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Conheça os participantes do 19º Festival Tempero no Forte: chefs, pratos e sabores do Litoral Norte

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De Praia do Forte a Imbassaí, circuito gastronômico exalta ingredientes da terra entre 11 e 21 de dezembro

Com o tema “Sabores da Terra”, o 19º Festival Tempero no Forte transforma o Litoral Norte da Bahia em um mapa afetivo da gastronomia brasileira. De 11 a 21 de dezembro, chefs locais e convidados assumem os fogões de restaurantes e hotéis em Praia do Forte, Guarajuba, Itacimirim, Imbassaí, Massarandupió e Lagoa Aruá, apresentando pratos autorais feitos com ingredientes regionais como mel, coco, farinha, raízes, hortaliças e frutas tropicais.

O circuito gastronômico é democrático: há receitas veganas e vegetarianas, sobremesas criativas, pratos de mar e sertão, todos com uma curadoria que une tradição e contemporaneidade. Abaixo, conheça os restaurantes participantes, os pratos criados especialmente para o festival e seus respectivos chefs.


Circuito Gastronômico Tempero no Forte – Restaurantes, pratos e chefs

Praia do Forte

  • 7 Express | Pizza de Cogumelos com alho-poró | Geovane Carvalho
  • 7 Pizzas | Pizza 7 Emoções – carne seca, queijo de cabra, cebola caramelizada, pimenta biquinho | Ronílson Amorim
  • Amada Confeitaria | Sabor de Verão – mousse de coco verde, calda de goiaba, praliné de castanha | Raquel Guirra e equipe
  • Atóba do Porto – Zarpa Hotel | Moqueca de Camarão ao Porto Zarpa | Vera Lúcia da Silva
  • Bem Puro | Bolo do Bem – com sorvete de tapioca, açaí e crocante de coco | Rafaela Dalvoglio
  • Café do Forte | Filé Sabor da Terra – filé com molho de jabuticaba, nhoque flambado na cachaça | Mana Zortéa
  • Corais Gourmet – Hotel Via dos Corais | Quichette de Feijoada | Isaías Neries
  • Crêperie | Tropical – crepe de doce de coco, abacaxi e hortelã | Mônica Sousa
  • Donana | Filé do Mar Caipira – peixe empanado com mel e cachaça | Adriana Santos
  • Farol do Projeto Tamar | Moqueca Veggie Lovers – versão vegana com banana da terra, maxixe e castanha | Sara Maria
  • Maré | Carpaccio de Beterraba com mel de uruçu, coalhada de cabra e azeite de trufa | Gabriel Matos e Kaywa Hilton
  • O Sertão Vai Virar Mar | Costela Sertaneja com glaçagem de mel e cachaça | Adriana Santos
  • Porto da Lua Boutique Hotel | Filé mignon ao molho de mostarda com farofa de mel e minibatatinha | Valdinete Oliveira e equipe
  • Raízes do Forte | Nhoque Raíz de banana da terra com lagosta, camarão e queijo coalho | Diane Moura
  • Refúgio da Vila Boutique Hotel & Spa | Filé do sol com mousseline de aipim, tropeiro de cuscuz, cebola bruleé e crispy de couve folha | Reginaldo Machado
  • Sabor da Vila | Trio Nordestino – carne seca crocante, purê de abóbora e banana da terra | Alex Souza
  • Santo Chico Sushi Bar | Ceviche Especial – peixes, polvo, camarão, manga e abacate | Gustavo Guimarães
  • Tango Café | Patagônia Toast – sanduíche integral com queijo boursin, abacate, ovo e mel | Graciela Rodriguez
  • Terra Brasil | Camarão, coco & queijo – com purê de banana da terra, bacon e canoas de tapioca | Patrícia Pereira e equipe
  • Tivoli Ecoresort – Restaurante Tabaréu | Da Roça ao Mar – polvo na manteiga de garrafa com aligot de aipim e farofa de tapioca | Tânia Godoi

Itacimirim

  • Alecrim | Camarão Alecrim Dourado – frito no dendê com banana da terra e leite de coco | Heloísa Braga

Guarajuba

  • Varandas | Salmão ao molho de pitanga com mil folhas de batata | Fernando Conceição

Massarandupió

  • Encanto Regional | Tapioca com carne seca, banana da terra e queijo coalho com melaço | Jackson Oliveira

Lagoa Aruá

  • Terroir do Axé | Pernil de Carneiro Carmel com queijos de cabra e fio de mel, servido com baião de dois | Girlene Conceição

Imbassaí

  • Vinobar | Salada morna de feijão guandu com fumeiro e linguiça do Recôncavo | Newton Ximenes e Celinho Buery

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  • Polomar | Chef Ângelo Castiglioni

Um convite ao turismo de sabor

Com pratos disponíveis nos próprios estabelecimentos, sem necessidade de reserva especial ou ingresso, o Tempero no Forte é uma experiência acessível e plural. Ideal para quem já está no Litoral Norte ou para quem quer fazer bate-volta a partir de Salvador, o festival convida a uma viagem gastronômica embalada por mar, sol e muito dendê.


