Open food e open bar das 12h às 17h no O Porco Steak House, sob comando do chef assador Sandro Borges
O Festival do Porco acontece no sábado, 12 de setembro, das 12h às 17h, nas áreas interna e externa do O Porco Steak House, na Pituba. O evento funciona em formato open food e open bar, tem como prato central um porco inteiro assado e desossado e traz como novidade desta edição o “Rolão”, uma Porchetta crocante por fora e suculenta por dentro. Os ingressos custam R$ 180 no primeiro lote, até 8 de setembro.
Quem comanda a operação é Sandro Borges, chef assador e proprietário da casa, nome que também assina o Varanda Gourmet, no Rio Vermelho. O convite dele é direto. “Chame os amigos e venha viver a experiência de ver de perto a assadura do porco inteiro”, diz.

O espetáculo é a assadura, não só o prato
O que diferencia o Festival do Porco de um almoço farto é o fato de a cozinha acontecer à vista. O animal inteiro, desossado, assa lentamente diante do público, e o corte é feito na frente de quem está à mesa. É ali que a proposta se revela: cada parte do porco tem textura, gordura e sabor próprios, e servir tudo na mesma refeição é uma forma de mostrar isso sem discurso.
Pernil, paleta, panceta, costela, lombo e copa lombo chegam ao prato com comportamentos diferentes. O lombo é mais seco e discreto. A panceta entrega gordura e crocância. A costela desmancha. Comer o porco inteiro em uma sentada é menos sobre quantidade e mais sobre perceber que se trata de várias carnes dentro de um mesmo animal, ideia que Borges vem defendendo desde a primeira edição do festival, em 2024.
A assadura lenta é o que sustenta esse resultado. O tempo prolongado em temperatura baixa derrete a gordura interna, mantém a umidade da carne e cria a casca crocante que é a assinatura visual do prato.
O “Rolão”, a Porchetta que estreia nesta edição
A novidade desta edição atende pelo apelido de Rolão e é uma leitura da Porchetta, preparo de origem italiana que consiste em enrolar a carne suína com sua própria pele e assar até que a superfície fique vidrada.
A lógica é a mesma do porco inteiro, mas concentrada. Ao enrolar, o corte cria camadas, e a gordura que derrete no interior tempera a carne de dentro para fora enquanto a pele externa desidrata e estala. É um prato que depende inteiramente de controle de forno e de paciência, o tipo de preparo que expõe qualquer pressa.
Servir a Porchetta ao lado do porco inteiro dá ao público duas técnicas para comparar na mesma tarde, o que reforça o caráter quase didático do festival.

Os acompanhamentos e o open bar
A mesa de acompanhamentos foi montada para dialogar com a gordura da carne. Entram batata bolinha, farofa crocante, arroz alhado, arroz caldoso, tutu de feijão preto e chimichurri de banana da terra, molho que virou marca registrada das edições anteriores e resolve o papel de acidez e frescor no prato.
O open bar inclui chopp gelado à vontade, além de refrigerante e água.
Uma casa que nasceu do porco e cresceu a partir dele
O Porco abriu na Pituba em novembro de 2021 como a casa de Salvador dedicada a cortes suínos, proposta que era rara na cidade naquele momento. Em 2024, o restaurante ampliou o conceito e passou a operar como steakhouse, incorporando carne bovina, galinha, bode, peixe e carneiro ao cardápio regular, sem abandonar a origem.
O festival é justamente o momento em que a casa volta ao ponto de partida. Uma vez por temporada, o porco reassume o protagonismo integral, e o restaurante opera como se ainda fosse apenas o que era no começo.
Há também um mini açougue no endereço, com cortes que o cliente leva para preparar em casa, extensão natural de uma cozinha que sempre tratou o suíno como matéria-prima de estudo.
Por que a carne suína ganhou espaço na cena de Salvador
Durante décadas o porco carregou no Brasil a fama de carne pesada e de segunda linha, herança de um tempo em que a criação era outra e o preparo, também. Isso mudou. A suinocultura profissionalizou-se, os cortes ganharam padronização e a alta gastronomia brasileira passou a tratar o animal como ingrediente nobre.
Salvador acompanhou esse movimento com atraso e agora corre atrás. Festivais como este cumprem um papel específico nessa virada: colocam o público diante do animal inteiro, sem embalagem e sem intermediação, e desfazem o preconceito pela experiência direta, que costuma ser mais eficiente do que qualquer argumento.
Serviço Festival do Porco
O que: Festival do Porco, com open food (porco inteiro assado e desossado, Porchetta “Rolão” e acompanhamentos) e open bar (chopp, refrigerante e água)
Onde: O Porco Steak House, Rua Território do Acre, 101, Pituba, Salvador
Quando: sábado, 12 de setembro, das 12h às 17h
Valores: 1º lote, R$ 180, até 08/09; 2º lote, R$ 200, de 09/09 a 11/09; no dia do evento, R$ 220
Crianças: até 6 anos não pagam; de 7 a 12 anos, meia
Ingressos: WhatsApp (71) 98125-2520
Perguntas Frequentes
Quando é o Festival do Porco em Salvador?
O festival acontece no sábado, 12 de setembro, das 12h às 17h, no O Porco Steak House, na Rua Território do Acre, 101, na Pituba.
Quanto custa o ingresso do Festival do Porco?
O primeiro lote custa R$ 180 até 8 de setembro. O segundo lote sai por R$ 200, de 9 a 11 de setembro, e no dia do evento o ingresso custa R$ 220. Crianças de até 6 anos não pagam e de 7 a 12 anos pagam meia entrada.
O que está incluso no ingresso?
O valor dá direito a open food, com porco inteiro assado e desossado, a Porchetta “Rolão” e acompanhamentos como batata bolinha, farofa crocante, arroz alhado, arroz caldoso, tutu de feijão preto e chimichurri de banana da terra, além de open bar com chopp, refrigerante e água.
Como comprar ingresso para o Festival do Porco?
Os ingressos são vendidos pelo WhatsApp (71) 98125-2520, diretamente com o restaurante.
Siga o Muito Gourmet no Instagram e fique por dentro de todas as novidades gastronômicas de Salvador!

