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Onde Comer no Dia dos Namorados em Salvador: 6 Experiências Românticas para Saborear a Dois

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Porque o amor merece ser celebrado, mesmo com um toque publicitário

Sim, nós sabemos. Já somos grandinhos, entendemos o capitalismo, a força do marketing e conhecemos a história do publicitário João Doria que, lá em 1949, criou o Dia dos Namorados no Brasil para aquecer o comércio em junho. Mas vamos ser honestos: o amor também vive de clichês.

De jantares à luz de velas, brindes com espumante, músicas românticas e sobremesas divididas com a pontinha da colher. É nisso que acreditamos. E foi por isso que selecionamos seis lugares em Salvador para você viver o clichê da melhor maneira.

Seja no alto do Bonfim, à beira da Baía de Todos-os-Santos ou no aconchego de um brunch matinal, aqui estão nossas 6 sugestões para celebrar o amor com sabor e sofisticação no Dia dos Namorados 2025.

Sagratto: Amor com promessa na Colina Sagrada

No Sagratto Café Bar, o jantar “Sagrado Amor” promete transformar a noite do dia 12 de junho em uma celebração espiritual e sensorial. À luz de velas e ao som de DJ Processman e do pocket show intimista de Anallu Alvim, o menu em quatro etapas é servido com duas taças de vinho ou espumante.

O toque especial? Um cadeado personalizado com os nomes do casal, para ser preso na escadaria do mirante do Senhor do Bonfim, um gesto simbólico que mistura fé, tradição e poesia.

Valor: R$ 480 o casal
Reserva: Via site do Sagratto
Local: Colina do Bonfim

sagratto cafe bar dia dos namorados
Sagratto Café Bar – Foto: Divulgação

Fasano Salvador: Alta gastronomia e música com vista de cinema

O Dia dos Namorados no Hotel Fasano Salvador é uma experiência completa. No rooftop, a Baía de Todos-os-Santos serve de cenário para o show de Jau, com abertura do DJ Matheus Cê. Já o jantar no restaurante Gero Salvador é comandado pelo chef Bahia Brito, com um menu italiano em três tempos que inclui pratos como risotto de camarão e aligot com filé mignon.

A noite ainda pode se estender com as tarifas especiais para hospedagem romântica.

Informações: (71) 2201-6336
Local: Hotel Fasano – Centro Histórico

hotel fasano 2025
Hotel Fasano Salvador – Foto: Divulgação

Cremonini Ristorante: Sete etapas de Amor à Italiana

Na Pituba, o chef Massimo Cremonini propõe um verdadeiro festival gastronômico de sete etapas, La Notte D`Amore, com ingredientes nobres e receitas de inspiração romana. Vieiras, steak tartare, camarão GG, massas artesanais e sobremesas memoráveis compõem o menu exclusivo de R$260 por pessoa, pensado para encantar paladar e coração.

Valor: R$260 por pessoa
Reserva: (71) 99694-2032
Local: Rua Alexandre Herculano, 18 – Pituba

dia dos namorados 2025 cremonini
Vieiras com Molho de Tangerina, Romã e Avelã – Foto: Divulgação

Allê Varanda Bar: Para compartilhar sabores e estrelas

Com clima intimista e apenas 30 mesas por turno, o Allê Varanda Bar celebra o amor com o menu “Per Condividere”, são seis etapas que transitam entre mar e terra, idealmente harmonizadas com vinhos selecionados. O jantar começa com um spritz de boas-vindas e termina com uma trilogia de sobremesas. Tudo ao som do cantor Jeff Duque e do violoncelista André Miranda.

Valor: R$ 550 o casal (sem harmonização) / R$ 800 (com harmonização)
Reserva: (71) 98324-6611
Local: Largo do Santo Antônio Além do Carmo

Dia dos Namorados em Salvador
Carbonara di Polpo – Foto: Divulgação

Jeanne Garcia Confeitaria: Brunch romântico com sotaque junino

Para os casais que preferem o nascer do dia ao pôr-do-sol, a Jeanne Garcia Confeitaria prepara um brunch especial no dia 12 de junho, das 8h às 12h. Além das opções clássicas, há a estreia da Passion Choux, feita com baunilha, morango, maracujá e manjericão, perfeita para dividir de colherzinha.

O café é assinado pela Garbo, marca baiana que privilegia produtores locais da Chapada Diamantina.

Local: Rua Ramalho Ortigão, 30 – Pituba (Paulo VI)
Horário: 8h às 12h
Valor: Consultar no local

Dia dos Namorados 2025
Passion Choux – Foto: Divulgação

Leto Gastronomia: Uma noite de charme na Bahia Marina

Localizado na elegante Bahia Marina, o Leto Gastronomia oferece um jantar em quatro etapas com a assinatura do chef Rapha Sepúlveda. A experiência inclui pratos como angus ao vinho do Porto e sobremesa com semifreddo de chocolate branco e calda de pistache. A música ao vivo com Alexandre (voz e violão) completa a atmosfera romântica.