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Santo Antônio recebe D.A.Y. Sessions com vinhos, ostras e pôr do sol

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Terceira edição do evento reúne música, sabores e encontros na esquina mais charmosa do Centro Histórico

O D.A.Y. Sessions escolhe, mais uma vez, o bairro Santo Antônio Além do Carmo — um dos cenários mais encantadores de Salvador — para sua terceira edição. Na sexta-feira, 28 de novembro, das 17h às 23h, o evento ocupa a esquina de casarões coloniais, luz dourada e vista para a Baía de Todos-os-Santos com encontros despretensiosos, taças bem servidas e uma trilha sonora feita para guardar na memória.

Idealizado pela união entre Decanter, Allê Varanda Bar e Yolo Coffee Bar, o D.A.Y. Sessions já se consagrou como um ritual contemporâneo entre os apreciadores do lifestyle gourmet em Salvador. A proposta é simples e irresistível: ocupar a esquina mais charmosa do Centro Histórico com vinhos selecionados, ostras frescas e um clima que mistura sofisticação com afeto.

vinhos e ostras
D.A.Y. Sessions e suas Ostras Gigas de Santa Catarina (Divulgação)

D.A.Y. Sessions: Vinhos na taça e ostras ao vivo

O ponto alto da experiência começa com a carta da Decanter, uma das mais respeitadas importadoras do país. Rótulos escolhidos a dedo serão servidos em taça ou garrafa, direto de um carrinho exclusivo posicionado na varanda, um convite perfeito para brindar sob o céu em tons de laranja.

Para harmonizar, duas estrelas do menu: as Ostras Gigas de Santa Catarina, servidas fresquinhas, e os Sanduíches de Camarão Crocante assinados pelo chef Raphael Sepulveda (Yolo), em parceria com a Villa Camarão. Uma combinação pensada para surpreender o paladar sem abrir mão da leveza típica das noites soteropolitanas.

Day Sessions
Chef Raphael Sepulveda e as Ostras Gigas de Santa Catarina (Divulgação)

Música, encontros e charme no ar

Quem comanda a trilha sonora desta edição é o DJ Santz, que assume a varanda do Allê com um set vibrante, entrelaçando beats nacionais e internacionais. A música começa com o pôr do sol e segue embalada até às 23h, criando a atmosfera perfeita para quem busca um momento leve, sem pressa, mas cheio de sabor.

“O D.A.Y. Sessions nasceu do desejo de criar um momento leve e aberto, onde as pessoas possam simplesmente chegar, brindar e aproveitar o bairro. Cada edição traz uma energia especial, e ver essa esquina cheia de vida, música e boas conversas é o que faz tudo valer a pena”, destaca Wolton Fonseca, sócio do Allê.

A entrada é gratuita, com atendimento por ordem de chegada — sem necessidade de reserva. O consumo de bebidas e pratos é feito à parte.

Dj Santz na D.A.Y. Sessions
Dj Santz (Divulgação)

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Zabé: novo projeto de Kátia Najara estreia com menu natalino de dar água na boca

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Delivery gourmet, alma brasileira e afeto à mesa: a essência do empreendimento que une tradição e praticidade para o fim de ano em Salvador

Faltando exatamente um mês para o Natal, Salvador ganha um novo sabor para celebrar a data com afeto e praticidade. Nesta segunda-feira, 24 de novembro, a cozinheira e empresária Kátia Najara lança oficialmente o Zabé, um projeto gastronômico que aposta na comida brasileira do dia a dia – quente, acolhedora e cheia de memória afetiva – com foco em delivery, encomendas e pequenas celebrações.

Com um currículo robusto que cruza gastronomia, cultura, design e comunicação, Kátia combina décadas de experiência para criar uma proposta que é, ao mesmo tempo, prática e sofisticada. A estreia de Zabé vem em grande estilo: um menu de Natal compacto, certeiro e repleto de clássicos que prometem conquistar tanto mesas familiares quanto confraternizações corporativas.

