento. É um amargor que sustenta, que permanece, que conduz o drink do início ao fim. Ele não se esconde. Ele marca presença, como o som contínuo da arquibancada.

A base do drink se constrói em outra camada.

A fava de aridã entra trazendo a força das matrizes africanas presentes na Bahia. O obi, a noz de cola, carrega um peso simbólico ancestral, de conexão, de energia, de ritual, assim como a torcida do esquadrão. São ingredientes que carregam história, ancestralidade e identidade. Eles não aparecem de forma óbvia no primeiro impacto, mas são fundamentais para dar estrutura. São o que mantém o drink em pé.

O maracujá entra como tensão. A acidez aqui não é só frescor, é equilíbrio dinâmico. É o que impede o excesso de peso, o que mantém tudo em movimento, o que conecta as camadas sem deixar que nenhuma domine completamente.

E a guarnição talvez seja o ponto mais visceral: carne de fumeiro de Maragogipe e geleia de maracujá do mato da Coopercuc, produzida pela agricultura familiar. Não só pelo sabor, mas pelo que ela representa. O Recôncavo, a tradição, o defumado, a cozinha de raiz, se unindo às mãos que colhem os frutos na caatinga e geram um produto que carrega a história de famílias e de todo um bioma. Um elemento que desloca o coquetel para um lugar muito específico, e, justamente por isso, muito potente. Ele muda a experiência. Introduz aroma, gordura, acidez, textura e cria uma interação que vai além do líquido. É o momento em que o drink sai do copo e ocupa o corpo.

A Técnica a Serviço da Ideia

A técnica acompanha essa construção.

A maceração sob pressão na Preshh, sistema brasileiro e único no mundo, diga-se de passagem, permite extrair com precisão aquilo que interessa de cada ingrediente. Reduz tempo, mas principalmente aumenta controle, padrão e precisão. Não é sobre acelerar o processo, é sobre chegar exatamente onde a ideia pede.

No fim, criar um drink não é sobre misturar ingredientes que funcionam bem juntos.

É sobre construir sentido.

A música organiza o sentimento.

O conceito organiza a ideia.

E o drink organiza a experiência.

Esse projeto é, ao mesmo tempo, sobre coquetelaria e sobre identidade.

Sobre entender que um drink pode, e talvez deva, ir além do copo. Que ele pode carregar território, memória e cultura. Que ele pode ser uma forma de dizer de onde você vem.

E, nesse caso, eu sabia exatamente o que queria dizer:

Que o Bahia é o mundo.

E que, de alguma forma, o mundo também passa pela Bahia.

Eu sou Dan Morais e esse é somente o início de uma coluna, onde teremos várias conversas: sobre identidade, coquetelaria, regionalidade e o que mais esse mundo fascinante das bebidas pode nos proporcionar.

por dan morais
Além do Copo: O Processo Criativo de um Coquetel que Nasceu em Forma de Som

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Fera Palace e Grupo Soho se separam: Arento segue, perguntas ficam

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O rompimento foi confirmado pelos dois lados, em notas divulgadas separadamente. O Arento segue em operação sob o comando do chef Peu Mesquita.

O que cada lado disse, e o que ficou de fora

A nota do Grupo Soho foi a mais extensa. Assinada por Karine Queiroz, sócia da empresa, o comunicado enfatizou a trajetória consolidada do grupo, seus pilares de transparência e excelência, e encerrou o assunto com a afirmação de que o ciclo foi concluído “de forma respeitosa”. O tom foi o de quem quer encerrar o capítulo sem deixar margem para interpretações.

O Fera Palace foi mais direto. Em poucas linhas, o hotel confirmou que a colaboração se deu no formato de consultoria, agradeceu à Karine e ao Max pela parceria, e reafirmou que o Arento segue operando, sob o chef Peu Mesquita.

Nenhuma das partes explicou os motivos da rescisão, o que é, em si, uma informação relevante. Parcerias de consultoria em Alimentos e Bebidas em hotéis de luxo não costumam ser encerradas antes de completar um ano sem que haja alguma razão de peso, seja ela operacional, estratégica ou de outra natureza. Aqui, o silêncio fala.

O Arento e o Fera Palace Hotel seguem juntos

Para o hóspede e para o mercado, a informação mais relevante é que o restaurante Arento não fecha e não muda de comando. O chef Peu Mesquita permanece à frente da cozinha, que tem como proposta central os frutos do mar com influência italiana, ocupando o lobby de um dos hotéis mais luxuosos de Salvador.

O Fera Palace foi reconhecido pelo Guia Michelin em 2026 como um dos 20 melhores hotéis do Brasil, distinção que coloca o endereço em outro patamar dentro da hotelaria nacional. O Arento, como restaurante-âncora desse espaço, carrega consigo parte considerável desse peso simbólico.

Grupo Soho segue com portfólio robusto em Salvador

O encerramento dessa parceria não representa uma retração para o Grupo Soho. A empresa mantém operações em endereços estratégicos da cidade: Soho Marina e Lafayette, na Bahia Marina; Soho Paseo, no Itaigara; Vona, na Graça; Morea, rooftop no Horto Florestal; A Taberna e Padoca, no H Mall; o Catiguria, no Mercado do Rio Vermelho; e o Zepp Smash, voltado ao universo dos burgers, além do buffet Sofée, com atuação em eventos.