Valor: R$ 450 o casal
Reserva: (71) 99201-7267
Local: Bahia Marina – Avenida Lafayete Coutinho

Dia dos Namorados em Salvador
Chef Raphael Sepúlveda do Leto Gastronomia – Foto: Divulgação

Amor com todos os sentidos

Independentemente da escolha, o que vale é celebrar o amor com sabor, afeto e memórias que durem mais que a sobremesa. Porque no fim das contas, a gente sabe que o amor é comercial, mas também é coisa séria. E nada mais sério (ou delicioso) do que uma boa mesa posta para dois. Viva o Amor!


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O plano dos Estados Unidos para encher o Brasil de Pistache

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O sabor da vez não nasceu no Brasil (e nem por acaso)

Pistache no Brasil virou sinônimo de sofisticação instantânea, mesmo sem nunca ter sido plantado aqui. Está no cookie artesanal, no gelato italiano da moda, no pudim repaginado da confeitaria autoral e no panetone de fim de ano.

O tom verde-pálido tomou as vitrines com força. Mas essa febre não nasceu do gosto popular. Ela é parte de um plano bem articulado, liderado pelos Estados Unidos, para transformar o Brasil em consumidor fiel de um produto que tem muito mais a ver com geopolítica do que com sobremesa.

O Brasil não cultiva pistache. Mesmo assim, em 2024, importou mais de mil toneladas. Oito em cada dez quilos vieram dos Estados Unidos.

bolo de pistache
O plano dos Estados Unidos para encher o Brasil de Pistache

Um plano com nome, sobrenome e investimento

Desde 2020, o governo americano atua com foco no Brasil para transformar o pistache em símbolo de sofisticação. A estratégia inclui participação em feiras gastronômicas, ações com chefs brasileiros, collabs com influencers e parcerias com restaurantes renomados.

Não é coincidência. É plano. Os EUA hoje lideram a produção global da noz, graças a décadas de investimento agrícola na Califórnia. Com plantações que duram até cem anos, o excedente é enorme. Para escoar esse volume, o Brasil foi escolhido como mercado-chave.

Tudo começou com uma crise diplomática

Originalmente, quem liderava o mercado global de pistache era o Irã. Mas após a crise dos reféns, em 1979, os Estados Unidos romperam relações diplomáticas e comerciais com os iranianos. A partir daí, passaram a desenvolver sua própria produção da noz, com tanto sucesso que, em 2016, ultrapassaram o antigo rival.

O pistache que hoje enfeita sobremesas brasileiras é, portanto, um subproduto direto de um conflito internacional.

O Brasil virou consumidor. Mas podia ser protagonista

Enquanto o pistache recebe atenção institucional, nossas castanhas nativas seguem à margem. A castanha de caju custa até três vezes menos e é rica em nutrientes. A do Pará representa a biodiversidade amazônica. A de baru, o Cerrado.

Mas nenhuma delas conta com um plano de valorização. Não há campanha nacional, nem incentivo consistente, nem projeto de posicionamento. E o resultado é claro: o que falta em marketing, sobra em invisibilidade.

Cultivar autoestima alimentar é mais urgente que plantar pistache

A Embrapa já estuda cultivar pistache no Ceará. É um passo interessante. Mas mais importante do que adaptar o produto estrangeiro é promover com inteligência o que já é nosso.

O pistache virou moda porque alguém contou a história certa, com o investimento certo, no momento certo. Isso é soberania narrativa. E também é soberania alimentar.

Comer é também um ato político

O que está no nosso prato é resultado de decisõe; comerciais, diplomáticas, midiáticas. Se o pistache é o sabor do momento, é porque houve um projeto para isso acontecer.

A pergunta é: quando vamos fazer o mesmo com a castanha de caju? Com o cumaru? Com o baru? O Brasil precisa deixar de ser um eterno consumidor do desejo alheio.

Só há um caminho para isso: estratégia.


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Manual descomplicado das taças de vinho: O que é realmente necessário na hora de servir

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Qual taça de vinho usar? Um guia sem frescura para servir vinho com elegância

Se você já ficou na dúvida sobre qual taça usar para cada tipo de vinho, ou se se perguntou se isso realmente faz diferença, esta coluna é pra você. Em mais um texto envolvente e direto, a sommelière Carol Souzah convida à descomplicação: nem tudo que reluz é cristal, mas entender o que cada uma faz pode transformar sua experiência.

Mais do que técnica, o vinho é feito de contexto, afeto e presença. E a escolha da taça pode ser, sim, um detalhe que afina os sentidos sem perder o prazer. Carol traduz o universo das taças com leveza e autoridade, mostrando que é possível brindar com consciência, sem abrir mão da simplicidade.