Kátia Najara Zabé
Kátia Najara (Pedro Mascarenhas)

Ceia com sotaque afetivo

No cardápio de estreia, Zabé oferece quatro opções principais pensadas para facilitar a vida dos anfitriões sem abrir mão do sabor: o suculento Pernil Suíno ao molho de laranja e tomilho, servido com batatinhas douradas, confit d’alhos e tomatinhos; o elegante Rosbife frio de lagarto com vinagrete balsâmico de abacaxi; a refrescante Salada de Bacalhau com grão-de-bico e azeitonas azapa; e, claro, o Peru laqueado com mel de gengibre e especiarias, acompanhado por uma farofa rica de bacon, uvas-passas e cebolinhas.

Com praticidade como ponto de partida, os pratos frios vêm prontos para servir, direto da embalagem biodegradável para a mesa. Já as carnes quentes chegam em assadeiras de aço que vão ao forno e, depois, direto à celebração. Os pedidos devem ser feitos via WhatsApp (71) 98828-8848 e mais informações estão no Instagram oficial: @zabe.salvador.

Zabé: uma homenagem às cozinheiras do Brasil

O nome Zabé é uma corruptela carinhosa de Izabel, homenagem às incontáveis mulheres que sustentam a tradição da cozinha brasileira com mãos de talento e coração quente. Kátia Najara se inspira nessa ancestralidade para criar uma culinária que respeita os sabores do passado, mas dialoga com as técnicas e ingredientes contemporâneos.

“Cada prato foi pensado para trazer aconchego, beleza e praticidade. Quero que minhas clientes se sintam acolhidas, seja numa ceia em família, num pré-Natal entre amigas ou numa confraternização no trabalho”, conta Kátia, que acompanha pessoalmente cada etapa do pedido, do preparo à entrega – incluindo sugestões de montagem e harmonização dos pratos com a decoração da mesa.

E depois do Natal?

Passado o Réveillon, Zabé se reinventa. O projeto ganha fôlego com a oferta de almoços frescos via delivery, kits de comida congelada e encomendas sob medida para pequenas festas. A proposta também inclui locação de utensílios, aulas de culinária e até um espaço reservado para encontros e eventos intimistas em Salvador.

Para turistas, a opção de abastecer o freezer com delícias práticas e afetivas promete ser um diferencial durante as férias na capital baiana.

A trajetória de Katita

Kátia Najara começou sua jornada culinária nos anos 2000 com o blog Rainhas do Lar, pioneiro na gastronomia digital brasileira. De lá para cá, lançou o premiado livro O Pequeno Manual da Cozinha, foi colunista dos jornais A Tarde e Correio, e assinou projetos que misturam arte, comida e afeto, como a Pequena Escola de Culinária e o Quintas Bistrô.

Além disso, participou de campanhas e ações de destaque nacional e internacional, como o projeto Identidade da Todeschini, a websérie Cozinha Finna e o #TodoDiaDelas do Huffpost. Em cada passo, reafirma o seu compromisso com uma cozinha viva, cultural e cheia de história.

Com Zabé, Kátia dá um novo passo: transformar sua cozinha em um gesto de carinho compartilhado. Afinal, como ela mesma resume: “o capricho mora na simplicidade – e uma comida quentinha pode transformar o dia de qualquer pessoa.”


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La Liste 2026: Fabrício Lemos e Lisiane Arouca são Talentos do Ano

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Chefs soteropolitanos recebem prêmio especial em Paris e consolidam o Origem como referência do Nordeste no cenário global

A noite desta segunda-feira, 24 de novembro, ficará marcada na história da gastronomia baiana. Em Paris, diante de uma plateia que reúne alguns dos nomes mais influentes do fine dining mundial, Fabrício Lemos e Lisiane Arouca foram anunciados como vencedores do “New Talent of the Year Award 2026”, um dos prêmios especiais mais prestigiados do ranking francês La Liste 2026. Únicos brasileiros contemplados na categoria, eles também são os primeiros representantes do Nordeste a conquistar o título. Um marco que reafirma a força do Origem e o vigor criativo da culinária baiana.

La Liste 2026: Um reconhecimento que celebra trajetória, identidade e afeto

“Encerrar o ano com mais este reconhecimento é emocionante”, disse Lisiane Arouca, ainda sob a vibração da cerimônia. A chef-pâtissière, conhecida por sua delicadeza técnica e memória gustativa afinada, destacou o papel da Bahia como norte criativo da dupla. “Este prêmio nos dá ainda mais força para seguir levando a Bahia, o Nordeste e a nossa maneira de ser e de cozinhar para o mundo.”

