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Silva Cozinha deixa o Rio Vermelho e anuncia novo capítulo na Rua Chile

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Mudança marca transição estratégica do restaurante autoral de Ricardo Silva, que se despede com homenagem a Iemanjá

Para o Silva Cozinha o mar continuará presente, mas o horizonte será outro. Depois de quase três anos servindo afetividade em forma de comida na Rua da Paciência, no coração do Rio Vermelho, o restaurante Silva Cozinha abre um novo ciclo e se prepara para uma mudança histórica: a casa comandada pelo chef Ricardo Silva vai se instalar na icônica Rua Chile, no Centro Histórico de Salvador.

O novo endereço, vizinho da Baía de Todos-os-Santos e atualmente ocupado pela pop-up Casa Verão Hidden, representa mais do que uma troca de CEP. É um salto de maturidade, segundo o chef: “Nossa história foi construída e consolidada no Rio Vermelho, mas temos agora a oportunidade de aumentar nosso repertório em um ambiente que vai nos permitir ir além da cozinha, atendendo com mais conforto”.

Silva Cozinha vai para Rua Chile
Luciana Mastique e Ricardo Silva (Foto: Gabriel Brawne)

Uma cozinha com vista para o futuro (e para a Baía)

A nova sede traz não apenas mais espaço e infraestrutura, mas também uma vista privilegiada, que encantou os sócios à primeira visita. “Vimos aquela vista e nos apaixonamos”, conta Luciana Mastique, sócia do Silva. “Quando houve a oportunidade de expandir para atender nossos clientes em um espaço maior e de frente para a Baía de Todos-os-Santos, não houve dúvida da decisão”.

O Silva Cozinha, que se firmou como referência de gastronomia autoral em Salvador, segue com a proposta de uma cozinha afetiva e contemporânea, agora em cenário ainda mais especial, onde a arquitetura histórica da cidade se mistura ao frescor do mar e à efervescência cultural do Centro.

A despedida: uma última noite no Rio Vermelho com bênçãos de Iemanjá

Marcando essa transição com o respeito que sempre dedicou à cultura local, o Silva encerra sua operação no Rio Vermelho na madrugada do dia 2 de fevereiro, logo após a tradicional homenagem a Iemanjá. Como já virou costume, a casa receberá, da noite do dia 1º até a alvorada, amigos e clientes para um brinde coletivo, uma despedida simbólica, embalada pela fé e pelas boas energias que movem o mar e os sonhos.

Com essa virada de chave, o Silva Cozinha reafirma seu compromisso com Salvador, com a criação de experiências sensoriais que ultrapassam o prato, e com a valorização do território urbano como ingrediente essencial da boa mesa.


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