Manual descomplicado das taças de vinho: O que é realmente necessário na hora de servir

Você realmente precisa de uma diferente para cada vinho? Na minha opinião, não. Ou melhor: depende. Sei que esse é um tema espinhoso (e curioso) pra muita gente, por isso hoje quero falar sobre as lindas e temidas taças de vinho.

Pra começar: não precisa gastar uma fortuna. Sinceramente, não acho necessário ter um arsenal de taças para aproveitar um vinho com qualidade e prazer. Existem cerca de seis a oito estilos clássicos, e, convenhamos, ninguém quer interromper a noite a cada gole só pra trocar de taça. Imagina: você começa com um Sauvignon Blanc, passa pra um Nebbiolo, depois um Petit Verdot… e, a cada vinho, uma taça diferente? Além de cansativo, isso quase sempre é desnecessário.

Mas você já parou para pensar na real importância de uma boa taça na degustação? Mais do que um copo, ela é a ponte entre o vinho e os nossos sentidos.

Sim, o formato da taça influencia na concentração dos aromas, na oxigenação e na forma como o vinho chega à boca. Taças maiores favorecem tintos encorpados; taças menores preservam a acidez dos brancos; as flûtes mantêm a efervescência dos espumantes. Há lógica nisso tudo — mas também há exagero.

Taça universal: menos pose, mais proveito

Marcas renomadas como a Riedel criaram taças específicas para cada uva: uma para Pinot Noir, outra para Cabernet, outra para Syrah… Mas, para o dia a dia, uma boa taça universal (com haste, boca média e bojo arredondado) já cumpre bem seu papel. Ela serve para brancos e tintos e permite que o vinho se expresse com dignidade, sem exigir uma cristaleira inteira.

Mais do que certo ou errado, pense no contexto: é um jantar despretensioso ou uma degustação técnica? Siga sem exageros.

A evolução das taças: de tulipa técnica à experiência sensorial

Elas foram evoluindo com o tempo. Um exemplo são as taças ISO, técnicas, usadas em concursos e pouco conhecidas fora do meio profissional. Elas surgiram nos anos 1970 com formato em tulipa, ideal para concentrar aromas. Mas a prática mostrou que taças maiores liberam melhor os aromas e transformam a experiência.

taças de vinho ISO
Taça ISO

Concordo demais com Jancis Robinson, uma das maiores referências do vinho: depois que a gente prova numa taça do tamanho certo, não tem mais volta.

E as sem haste? Praticidade ou heresia?

As chamadas “stemless” viraram moda. Práticas, modernas, fáceis de guardar, mas esquentam o vinho com o calor das mãos. Em ocasiões informais, funcionam. Para degustações mais sérias, prefira as tradicionais com haste.

taças de vinho stemless
Taça Stemless

Preciso trocar a cada vinho?

Depende. Se você está fazendo uma sequência lógica, por exemplo, de branco para tinto leve, não precisa trocar. Nem enxaguar. Agora, se for de um tinto encorpado para um branco delicado, o ideal é trocar ou fazer o “avinhamento”: enxaguar com o próximo vinho antes de servir.

Flûte ou tulipa para espumante?

A flute preserva as borbulhas, mas dificulta a liberação dos aromas. Hoje, muitos especialistas preferem taças em formato tulipa ou mesmo taças de vinho branco para espumantes, valorizando a experiência aromática.

Tipos de taças e suas funções

  • Bordeaux: Alta, bojo largo. Para vinhos encorpados como Cabernet Sauvignon.
  • Borgonha: Bojo mais amplo. Para vinhos delicados como Pinot Noir.
  • Chardonnay: Bojo médio e abertura estreita. Preserva aromas.
  • Sauvignon Blanc/Riesling: Taças menores. Mantêm acidez e concentração aromática.
  • Espumantes: Prefira tulipas ou taças de branco.
tipos de taças de vinho
Alguns tipos de Taça de Vinho

Cristal ou vidro? Sim, faz diferença

As de cristal, por serem mais finas e lisas, elevam a experiência. Aromas e sabores se expressam melhor. São mais resistentes e moldáveis. Para os entusiastas, vale o investimento.

Dica da Somm

Se quer praticidade sem abrir mão da qualidade, aposte na taça estilo Bordeaux. É a mais usada em restaurantes e serve bem diversos estilos, especialmente tintos.

No fim das contas, vinho é prazer, afeto e presença. Se a taça ajuda, ótimo. Se não atrapalha, melhor ainda. O importante é brindar sem frescura, com consciência, curiosidade e coração aberto.

taça
Taça Bourdeaux
Carol Souzah sommèliere e jornalista

Sobre Linha Editorial e a Carol Souzah

Carol Souzah é sommelière, jornalista e nova colunista do Muito Gourmet.