Ao seu lado, Fabrício Lemos reforçou o caráter coletivo da conquista. “Somos imensamente gratos à equipe e aos parceiros que fazem parte da jornada do Origem. Ver nossa gastronomia, nossos ingredientes e nossa identidade sendo celebrados fora do Brasil é algo que nos motiva profundamente.” Para ele, estar entre talentos que representam o futuro da alta gastronomia mundial é um impulso adicional para continuar inovando.

chefs baianos no la liste 2026
Lisiane Arouca e Fabrício Lemos (Leonardo Freire)

La Liste: rigor, diversidade e uma leitura global da cozinha contemporânea

O prêmio “New Talent of the Year Award” integra um conjunto de 11 distinções especiais concedidas pelo La Liste 2026, plataforma reconhecida por seu apurado método de avaliação. A instituição reúne milhares de publicações, mais de 1.100 fontes internacionais e milhões de avaliações online para construir um ranking orientado por dados — um panorama amplo que reflete tendências, renascimentos e transformações da gastronomia global.

Em sua abordagem, o La Liste valoriza diversidade cultural, compromisso social, coragem criativa e reinvenção, aspectos que dialogam diretamente com a proposta do Origem.

Origem: um restaurante que narra a Bahia de forma sensorial

A história de Fabrício e Lisiane com Salvador é visceral. Unidos pela vontade de resgatar a identidade gastronômica da Bahia com frescor, precisão e poesia culinária, eles transformaram o Origem em um laboratório sensível de sabores baianos. O restaurante, que trabalha exclusivamente com menu degustação, percorre biomas, territórios e memórias, indo do litoral à Caatinga, do Recôncavo à Chapada.

Receitas icônicas nasceram desse olhar afetivo e investigativo: o “abarajé”, união irreverente de abará com acarajé; a carne de fumeiro de Maragogipe; a farinha de Copioba; o licuri da Caatinga; o umbu e o siri mole. Ingredientes garimpados diretamente com pequenos produtores, respeitando a sazonalidade e a essência de cada território.

Uma casa que coleciona conquistas e projeta o futuro

Nos últimos anos, o Origem acumulou reconhecimentos raros para um restaurante nordestino. Foi eleito Melhor Restaurante do Brasil pela Exame (2025), alcançou a 52ª posição no Latin America’s 50 Best Restaurants, entrou na disputada List of The World’s Greatest Places 2024 da Time e rendeu a Fabrício e Lisiane duas facas no The Best Chefs Awards, reconhecimento concedido a chefs de classe mundial.

Agora, o prêmio do La Liste 2026 abre mais uma porta, e reafirma o protagonismo de uma Bahia que se reinventa, honra suas raízes e cozinha o próprio futuro.


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Chef Cadu Moura lança e-book natalino com receitas práticas

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“Sabores de Fim de Ano” reúne mais de 20 receitas com o toque criativo do chef pernambucano radicado em Salvador

Com a chegada do fim de ano, o chef Cadu Moura – conhecido pela sua atuação no Grupo Origem e pela forte presença na cena gastronômica de Salvador – acaba de lançar seu primeiro e-book natalino: “Sabores de Fim de Ano”. O material digital, disponível na Hotmart, reúne mais de 20 receitas pensadas para transformar a ceia de Natal em um momento ainda mais afetivo, criativo e acessível.

O e-book é um convite à mesa com alma nordestina, trazendo entradas, pratos principais e sobremesas que transitam entre releituras de clássicos e preparações contemporâneas. Tudo isso com explicações simples e claras, como uma conversa direta entre chef e leitor.

“Quero dar às pessoas a oportunidade de cozinhar com amor, de transformar ingredientes simples em memórias”, afirma Cadu. “A ceia de Natal não é só sobre o que vai para a panela; é sobre o carinho com que cada prato é pensado, sobre a conexão com nossas raízes.”

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Chef Cadu Moura (Rennan Oliveira)

Gastronomia com identidade e afeto

Cada receita do e-book foi desenvolvida com dois propósitos: facilitar a vida de quem cozinha e valorizar o afeto por trás da preparação. Além do passo a passo, o leitor encontra sugestões de apresentação, variações de ingredientes e dicas de harmonização para montar mesas de diferentes estilos, da mais tradicional à minimalista.

A proposta do chef, que também lidera o projeto digital “Nem Um Minuto a Mais”, é democratizar o prazer de cozinhar bem, sem elitismo nem complicações. Com um preço acessível, “Sabores de Fim de Ano” promete ser uma ferramenta valiosa para quem quer impressionar na ceia sem abrir mão da praticidade.