A próxima movimentação do grupo já está confirmada: a operação gastronômica da CASACOR Bahia 2026, que acontece de 7 de julho a 6 de setembro, na Casa Nossa Senhora das Mercês, com destaque para um sushi bar e assinatura dos menus de eventos ao longo da programação.

Uma pergunta que fica no ar

O chef Peu Mesquita é também o chef do Vona, restaurante do Grupo Soho na Graça. É também o chef do Arento, no Fera Palace, que agora segue sem o Grupo Soho. Como fica essa equação? A resposta não veio em nenhum dos comunicados. Por ora, aguardamos os próximos capítulos.

peu mesquita arento restaurante
Peu Mesquita – Foto: Elder Almeida

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Bacalhau, Caruru e Chocolate: Orí e Megiro celebram a Páscoa no Horto Florestal

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Os chefs Fabricio Lemos e Lisiane Arouca preparam sugestões especiais de Sexta-feira Santa ao domingo de Páscoa, com pratos que transitam entre a tradição baiana e o cuidado autoral

O bacalhau chegou à mesa. E junto com ele, o caruru, a moqueca, o brigadeiro, a memória. Em Salvador, a Páscoa tem gosto próprio, e o Grupo Origem entende bem essa linguagem.

O restaurante Orí e o Boteco Megiro, ambos na Avenida Santa Luzia, no Horto Florestal, estão com cardápios sugeridos para todo o feriado, de sexta a domingo, assinados pelos chefs Fabricio Lemos e Lisiane Arouca.

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Fabrício Lemos e Lisiane Arouca – Foto: Leonardo Freire

Do forno ao boteco: o bacalhau como protagonista

No Orí, o bacalhau aparece em duas versões. A primeira é o Arroz de Bacalhau, prato de colher que convida ao conforto e à partilha. A segunda é mais elaborada: Bacalhau do forno com vegetais grelhados, ovo cozido, azeitonas e coulis de pimentão assado, uma preparação que respeita o ingrediente sem abrir mão da personalidade autoral da casa.

O Megiro, com seu DNA de boteco que resgata a culinária de Salvador da segunda metade do século XX, aposta no Bacalhau gratinado, prato generoso, com aquele caráter de receita de família que é a marca registrada do espaço.

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Bacalhau ao Forno – Foto: Leonardo Freire

Caruru, moqueca e as raízes da cozinha baiana

Além do bacalhau, as duas casas oferecem o Caruru completo como sugestão de Páscoa, reconhecendo o papel central deste prato na cultura gastronômica e religiosa da Bahia. O Megiro vai além com a Moqueca de camarão, servida para duas pessoas, prato que sintetiza o espírito compartilhado do boteco: farta, aromática e sem cerimônia.

No Orí, a proposta editorial da cozinha passa pelo resgate de ingredientes simples da culinária baiana em preparações de execução cuidadosa. A intenção declarada dos chefs é provocar memória afetiva pelo paladar, e o cardápio de Páscoa não é exceção.

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Moqueca de Camarão – Foto: Leonardo Freire

Lisiane Arouca fecha a refeição com chocolate

A chef confeiteira Lisiane Arouca assina as sobremesas que completam o menu festivo. No Orí, o cookie de caneca recheado de brigadeiro com calda de chocolate e sorvete de Leite Ninho é a pedida para quem quer o chocolate na forma mais afetiva possível. Já o Sweet Memory, disponível nas duas casas, é um bolo formigueiro servido com creme inglês de avelã e calda quente de brigadeiro de chocolate, sobremesa com nome e conceito: a memória em forma de colherada.

O chocolate, ingrediente símbolo da Páscoa, encontra aqui um tratamento que vai além do óbvio, integrado à identidade das casas sem forçar o tema.

Orí e Megiro: duas propostas, uma mesma cozinha de origem

O Grupo Origem opera com duas frentes distintas no mesmo endereço do Horto Florestal. O Orí é o restaurante mais casual do grupo, com cozinha que une técnica e afeto na releitura da tradição baiana. O Megiro Boteco parte da comida que circulava pelas mesas e balcões da Cidade Baixa de Salvador no século passado, farta, compartilhada, com receitas de família e aquele calor de pratos bem tradicionais.

São propostas diferentes em registro, mas com a mesma origem: a cozinha baiana como ponto de partida e de chegada.

Dados práticos

Restaurante Orí Avenida Santa Luzia, 656, loja 11 – Horto Florestal, Salvador Reservas: (71) 3276-3140 | (71) 98890-8357 Terça: 19h às 23h | Quarta a sábado: 12h às 16h e 19h às 23h | Domingo: 12h às 17h Instagram: @orisalvador

Boteco Megiro Avenida Santa Luzia, 656, loja 12 – Horto Florestal, Salvador Reservas: (71) 99644-9141 Segunda e terça: 17h às 23h | Quarta a sábado: 12h às 23h | Domingo: 12h às 17h Instagram: @megiroboteco


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