A sommelière abordará inovações no mundo dos vinhos, curiosidades, harmonizações, aspectos socioeconômicos, sustentabilidade, ética na produção e muitas dicas.


Campari Bartender 2025 Competition: Salvador é destaque com Sol Cerqueira e o drink “Sotero”

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Competição reúne os dez melhores bartenders do país e a Bahia está muito bem representada

A 5ª edição da Campari Bartender Competition 2025 entra na sua fase mais instigante: entre os dias 2 e 29 de junho, os dez semifinalistas apresentam ao público suas criações autorais, coquetéis que vão muito além da mistura de ingredientes, mas que contam histórias, evocam raízes e celebram a criatividade brasileira.

E é nesse cenário efervescente que Salvador brilha com luz própria, graças ao talento de Sol Cerqueira, bartender do Purgatório Bar, autora do impactante “Sotero”.

Sotero: um coquetel que nasce da Bahia

O “Sotero” é uma declaração de identidade. O nome faz referência a quem nasce em Salvador, os soteropolitanos, e cada elemento da receita carrega um símbolo ancestral: frutas da terra, sal do mar, óleo ritual, folha sagrada. Tudo isso envolto pelo clássico amargor de Campari, que se reinventa sob a influência da cultura afro-baiana. O resultado? Uma bebida que não apenas representa a Bahia, mas nasce dela.

Visualmente marcante, o drink é servido com gelo artesanal decorado com folha regional e cristais de sal, trazendo à tona camadas de significados e sabores que reverberam a força das tradições. É Salvador em estado líquido.

Sotero, drink de Sol Cerqueira para o Campari Bartender Competition 2025
Sotero, drink de Sol Cerqueira para o Campari Bartender Competition 2025 – Foto: Reprodução

Durante o mês de junho, o “Sotero” estará disponível no Purgatório Bar, em Salvador, e quem o pedir durante o período da competição ainda ganha um gift exclusivo da Campari (sujeito à disponibilidade de estoque).

Confira todos os semifinalistas da Campari Bartender 2025 Competition

Além de Sol Cerqueira, outros nove nomes completam a lista de bartenders que se destacaram na primeira fase da competição, que foi marcada por ousadia e autenticidade. A seguir, os semifinalistas e seus coquetéis:

  • Alieksey MachinskyMykola Lab Bar | Coquetel: Mala e Cuia
  • Tom OliveiraCafé No Bule | Coquetel: A Cor Carmim da Serra
  • Hilley JúniorNômades Bistrô | Coquetel: Caiçara
  • Guilherme FerrariCascasse il Mondo | Coquetel: Amarê
  • Guilherme ZanoniSeu Bragança | Coquetel: Néctar do Vale
  • Sol CerqueiraPurgatório Bar | Coquetel: Sotero
  • Priscila MunizTot Bar | Coquetel: Paixão
  • Rafael MiorinArmazén Smoke | Coquetel: Árvore Sagrada
  • Vitória OlivierNico Bistrô | Coquetel: Guardiã
  • Wanderson CastroArp Bar | Coquetel: Sangue Latino

Esses nomes foram selecionados por um júri técnico por traduzirem, de forma única, o conceito da Campari Bartender Competition: criar narrativas líquidas que combinem estética, técnica, regionalidade e emoção.

Voto popular e final nacional

Nesta segunda fase, além da degustação nos bares participantes, o público pode participar ativamente da disputa votando em seu coquetel favorito no site oficial da Campari Academy Brasil. Os três mais votados avançam para a grande final, onde serão avaliados por um júri de especialistas da coquetelaria.


Serviço:

  • Campari Bartender Competition 2025 – 2ª fase
  • Data: 2 a 29 de junho
  • Votação: Site oficial da Campari Academy Brasil
  • Drink Sotero: Purgatório Bar – Salvador (BA)

Brinde à Bahia e à arte da coquetelaria com o “Sotero”, de Sol Cerqueira — uma história que se bebe.


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Chef Tereza Paim mergulha na culinária italiana e leva a Bahia para Paris na série ‘Por Trás do Prato’

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Imersão gastronômica no renomado Instituto ALMA, na Itália, e participação na avant première da série da GNT e GloboPlay em Paris

A inquietude criativa da chef Tereza Paim, não conhece fronteiras. Diretamente da Itália, ela participa de uma imersão gastronômica e cultural no prestigiado Instituto ALMA – The School of Italian Culinary Arts, uma das maiores escolas de cozinha italiana no mundo. O cenário é digno de filme: o magnífico Palácio Ducal de Colorno, a poucos quilômetros de Parma, no coração do Vale Alimentar Italiano.

A gente precisa estudar sempre, trocar ideias e construir mundos. Estou aqui encantada com tanto aprendizado”, revela Tereza, em um tom que reflete sua paixão incessante pela gastronomia e pela valorização dos saberes culinários.