De Pernambuco para Salvador, com sabor e arte

Formado em Gastronomia pela UFBA e radicado em Salvador há mais de uma década, Cadu Moura construiu uma trajetória marcada pela valorização dos ingredientes nordestinos e pela abordagem sensível da culinária como expressão artística.

Sua projeção nacional veio com a terceira temporada do reality Mestre do Sabor, da TV Globo, onde se destacou como um “cozinheiro artista” e chegou à final. Depois, integrou o elenco do Rolling Kitchen Brasil, do GNT, como jurado técnico, consolidando sua presença na mídia especializada e reforçando seu papel como formador de opinião na gastronomia brasileira.

Agora, com o e-book natalino, Cadu traduz toda essa experiência em um formato acessível, ideal para quem deseja uma ceia com personalidade e coração.


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Corpo em Festa: Yoga, Brunch e Vinhos em experiência sensorial no Cinema do Museu

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Corpo em Festa: uma manhã para respirar, sentir e brindar

Salvador se prepara para viver uma manhã que promete alinhar corpo, mente e prazer gastronômico. No dia 29 de novembro, o Saladearte Cinema do Museu, no Corredor da Vitória, recebe o inédito “Corpo em Festa – Yoga, Brunch & Vinhos”, encontro que traz para a capital baiana uma tendência já celebrada em grandes metrópoles do mundo: a fusão entre práticas de bem-estar e experiências gastronômicas de alta sensibilidade.

Com uma proposta tropical e afetiva, o evento nasce com a missão de oferecer ao público um respiro antes do encerramento do ano, um convite para viver o presente com mais leveza, movimento e sabor.

Yoga entre árvores, arte e luz natural

A programação começa com uma prática guiada de yoga conduzida por três nomes conhecidas da cena local: Gabi Passos, Ju Barrena e Vic Goulart. A ideia é que o público vivencie posturas e técnicas de respiração em um ambiente que combina natureza, arquitetura e arte, elementos que fazem do Cinema do Museu um dos espaços mais inspiradores de Salvador.

Brunch afetivo com a assinatura da Mói Cozinha

Após o alongamento do corpo e da mente, é hora de despertar o paladar. O brunch será preparado pela chef Carolinna Esteves, da Mói Cozinha, que cria menus marcados por afeto, sazonalidade e ingredientes frescos. A proposta é oferecer uma refeição leve e saborosa, perfeita para acompanhar a transição da prática corporal para a experiência enogastronômica.

Harmonização com a sommelière Carol Souzah

Para fechar a manhã com elegância, os participantes serão guiados pela sommelière Carol Souzah, criadora do projeto Terroir Itinerante, em uma oficina de harmonização de vinhos. A atividade busca descomplicar o universo do vinho e aproximar o público de rótulos que dialogam com o clima e o estilo de vida baiano; frescos, vibrantes e inspiradores.

Corpo em Festa
Corpo em Festa promove experiência sensorial no Corredor da Vitória (Divulgação)

Um convite a celebrar o agora

Com curadoria afetuosa e atmosfera acolhedora, o “Corpo em Festa” conecta movimento, gastronomia e vinho em um mesmo encontro, criando uma experiência sensorial pensada para marcar o fim do ano com consciência e prazer.

Serviço Corpo em Festa

Data: 29 de novembro, das 9h às 12h
Local: Saladearte Cinema do Museu – Corredor da Vitória, Salvador
Inscrições: Telefone/WhatsApp (71) 98118-1509
Realização: Gabi Passos, Ju Barrena, Vic Goulart e Carol Souzah
Parcerias: Mói Cozinha, Terroir Itinerante e Circuito Saladearte


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Santiago celebra 5 anos com Festival de Paellas e sabores inéditos

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Festival de Paellas gastronômico acontece até 30 de novembro nas unidades do Shopping Barra e Clube Espanhol

A chama da tradição ibérica vai arder mais forte neste mês em Salvador. Para comemorar cinco anos de trajetória saborosa, o restaurante Santiago Culinária Ibérica realiza, de 17 a 30 de novembro, um Festival de Paellas que promete agradar aos fãs da autêntica gastronomia espanhola, com direito a novas criações e versões clássicas do prato que é símbolo da casa.

O festival acontece simultaneamente nas duas unidades do restaurante: no L4 do Shopping Barra e no tradicional Clube Espanhol, onde tudo começou. O cardápio especial traz cinco versões de paella, incluindo duas novidades que revelam o tempero criativo da casa: a Paella Nordestina, com charque, banana da terra e queijo coalho, e a intrigante Paella Negra, feita com tintura de lula e frutos do mar.

Completam o menu as consagradas receitas da Paella Marinera (frutos do mar), Paella Valenciana (frutos do mar, frango, carne suína e chouriço) e a versão Vegetariana, rica em legumes. As porções serão servidas tanto no almoço quanto no jantar, com opções individuais ou para compartilhar.

Tradição com sotaque baiano

Desde sua inauguração em 2020, o Santiago conquistou um espaço afetivo no paladar dos soteropolitanos. Fundado pelo empresário Rafael Casqueiro, o restaurante nasceu com a proposta de traduzir a cozinha ibérica com respeito às tradições e um toque de brasilidade. A paella, carro-chefe do cardápio, tornou-se o prato mais pedido nas duas unidades, mantendo viva a herança familiar que atravessou gerações.

“Estamos celebrando os cinco anos do Santiago, que foram repletos de história, sabor e encontros inesquecíveis”, reflete Rafael. “Foram anos intensos, com muitos desafios, aprendizados e vitórias. Ao olhar para trás, vejo pessoas — clientes, fornecedores, colaboradores — e a todas elas, minha imensa gratidão. Se os últimos cinco anos foram extraordinários, os próximos prometem ser ainda melhores.”

Para quem ama a fusão entre memória, identidade e boa comida, o Festival de Paellas é o convite ideal para revisitar sabores ou experimentar novas interpretações de um clássico eterno.


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Na história do vinho, a África vem antes da Europa

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Em novembro, mês da Consciência Negra, a coluna de Carol Souzah nos leva por um caminho raro na enogastronomia: o resgate da ancestralidade africana na história do vinho. Com olhar crítico e profundo, Carol questiona o apagamento histórico que transformou o vinho em sinônimo de tradição europeia e ilumina as raízes milenares da vinificação em Kemet, o antigo Egito.

Neste texto, ela convoca o leitor a repensar o que sabemos, ou o que nunca nos contaram, sobre quem fermentou as primeiras uvas, quem desenhou os rituais e técnicas que hoje chamamos de tradição.

Uma aula sobre pertencimento, memória e verdade, embasada em fontes arqueológicas e intelectuais afro-diaspóricas.

O vinho antes da Europa, a memória africana antes do apagamento

De quem é, afinal, a verdadeira história do vinho? E por que insistimos em olhar apenas para a Europa quando falamos de origem e tradição?

É quase irônico que, enquanto grande parte da Europa ainda organizava aldeias, a África já transformava uva em vinho com método, ciência e espiritualidade. A narrativa ocidentalizada apagou essa presença, como se o vinho fosse exclusivamente europeu. Fanon lembrava que a colonização instala o esquecimento, e Sueli Carneiro chama isso de epistemicídio, o apagamento deliberado do saber de um povo. O vinho, por mais romântico que pareça, também foi atravessado por esse apagamento.

As evidências arqueológicas mostram que por volta de 3000 a.C. o Egito antigo, Kemet, já produzia vinhos com um refinamento que impressiona pesquisadores até hoje. Em Abydos, Hierakonpolis e Tebas foram encontradas ânforas com registros de safra e procedência, além de pinturas que detalham colheita, prensagem, fermentação e armazenamento. Produziam-se tintos, brancos e rosés com técnica organizada e avançada para a época. Não era acaso, era conhecimento.

A África no mapa das primeiras vinificações do mundo

O consenso arqueológico aponta que os berços mais antigos do vinho se espalham por regiões que hoje correspondem à Geórgia, Armênia, Turquia, Síria, Irã e Líbano, territórios do Cáucaso e do Levante. E apontam também o Egito. A África não ocupa um lugar secundário nessa linha do tempo, ocupa um lugar essencial. A Geórgia possui os vestígios mais antigos, o Líbano e a Síria desenvolveram circulação e comércio, e Kemet se destaca pela sofisticação dos métodos, pela organização técnica e pelo papel do vinho como elemento ritual, político e espiritual.

Durante minha formação como sommelière, algo sempre me inquieta. Nos cursos que fiz, sejam eles nacionais ou internacionais, aprendi, sem grande profundidade, sobre o Cáucaso e o Levante. Já as tradições europeias são apresentadas em riqueza de detalhes, inclusive com mitologias e curiosidades, mas quase não ouvi sobre a África antiga, Kemet, como uma das pioneiras na vinificação. Quando mencionada, a abordagem se limitava aos vinhos contemporâneos, sem apresentar a contribuição milenar de Kemet. Essa ausência não é uma falha neutra, é resultado do mesmo epistemicídio que decide quem pode ser reconhecido como origem.