Durante a imersão, a chef se aprofunda em técnicas tradicionais, ingredientes emblemáticos e na essência da culinária italiana, ampliando ainda mais seu repertório para enriquecer sua cozinha autoral, marcada pela força e ancestralidade dos sabores da Bahia.

Chef Tereza Paim mergulha na culinária italiana e leva a Bahia para Paris na série ‘Por Trás do Prato’
Chef Tereza Paim na Itália – Foto: Divulgação

De Parma para Paris: a estreia de Por Trás do Prato

Logo após os 15 intensos dias de estudos na Itália, Tereza Paim segue para Paris, onde participa da avant première da série “Por Trás do Prato”, que será exibida no dia 12 de junho, no cinema do luxuoso Royal Monceau.

A série, uma realização do Instituto Brasil a Gosto, sob a curadoria da chef Ana Luiza Trajano, estreia na GNT e no GloboPlay celebrando os laços culturais e gastronômicos entre Brasil e França.

Um projeto maravilhoso, que com certeza vai fisgar os telespectadores. Uma delícia poder levar o universo da comida baiana para as telas!”, celebra Tereza, emocionada com a oportunidade de representar a Bahia em um palco tão simbólico.

Gastronomia como ponte cultural

Por Trás do Prato” destaca histórias, saberes e sabores de chefs brasileiros e franceses, reforçando a importância da gastronomia como elo entre culturas. A produção faz parte das comemorações do Ano do Brasil na França, reforçando a potência da cozinha como patrimônio imaterial, capaz de construir pontes e narrativas entre povos.

Com seu sotaque marcante, suas raízes fincadas na Bahia e sua mente aberta para o mundo, Tereza Paim segue reafirmando seu papel como uma chef que leva nosso tempero ao mundo.


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Provei e Aprovei lança site com foco no protagonismo feminino e na curadoria de experiências

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Um novo espaço para quem valoriza conteúdo com identidade, sensibilidade e conexão

Salvador ganha uma nova e elegante plataforma digital que promete ser referência em conteúdo autoral e feminino. O Provei e Aprovei, projeto idealizado pela jornalista e empreendedora Tereza Carvalho, acaba de lançar seu site oficial reunindo colunistas especializados em áreas como gastronomia, bem-estar, moda, vinhos e destilados.

Mais do que um portal, o Provei e Aprovei surge como um ambiente dinâmico de trocas, curadoria e vivências, sempre com foco no protagonismo feminino e na pluralidade de olhares.

Tereza Carvalho idealizadora do Provei e Aprovei
Tereza Carvalho – Foto: Lucas Leawry

Provei e Aprovei: Colunistas que traduzem histórias, saberes e sabores

O site abriga um time de mulheres inspiradoras, cada uma trazendo sua voz, suas experiências e sua visão de mundo. Conheça quem assina as colunas:

  • Patrícia PenhaEntre Taças e Histórias: Uma viagem sensorial pelo universo dos vinhos, suas histórias e memórias afetivas.
  • Iana M. DinizPausa e Respiro: Um convite à reflexão, ao autocuidado e à desaceleração.
  • Gabriela CruzModa com Propósito: Um olhar consciente sobre a moda, como expressão pessoal e compromisso com o mundo.
  • Dra. Lorena MarçalEspelho Meu: Beleza e bem-estar sob uma ótica médica, natural e descomplicada.
  • Isadora Fornari (Isadinha)Dose Certa: O fascinante universo dos destilados, desvendado com leveza e irreverência.
  • Tereza CarvalhoProvei e Aprovei e Entre Nós: Reflexões, descobertas e experiências que conectam e inspiram.

Conteúdo que gera conexão e representatividade

Mais do que informar, queremos criar pontes entre saberes, vivências e pessoas. O site nasce como um espaço para quem aprecia conteúdo com sensibilidade e identidade, destaca Tereza Carvalho, fundadora do projeto.

A proposta editorial valoriza a escuta ativa, a autenticidade e a construção de um espaço colaborativo, onde cada coluna reflete não apenas conhecimento, mas também afetos e trajetórias.

Gastronomia, moda, bem-estar e muito mais — sob um olhar feminino

O conteúdo do Provei e Aprovei transita por temas que fazem parte do cotidiano contemporâneo, com textos que combinam informação de qualidade, leveza e profundidade. Seja para quem busca dicas de vinhos, tendências de moda consciente, reflexões sobre saúde mental ou curiosidades sobre destilados, o site se consolida como um hub de conhecimento com alma e identidade.

Um convite para quem valoriza conexões genuínas

A interação com o público é uma das premissas do projeto. O site estimula os leitores a comentarem, compartilharem e trocarem ideias, consolidando-se como uma rede de afetos e saberes.


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MULI recebe Purgatório Bar e sabores da Bahia em São Paulo

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Salvador leva sua coquetelaria premiada para o evento “O Brasil Visita o MULI”, em São Paulo

A coquetelaria baiana, criativa e vibrante, vai tomar conta de São Paulo no próximo dia 28 de maio, das 19h às 23h, com a participação do Purgatório Bar, de Salvador, em mais uma edição do projeto gastronômico “O Brasil Visita o MULI”, realizado no badalado restaurante MULI, no bairro de Santa Cecília, sob o comando do chef Giovanni Renê.

Depois de celebrar os sabores mineiros em edições anteriores, agora é a vez da Bahia cruzar fronteiras. O Purgatório, eleito dono da Melhor Carta de Drinks do Brasil pela revista Prazeres da Mesa e pela premiação Sabores de Salvador e atualmente ocupando a 430ª posição no ranking mundial Top 500 Bars, promete transformar a noite paulistana em uma verdadeira viagem sensorial pelos sabores do Nordeste.

Uma fusão de sabores: Bahia e Nordeste no coração de São Paulo

O evento traz para a capital paulista dois nomes de peso da gastronomia e da coquetelaria nordestina. Jonatan Albuquerque, bartender, pesquisador e fundador da inovadora plataforma MIXOLUTIONS, lidera a curadoria dos drinks que serão servidos na noite. Sua proposta ressignifica a coquetelaria nordestina, conectando ingredientes regionais a técnicas contemporâneas.

Ao lado de Jonatan, o chef Edu Moraes, carinhosamente apelidado de pernambaiano por sua fusão de raízes pernambucanas e baianas, assina parte do menu gastronômico, alinhando seus pratos à proposta do chef anfitrião, Giovanni Renê.

O Brasil Visita o MULI: um convite à descoberta

O projeto “O Brasil Visita o MULI” tem como essência criar encontros gastronômicos que exploram a diversidade brasileira. A cada edição, um novo território aporta na cozinha do MULI, trazendo ingredientes, histórias, técnicas e, claro, muito sabor.

Neste encontro com a Bahia, o público poderá experimentar não apenas uma carta de coquetéis autorais com DNA nordestino, mas também pratos que traduzem o espírito inquieto, criativo e saboroso da culinária de Salvador e arredores.

Seja pelos drinks ou pela comida, essa é uma oportunidade única de descobrir como a Bahia conversa com São Paulo, na taça, no prato e no coração.

Serviço

O que: O Brasil Visita o MULI – Edição Bahia
Quando: 28 de maio de 2025 das 19h às 23h
Onde: Restaurante MULI – Santa Cecília, São Paulo


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Licor de Jenipapo com Cachaça: Um clássico junino para você fazer em casa

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Receita de São João: Aprenda na Coluna de Raimundo Freire Como Fazer Você Mesmo Licor de Jenipapo com Cachaça

O cheiro da lenha queimando, das comidas típicas e o som do forró no ar anunciam: lá vem chegando o São João! E, com ele, chegam também os sabores que aquecem corações e resgatam memórias afetivas. Quem conhece o Nordeste sabe: São João sem licor é como fogueira sem fogo.

Pensando nisso, Raimundo Freire, nosso colunista e especialista em cachaça e bebidas artesanais, preparou um presente para você que valoriza os sabores da tradição. Mas não se engane achando que é cedo para falar das delícias juninas. Este convite antecipado tem motivo: o licor de jenipapo feito com cachaça, rei absoluto das mesas juninas, precisa de alguns dias de preparo para alcançar seu sabor perfeito.

Sim, este licor é feito com cachaça, e não com álcool de cereais. Isso faz toda a diferença no resultado final: traz mais aroma, mais corpo, mais autenticidade e muito mais conexão com a cultura brasileira.

Neste artigo, além do passo a passo detalhado, você confere uma imagem ilustrativa de como deve ser feito o processo de filtragem, uma etapa essencial para garantir um licor cristalino, bonito e com aquele acabamento profissional que faz toda a diferença.

Prepare os potes, escolha frutas maduras e mergulhe no verdadeiro sabor do São João feito em casa. Porque mais do que uma bebida, este licor carrega história, afeto e um pedaço da nossa cultura.

Receita de Licor de Jenipapo com Cachaça

⏳ Tempo de Maceração: 15 dias + 10 dias de descanso

Ingredientes (para cada litro de cachaça):

  • 1 kg de jenipapo maduro
  • 1 litro de cachaça (40% de graduação alcoólica — de boa qualidade)
  • 1 litro de água (filtrada ou mineral)
  • 700 g de açúcar

Atenção: nada de “no olhômetro”. Medidas precisas garantem equilíbrio, sabor e qualidade.

Passo a Passo Para Fazer Seu Licor

1. Preparando as Frutas

  • Escolha jenipapos bem maduros, firmes e sem manchas.
  • Lave, descasque, corte ao meio e retire as sementes.
  • Pique a polpa em pedaços pequenos.