Por isso, aqui em Salvador, faço questão de citar o papel da África em todos os meus cursos e em boa parte das degustações em que ensino a história do vinho. Acredito que o saber precisa ser completo. Muita gente que já passou por aulas comigo sabe disso. Recuperar essa história é recuperar pertencimento, memória e verdade.

Então o que fazemos com isso agora?

Talvez seja simples. Passamos a beber sabendo. Reconhecemos a ancestralidade que sustenta a taça. Criamos espaço para que profissionais negros ocupem seus lugares sem precisar provar legitimidade. Voltamos os olhos para a África que produz vinhos hoje e para a África que, muito antes disso, fermentou conhecimento, culto e vida.

Porque o vinho não é apenas tradição europeia.
É história global.
É memória compartilhada.
É herança africana também, sobretudo neste mês de novembro.

Dica da Somm: Referências que sustentam esta reflexão

  • Ancient Wine, Patrick McGovern
    Obra essencial sobre as origens arqueológicas do vinho e suas primeiras vinificações, incluindo Egito, Levante e Cáucaso. Base importante para compreender o papel técnico e cultural de Kemet na história do vinho.
  • A Incrível História do Vinho, Hugh Johnson e Jancis Robinson
    Visão ampla e acessível sobre a evolução do vinho no mundo, útil para contextualizar a linha histórica global e entender como a narrativa europeia se tornou dominante.
  • Sueli Carneiro – Enegrecer o Feminismo e Escritos de uma Vida
    Fundamental para compreender o conceito de epistemicídio e o apagamento de saberes africanos ao longo da história, tema central desta reflexão.
  • Frantz Fanon – Pele Negra, Máscaras Brancas
    Obra-chave para entender os processos psicológicos e estruturais da colonização, especialmente a fabricação do esquecimento e da inferiorização cultural. Suas ideias iluminam a necessidade de recuperar narrativas silenciadas, como a da vinificação africana antiga.

Carol Souzah sommèliere e jornalista

Sobre Linha Editorial e a Carol Souzah

Carol Souzah é sommelière, jornalista e nova colunista do Muito Gourmet.

A sommelière abordará inovações no mundo dos vinhos, curiosidades, harmonizações, aspectos socioeconômicos, sustentabilidade, ética na produção e muitas dicas.


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Top 500 Bars 2025: Purgatório Bar mantém Salvador no mapa da coquetelaria mundial

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Único do Norte-Nordeste no Top 500 Bars 2025, o speakeasy baiano ocupa a 476ª posição e se firma como referência nacional em drinques autorais

É Top 500 Bars! Escondido atrás de uma fachada discreta em Salvador, o Purgatório Bar é muito mais que um endereço secreto para amantes da coquetelaria. É, agora oficialmente, um dos 500 melhores bares do mundo, e o único fora do eixo Rio–São Paulo a conquistar essa façanha no ranking Top 500 Bars 2025, divulgado nesta segunda-feira (10), em Florença, na Itália.

Na 476ª posição global, o speakeasy baiano é também um dos dez melhores bares do Brasil, ao lado de nomes consagrados como o Tan Tan (19º lugar) e o Exímia (43º), ambos de São Paulo. A conquista solidifica a reputação do Purgatório como ícone da coquetelaria regional e marco de um movimento que vem aquecendo a cena de bares em Salvador.

Top 500 Bars: Coquetelaria com sotaque baiano

Sob o comando dos sócios Peu Magalhães, Edno Alves e Jonatan Albuquerque, este último também Diretor Criativo da casa, o Purgatório vem redefinindo o que significa beber bem na capital baiana. Em seu ambiente intimista, onde a iluminação baixa e a trilha sonora cuidadosamente escolhida criam um clima de mistério e sofisticação, drinques autorais com ingredientes locais dividem o protagonismo com clássicos reinventados.

Purgatório Bar no Top 500 Bars 2025
Purgatório Bar no Top 500 Bars 2025 – Foto: Divulgação

“Essa conquista é coletiva, de toda a equipe e do público que acredita no nosso propósito”, destaca Jonatan Albuquerque, que vê o reconhecimento como reflexo de um cenário em efervescência. “A Bahia sempre teve sabores únicos. O que estamos fazendo é traduzir isso em coquetéis.”

Salvador no mapa da mixologia internacional

Além do Purgatório, o Brasil teve outras oito casas reconhecidas no ranking, todas localizadas em São Paulo ou no Rio de Janeiro, incluindo o Subastor (188º), Dos Arcos (336º) e Nosso (479º). O topo da lista ficou com o escocês Panda and Sons, eleito o melhor bar do mundo.