2. A Maceração do Sabor

  • Use um pote de vidro com tampa, devidamente limpo e seco.
  • Para cada litro de cachaça, adicione 1 kg de jenipapo picado.
  • Tampe e armazene em local escuro e fresco — um armário ou mesmo coberto com pano funciona bem.
  • A cada dois dias, abra o pote e, com uma colher limpa, mexa delicadamente.

Mantenha esse processo por 15 dias.

3. Filtragem: O Segredo de um Licor Perfeito

Após 15 dias de maceração, é hora de separar os sólidos e transformar o líquido em uma verdadeira joia dourada.

Etapa 1 — Filtragem Inicial

  • Coe usando uma peneira fina, separando os pedaços da fruta.
  • Não esprema nem utilize liquidificador.

Etapa 2 — Filtragem Intermediária

  • Passe o líquido por um coador de pano (tipo coador de café).

Etapa 3 — Filtragem Fina e Profissional

  • Monte um filtro artesanal utilizando uma garrafa plástica:
    ➝ Corte o fundo da garrafa e use-a como funil.
    ➝ Faça um pequeno furo na tampa e insira um pedaço de algodão.
    ➝ Se desejar, utilize antes um filtro de papel para café, garantindo uma filtragem ainda mais precisa.

Dica importante: a filtragem bem feita é o que garante que seu licor não continue fermentando e que tenha aparência límpida, profissional e elegante.

Filtro caseiro para fazer licor de jenipapo com cachaça
Filtro Caseiro

4. Preparando a Calda

Ingredientes:

  • 1200 ml de água filtrada
  • 700 g de açúcar

Preparo:

  • Leve a água ao fogo junto com as sementes e as partes centrais do jenipapo (reservadas no início).
  • Ferva por 3 minutos.
  • Coe ainda quente, eliminando os sólidos.
  • Acrescente o açúcar e mexa até dissolver completamente.
  • Deixe a calda esfriar e coe mais uma vez.

5. Finalizando o Licor de Jenipapo

  • Meça o volume do líquido macerado.
  • Utilize a mesma quantidade da calda preparada.
  • Misture lentamente, mexendo suavemente para integrar bem os sabores.
  • Transfira para um recipiente de vidro com tampa.
  • Deixe descansar em local fresco e escuro por mais 10 dias.

Após esse período, seu licor estará pronto para ser engarrafado, servido e, claro, apreciado nas noites de São João, ou em qualquer momento em que a saudade da festa bater.

Sirva bem gelado e celebre!

Raimundo Freire, sommelier de Cachaça

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Sagratto Café Bar celebra o Dia Nacional do Café com evento especial na Colina Sagrada

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Coffee Party Sagratto une café, gastronomia e música em manhã gratuita no Bonfim

No próximo sábado, dia 24 de maio, os apaixonados por café têm um encontro marcado na Colina Sagrada do Bonfim. O Sagratto Café Bar promove a primeira edição da Coffee Party Sagratto, um evento matinal que celebra o Dia Nacional do Café com uma proposta descontraída, sensorial e cheia de sabor.

Das 8h às 11h, o novo espaço já conhecido por suas experiências gastronômicas que unem charme e baianidade se transforma em palco para uma manhã que promete conquistar os sentidos. A ideia acompanha uma tendência global: encontros diurnos, menor consumo de álcool e conexões mais leves e significativas.

Gastronomia, mocktails e experiências sensoriais

O chef Victor Bebé assina um café da manhã especial, pensado exclusivamente para a ocasião. No cardápio, delícias artesanais e uma seleção criativa de mocktails autorais à base de café e matcha, elaborados em parceria com a Xodó Cafés Especiais.

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Chef Victor Bebe – Foto: Divulgação

A trilha sonora da manhã fica por conta do DJ LA, que comanda o som ao vivo, criando um ambiente que mistura aconchego, descontração e aquele clima gostoso de manhãs na Bahia.

Além da boa comida e da música, o Sagratto promete surpresas sensoriais que reforçam sua proposta de ir além do simples ato de consumir. É uma verdadeira celebração do ritual do café, da cultura local e dos encontros com propósito.

Entrada gratuita e clima de celebração

A Coffee Party Sagratto tem acesso livre, o público paga apenas o que consumir. A proposta reflete o espírito contemporâneo do café bar, que tem se consolidado como um espaço que valoriza sabores artesanais, experiências autênticas e a valorização do café como protagonista.

Se você é apaixonado por café, gastronomia e boas conversas, o convite está feito: sábado, a Colina Sagrada do Bonfim será ponto de encontro de quem sabe que uma boa xícara de café vai muito além do sabor — é cultura, é afeto, é Salvador.