O diferencial do Top 500 Bars está na metodologia. Organizado pelo blog francês Le Cocktail Connoisseur, o ranking se baseia em mais de 2 mil fontes digitais, em 20 idiomas, combinando avaliações de especialistas, influenciadores, jornalistas, resenhas e dados de redes sociais. Um verdadeiro “termômetro coletivo” da relevância de cada bar no cenário global.

Um brinde à Bahia

Com a nova posição, o Purgatório não apenas projeta Salvador na elite da mixologia mundial, como também inspira uma geração de bartenders e empreendedores locais. É um reconhecimento que reforça o potencial da capital baiana como destino não só de praias e cultura afro-brasileira, mas também de experiências sofisticadas e autênticas no universo dos drinques.

Se você ainda não conhece o Purgatório, talvez esteja na hora de se perder, e se encontrar, em seus sabores.


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Festival Tempero no Forte 2025 celebra os “Sabores da Terra”

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Festival Tempero no Forte 2025 transforma a charmosa vila da Praia do Forte em um cenário onde o tempo adquire sabor e sentido. De 11 a 21 de dezembro, o festival chega à sua 19ª edição com uma proposta envolvente: uma imersão sensorial guiada por ingredientes que brotam da terra e dançam com a brisa do mar, um convite irresistível a se alimentar com os olhos, a alma e as raízes.

Sob a curadoria da chef Tereza Paim, chefs, cozinheiros e empreendimentos locais se unem em torno de um tema que desperta afetos e memórias: “Sabores da Terra”. Mel, coco, farinha, queijos de cabra, cachaça, pimenta, raízes, frutas da estação, aipim e tapioca são alguns dos ingredientes que ganham protagonismo em criações que contam histórias, preservam culturas e celebram a identidade baiana.

Festival Tempero no Forte 2025
Festival Tempero no Forte 2025 movimentará o público na Praia do Forte – Foto: Waldyr Lantyer

Um destino que se renova

A Praia do Forte é mais que cenário paradisíaco: é polo turístico consolidado, com 12 km de praias, recifes, coqueirais e atividades de ecoturismo.

O festival, ao se estender para as localidades do entorno como Guarajuba, Itacimirim, Imbassaí e Lagoa Aruá, amplia o circuito gastronômico e turístico da região, movimentando economia e cultura local.

Festival Tempero no Forte 2025: O tema que conecta passado e futuro

“Sabores da Terra” não é apenas um mote de degustação, mas uma reflexão sobre origem, identidade e sustentabilidade. Conforme destaca Djanira Dias, da 2D Projetos Culturais e Eventos, realizadora do festival, o tema “traz também sustentabilidade para toda a cadeia produtiva local”.

Assim, ingredientes como raiz-forte, pupunha, ovos caipira ou queijos de cabra passam a protagonizar o circuito. E os chefs, guiados pela curadoria de Tereza Paim, repensam técnicas, harmonizações e narrativas que falam da Bahia, de sua miscigenação, de sua terra fertilizada pelo mar e pelo sol.

Circuito gastronômico & experiências

Durante os 11 dias, os visitantes do Festival Tempero no Forte 2025 poderão circular entre menus exclusivos, degustações, aulas-show, bares e lounges que se espalham pela vila e hotéis participantes.

São mais de 30 restaurantes já confirmados para a edição 2025, o que garante diversidade e amplitude tanto no sabor quanto na atmosfera.

Para os que desejam explorar além do prato: os passeios ecológicos, as artes locais e o vilarejo da Praia do Forte complementam a experiência. A gastronomia vira mote para turismo, cultura e lazer.

O que levar no prato e na mala

  • Prato: estejam prontos para surpreender-se com criações que exaltam ingredientes da terra, fogem ao óbvio, abraçam o local.
  • Mala: leve looks leves para o dia, sandálias confortáveis para o vilarejo e um jantar especial para uma noite à beira-mar.
  • Dica gourmet: chegue cedo aos restaurantes participantes, confirme menus temáticos e aproveite para conversar com produtores locais, aeles são parte vital da história do festival.
  • Sustentabilidade: valorize pratos que trazem ingredientes locais, pergunte sobre selo ou procedência. Aproveite para conhecer a cadeia produtiva que o festival estimula.

Por que essa edição é especial

Com quase 20 anos de trajetória, o Tempero no Forte 2025 já se consolidou como um dos grandes encontros de gastronomia e cultura no litoral norte da Bahia. A edição 2025 se destaca pelo tema que une autenticidade, sustentabilidade e identidade regional. E para leitores do Muito Gourmet que procuram não apenas saborear, mas vivenciar, esta é uma oportunidade única.


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