Serviço:
O quê: Coffee Party Sagratto – Dia Nacional do Café
Quando: Sábado, 24 de maio, das 8h às 11h
Onde: Sagratto Café Bar – Colina Sagrada do Bonfim, Salvador
Quanto: Entrada gratuita (paga-se o que consumir)


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Da Ilha dos Frades para São Paulo: Chef Preta leva cozinha afetiva baiana ao restaurante Refúgio

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Um jantar a seis mãos com sabores do Recôncavo Baiano e vinhos uruguaios harmonizados

Na próxima sexta-feira, 23 de maio, São Paulo recebe um pedacinho da Bahia em forma de afeto e sabor. A chef Angeluci Figueiredo, a Preta, comanda a abertura de um jantar a seis mãos no restaurante Refúgio, no Jardins, ao lado dos chefs Henrique Lira e Ana Flávia Cavalcanti. A experiência será acompanhada por uma harmonização minuciosa com vinhos da Bodega Mataojo, do Uruguai, em uma celebração que transcende o paladar e toca a memória.

Diretamente da Ilha dos Frades, na Baía de Todos os Santos, Preta traz para a capital paulista sua cozinha de raízes nordestinas, intuitiva, delicada e profundamente conectada à terra, à ancestralidade e à infância. Com um estilo autoral que já encantou nomes como Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Neymar e Claude Troisgros.

Chef Preta: Gastronomia que conta histórias

Preta não é apenas cozinheira, embora assim prefira ser chamada, é também artista e narradora de histórias através da comida. Natural de Amargosa, no Recôncavo baiano, com formação em filosofia e uma carreira como fotojornalista, trocou as câmeras pelas panelas e hoje comanda um império afetivo que inclui o Restaurante Preta, a pousada Pretoca, o Preta Bistrô no Museu de Arte Contemporânea da Bahia e o novo Preta Tira-Chapéu no Centro Histórico de Salvador.

Cada prato de Preta carrega nomes inspirados nas embarcações da ilha, como “Vá com Deus” ou “Deixei de Remar”, traduzindo seu vínculo visceral com o território e as tradições locais. Sua cozinha é feita de gestos simples, mas intencionais, e por isso, profundamente sofisticada.

Chef Preta

O menu: tradição, afeto e técnica

A noite no Refúgio começa com três criações autorais da chef baiana:

  • Creme de beterraba defumada com vieira amanteigada, harmonizado com o elegante Touriga Nacional Rosado.
  • Pera assada com queijo de cabra fresco e mel de jataí levemente apimentado, acompanhada pelo vibrante Albariño.
  • Gnocchi de abóbora com castanha de baru ao molho de rabada desfiada, servido com o profundo Blend Mataorro.

O encerramento de Preta é um de seus clássicos afetivos: sorvete de coco verde passado na tapioca com raspas de rapadura — uma sobremesa que traduz a força da simplicidade quando bem executada.

Em seguida, Henrique Lira apresenta um prato de rusticidade sofisticada: tortelli de cordeiro na manteiga e sálvia com cogumelos Paris e glacê. A sobremesa final, assinada por Ana Flávia Cavalcanti (Casaria), traz leveza e frescor: mousse de queijo com compota e sorbet de laranja.

Vinhos que realçam a emoção

A harmonização dos vinhos da Bodega Mataojo costura cada etapa do jantar com elegância. Reconhecida por valorizar o tempo e o terroir uruguaio, a vinícola selecionou rótulos que ressaltam texturas, aromas e contrastes — tornando cada prato ainda mais sensorial.

Mais que um jantar, uma travessia

Para os paulistanos, o jantar representa uma oportunidade rara: experimentar os sabores afetivos da Ilha dos Frades sem precisar cruzar a malha aérea rumo à Baía de Todos os Santos. Só vai faltar a sombra e a água fresca. Ao trazer sua cozinha para o restaurante Refúgio, Preta convida o público de São Paulo a mergulhar em uma experiência sensorial que traduz território, memória e afeto.

Acompanhada dos chefs Henrique Lira e Ana Flávia Cavalcanti, ela integra um trio que compartilha a mesma visão da gastronomia como ato de acolhimento e narrativa. Em um único jantar, o público poderá saborear três perspectivas singulares da culinária contemporânea brasileira — unidas pela valorização das origens, pela sofisticação sem excessos e pelo desejo genuíno de emocionar quem está à mesa.


SERVIÇO

Jantar a Seis Mãos
Onde: Restaurante Refúgio — Alameda Franca, 1225, São Paulo
Quando: 23 de maio (sexta-feira)
Horário: A partir das 19h30
Participações: Preta (Restaurante Preta – BA), Henrique Lira (Refúgio – SP), Ana Flávia Cavalcanti (Casaria – SP)
Harmonização: Vinhos da Bodega Mataojo (Uruguai)
Informações e reservas: (11) 94796-3378


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